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Como controlar a validade de licenças e CADRI`s por um software online?

Controlar a validade de licenças e CADRI`s

Controlar a validade de licenças e CADRI`s por um software online é possível por meio de algumas funcionalidades de algumas plataformas online. Nelas, além de auxiliar a empresa para realizar uma adequada gestão de resíduo, pode-se otimizar os processos, tornando a organização economicamente viável e ambientalmente correta.

Gerenciar todo um processo produtivo, atender às legislações vigentes, como a Política Nacional de Resíduos Sólidos, entre outras. Pensar em como destinar corretamente os resíduos gerados ao longo da produção. São muitas atividades para o dia a dia de uma empresa. Por isso, possuir um software para auxiliar na gestão de resíduos é uma excelente estratégia. Confira!

Controle da validade de licenças e CADRI`s 

Controlar a validade de licenças e CADRI`s

Para facilitar o controle da validade de licenças e CADRI`s a Verde Ghaia Consultoria, criou o software VG RESÍDUOS. Esse software vislumbra as necessidades dos clientes que demandam de controle total de todos os processos de gerenciamento de resíduos. A principal funcionalidade do software é promover a gestão, eliminando as antigas planilhas de Excel, licenças em PDF, documentos em Word.

Com o software a organização realiza a gestão completa em uma única plataforma, totalmente online. Assim, ela consegue melhorar seu controle da validade de licenças e CADRI`s.

O software da VG Resíduos coleta automaticamente todas as informações e registros de destinação do resíduo, bem como os dados dos transportadores e tratadores dos resíduos.

Após coletar as informações é gerado um documento em arquivo PDF que pode ser enviado ao órgão fiscalizador. O documento também fica disponível para impressão. O gerador de relatórios do sistema é sincronizado ao banco de dados. Esse banco de dados possui todas as informações referentes à geração de resíduos ao longo do ano. Bem como as informações pertinentes de quem tratou, qual a destinação dada ao resíduos, quanto custou e etc.

A melhor maneira de se comprovar a destinação adequada dos resíduos e obter a total isenção de responsabilidade é através da documentação de repasse a terceiros devidamente habilitados e a coleta do certificado de destinação final (CDF). Essas documentações devem conter a assinatura do responsável pelo recebimento do resíduo para o tratamento. Dessa forma a empresa saberá para onde o resíduo foi.

A VG Resíduos, além de emitir todos os certificados de maneira automática, monitora todas as destinações da empresa e acusa a falta de documentação em cada remessa enviada. Assim não há o risco de faltar documentação do envio de algum resíduo.

Entenda o que é CADRI

Controlar a validade de licenças e CADRI`s

CADRI é um certificado de movimentação de resíduos de interesse ambiental. É uma ferramenta que demonstra que o resíduo está sendo transportado para um local de reprocessamento, armazenamento, tratamento ou disposição final.

Este é um documento emitido pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB). Trata-se de um instrumento de fiscalização exclusivo do estado de São Paulo.

Os tipos de resíduos que exigem o CADRI encontram-se divididos em duas classes:

Resíduos Classe I – Perigosos

Resíduos Classe II A – Não Inertes

Abaixo seguem exemplos de Resíduos de Interesse Ambiental:

  • resíduos industriais perigosos;
  • resíduo sólido domiciliar;
  • lodo de sistema de tratamento de efluentes líquidos industriais ou de sanitários;
  • EPI contaminado e embalagens contendo PCB;
  • resíduos de curtume não caracterizados como Classe I;
  • resíduos de indústria de fundição não caracterizados como Classe I;
  • resíduos de portos e aeroportos;
  • resíduos de serviços de saúde, dos Grupos A, B e E;
  • resíduos de agrotóxicos e suas embalagens.

Entenda tudo sobre o CADRI.

Controle dos documentos da gestão de resíduos

Controlar a validade de licenças e CADRI`s

Não há dúvidas no quanto uma solução tecnológica pode ajudar a empresa a melhorar seu controle da validade de licenças e CADRI`s. No entanto, ao escolher por um sistema especializado em gestão de resíduos, é preciso estar atento a alguns fatores importantes, como o controle de documentos.

O controle da informação documentada é um ponto crucial para manter a gestão ativa e funcionando corretamente. É por meio desse controle que informações sobre a geração de resíduos das empresas são registradas e mantidas seguras.

Para qualquer empresa, ter arquivos organizados é fundamental para garantir a segurança das operações e conseguir bons resultados nos negócios.

Na gestão de resíduos, o controle de documentos é muito importante por causa da imensa gama de obrigações ambientais e das normas estabelecidas pela legislação ambiental.

Dessa forma, o software da VG RESÍDUOS, além de ajudar a melhorar seu controle da geração de resíduos possibilita que as organizações minimizem riscos, seja com acidentes ambientais, multas, prejuízos financeiros, problemas com a comunidade e colaboradores. Assim, as suas funcionalidades e a sua otimização no processo de gestão, fazem com que cada vez mais organizações utilizem a plataforma.

Controle de fornecedores adequados

Controlar a validade de licenças e CADRI`s

Para evitar sanções ambientais é importante que a empresa esteja sempre em dia com a documentação referente a licenças e autorizações de transporte e descarte adequado de resíduos.

Mas antes desse controle a geradora deve contratar empresas de transporte e tratamento de resíduos licenciadas.

As empresas que realizam tais serviços precisam seguir uma série de normas e regras para que o resíduo chegue ao destino final de forma adequada e segura, uma vez que muitos são perigosos, com altas concentrações de poluentes, que representam riscos à saúde das pessoas e ao meio ambiente.

Cumprir as leis ambientais além de ser fator determinante para o sucesso do negócio trás aos clientes a confiança que ao contratar uma empresa especializada em transporte e tratamento de resíduos também estará cumprindo a legislação e será isenta de penalidade por negligenciar o cumprimento da lei.

A VG Resíduos, através da plataforma Mercado de Resíduos, permite que geradores tenham contato e acesso com as transportadoras e tratadoras que garantem um serviço de confiança.

Sendo assim, percebe-se que somente um software online da VG Resíduos pode auxiliar a empresa no controle da validade de licenças e CADRI`s. Além disso, o software auxilia na gestão de resíduos, atendendo às legislações vigentes, como a Política Nacional de Resíduos Sólidos, entre outras.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Conheça as normas aplicáveis ao armazenamento de resíduos por terceiros

resíduos químicos laboratoriais

 

Como acondicionar corretamente resíduos para armazenar ou destinar?

Acondicionar corretamente resíduos

Acondicionar corretamente resíduos se trata do ato de depositá-los em recipientes apropriados e designados para cada tipo de resíduos. Para o acondicionamento adequado devem ser observadas as características e possibilidade de reaproveitamento, tratamento ou destinação para reciclagem.

O acondicionamento deve ser feito de forma cuidadosa. Observando sempre a classificação do resíduo atribuída pela NBR ABNT 10.004. A adoção de boas práticas tanto na coleta, quanto no acondicionamento e no transporte é o primeiro passo para evitar sanções.

Acondicionar corretamente resíduos para armazenar ou destinar otimiza a gestão de resíduos, previne acidentes, minimize o impacto ambiental, além de facilitar a realização da coleta. Confira!

Acondicionamento de resíduos: o que é?

Acondicionar corretamente resíduos

O acondicionamento de resíduos basicamente é a colocação dos resíduos sólidos no interior de recipientes apropriados. Estes recipientes devem proteger os resíduos, garantindo assim que na coleta e no armazenamento não ocorram acidentes e risco de contaminação. Para isso os recipientes precisam ser herméticos de maneira que evite o derramamento de líquidos ou exposição dos mesmos.

O acondicionamento dos resíduos é muito importante no manejo dos resíduos. A qualidade na operação da coleta depende do acondicionamento adequado dos resíduos. Logo, todos os equipamentos para acondicionar corretamente resíduos devem contar com dispositivos que facilitem o seu deslocamento.

É necessário que antes de acondicionar um resíduo seja observado a sua classificação, quantidade e volume. Somente após isso deve ser feito a escolha do recipiente apropriado para o acondicionamento.

O acondicionamento de resíduos perigosos deve ser temporário e até espera para reciclagem, recuperação, tratamento e/ou disposição final. Pode ser realizados em contêineres, tambores, tanques e/ou a granel. Os resíduos inertes e não inertes não devem ser acondicionados juntamente com os resíduos perigosos. Contudo o tipo de recipiente também podem ser em contêineres, tambores, tanques e/ou a granel.

A adoção de boas práticas no acondicionamento evita penalidades legais, uma vez que a própria Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê a responsabilidade do gerador na gestão correta de seus resíduos. Conforme a lei o gerador deve garantir o acondicionamento correto do resíduo.

Leia também: Responsabilidade ambiental no transporte de produtos perigosos

Formas de acondicionar corretamente resíduos

Acondicionar corretamente resíduos

Há diversas maneiras para acondicionar corretamente resíduos de forma que facilite sua coleta, transporte e armazenagem.

Além disso, o acondicionamento correto facilita a venda dos resíduos e a separação de resíduo recicláveis e não recicláveis.

A forma mais tradicional de acondicionamento é em sacos de lixo. Mas será que esse recipiente é ideal para todos os tipos de resíduos?

Vamos conhecer algumas formas de armazenamento:

Caçambas Rollon

As caçambas Rollon são muitos utilizados para acondicionar resíduo: de construção civil, metal, varrição, orgânicos, lodos sólidos, entre outros.

Essa forma de acondicionamento depende basicamente do volume do resíduo gerado.

As caçambas possuem capacidade de 5 m³ ou uma média de 5 toneladas. A empresa deve observar se o volume de resíduo gerado é o suficiente para caçambas, ou seja, é necessário observar o custo beneficio desse tipo de acondicionamento. Não é economicamente viável utilizar esse tipo de acondicionamento se o volume gerado é muito pouco e, no caso, o recolhimento levaria muito tempo, justamente por ocuparem um grande espaço dentro da organização.

Para economizar no transporte é necessário que a coleta seja feita por um caminhão poliguindaste, que permite a coleta de duas a três caçambas por viagem.

Compactadores estacionários ou compactainer

Esses equipamentos são comumente utilizados para acondicionar resíduos orgânicos. No compactador o resíduo é prensado reduzindo assim o seu volume.

Containers

Acondicionar corretamente resíduos

São recipientes utilizados para acondicionar resíduos orgânicos e alguns tipos de recicláveis (papel, papelão e plásticos).

A sua capacidade é de 16 a 18 sacos de 100 l. O volume total de alguns é de 1,20 m³.

A coleta e o transporte dos containers geralmente são feitos por um caminhão compactador que báscula o resíduo internamente.

Contentor de plástico

É utilizado para acondicionar resíduo orgânico e comum.

A capacidade de acondicionamento desses recipientes é de 3 a 4 sacos de lixo de 100 l.

A coleta e o transporte são feitas com caminhão compactador ou adaptada como em um caminhão carroceria.

Tambores e bombonas

Os tambores e as bombonas são utilizados especialmente para o acondicionamento de resíduos industriais.

A indústria deve optar sempre por embalagens para acondicionar seus resíduos que sejam homologadas pelo INMETRO.

Acondicionamento de resíduos de saúde

O acondicionamento de resíduos de saúde necessita de um cuidado especial na gestão de resíduos. O intuito é evitar a contaminação e o risco de acidentes com os resíduos gerados dentro de áreas hospitalares.

Os resíduos infectantes e perfuro cortantes devem ser separados dos resíduos comuns para o acondicionamento correto. Os perfuro cortantes devem ser acondicionados em caixas de material rígido. E os infectantes em sacos plásticos brancos leitosos.

Todas as formas de acondicionamento devem estar devidamente identificadas para que a coleta, o transporte e a destinação final sejam realizados de forma correta.

Acondicionar corretamente resíduos

O sucesso é o gerenciamento correto do resíduo

Acondicionar corretamente resíduos

A gestão de resíduos é uma questão estratégica e de obrigação legal que as empresas devem realizar. Com a gestão é possível criar metas para prevenção, redução, reciclagem, reutilização e destinação adequada. Além de melhorar seu controle da geração de resíduos e identificar quais os tipos de resíduos e volume gerado. Sendo assim, a escolha de qual forma o resíduos deve ser acondicionado é facilitada.

Para facilitar o gerenciamento dentro das organizações, a Verde Ghaia Consultoria, criou o software VG RESÍDUOS. Esse software vislumbra as necessidades dos clientes que demandam de controle total de todos os processos de gerenciamento de resíduos. A principal funcionalidade do software é promover a gestão, eliminando as antigas planilhas de Excel, licenças em PDF, documentos em Word.

A plataforma VG Resíduos realiza toda a gestão de resíduos de uma organização. O seu objetivo é gerar resultados positivos para seus clientes e atender a legislação ambiental. Além do mais, presta serviços de elaboração e implantação de planos de gerenciamento de resíduos e monitora a eficiência das ações.

A empresa possui um sistema online com módulos diferenciados conforme a necessidade do seu segmento: gerador, gerenciador, transportador ou tratador.

Através da gestão eficiente dos resíduos a empresa identifica quais resíduos podem ser comercializados para outros que tenha. Essa negociação pode ser feita através da plataforma Mercado de resíduos. Além do modulo de venda, pela plataforma é possível encontrar empresas especializadas no tratamento de resíduos.

Conclui-se, que acondicionar corretamente resíduos é uma obrigação das empresas para evitar danos ao meio ambiente e a saúde publica. Há várias vantagens para a empresa que realiza a correta gestão de resíduos. Para o acondicionamento correto devem ser observados a classificação do resíduo.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Entenda a diferença entre acondicionamento e armazenamento de resíduos

 

 

 

 

Resíduos de Saúde: Saiba tudo sobre o PGRSS e como elaborá-lo

PGRSS

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é um conjunto de procedimentos que contempla a geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e destinação final desses resíduos.

Um adequado gerenciamento de resíduos de saúde não significa simplesmente dar uma destinação correta para o lixo. Na verdade, vai muito além disso. É necessário um PGRSS.

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é um conjunto de procedimentos que contempla a geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e destinação final desses resíduos.

Os estabelecimentos da área de saúde devem elaborar o plano devido aos riscos à saúde pública e ao meio ambiente quando os resíduos de saúde não recebem um gerenciamento correto. Então, confira neste artigo como elaborar corretamente o PGRSS!

Confira: como a VG Resíduos pode auxiliar na gestão de Resíduos da Saúde?

Mas afinal, o que é PGRSS?

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é um documento técnico referente ao gerenciamento de resíduos de saúde. É de responsabilidade dos estabelecimentos da área da saúde elaborar esse plano.

No PGRSS são estabelecidas as ações para o correto manejo dos resíduos provenientes de todos os serviços relacionados ao atendimento á saúde humana e animal.

O PGRSS é regulamentado pelas resoluções CONAMA nº 283/01, CONAMA nº 358/05 e ANVISA RDC 306/04.

Baseado nos princípios da não geração e da minimização, também, visa ao tratamento e disposição final daqueles, que por suas características, necessitam de processos de manejo diferenciado.

A elaboração desse plano objetiva, também, a proteção dos trabalhadores envolvidos e a preservação dos recursos naturais, do meio ambiente e da saúde pública.

Elaborar um PGRSS, além de ser um passo de extrema importância para garantir o correto gerenciamento de resíduos de saúde e trazer muitos benefícios, é obrigatório para muitos estabelecimentos. 

Confira: como a decisão do STF impacta na gestão de resíduos da sua empresa?

Quem deve elaborar o PGRSS?

PGRSS

Todos os empreendimentos que prestam serviços relacionados ao atendimento à saúde humana e animal são considerados geradores de resíduos de saúde. Portanto, conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos todos esses geradores devem fazer um PGRSS.

Estão incluídos também as clínicas odontológicas, estúdios de tatuagem, clínicas veterinárias, necrotérios e funerárias, drogarias, farmácias e clínicas de acupuntura Se um estabelecimento não elaborar o PGRSS estará sujeito a multas e atuações, já que o plano integra o licenciamento ambiental e pode ser exigido e fiscalizado pelos órgãos de saúde.

Leia mais: como controlar toda documentação da sua empresa?

Normas importantes para a elaboração do PGRSS

Além das resoluções citadas acima, dos requisitos estaduais e municipais o PGRSS deve se basear nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

 

Normas Descrição
NBR 7.500 Símbolo de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de material
NBR 7.501 Terminologia de transporte de resíduos perigosos
NBR 7.503 Ficha de emergência para transporte de produtos perigosos
NBR 7.504 Envelope para o transporte de produtos perigosos
NBR 8.285 Preenchimento da ficha de emergência para transporte de resíduos perigosos
NBR 9.190 Classificação dos sacos plásticos para o acondicionamento
NBR 9.191 Especificação de sacos plásticos para acondicionamento
NBR 12.807 Terminologia dos resíduos de serviço de saúde
NBR 12.808 Resíduos de serviço de saúde
NBR 12.809 Resíduos de serviço de saúde
NBR 12.810 Coleta dos resíduos de serviço de saúde
NBR 13.853 Coletores para os resíduos de serviço de saúde perfurocortantes e cortantes

Os passos para elaborar o PGRSS

PGRSS

Abaixo citamos os principais passos para elaborar corretamente o PGRSS.

1. Diagnóstico dos resíduos gerados

O primeiro passo para a elaboração do PGRSS é conhecer os tipos e quantidades de resíduos de saúde que a organização gera.

Os resíduos de saúde são divididos em cinco grupos, de acordo com as suas características físico-químicas. Na ANVISA RDC 306/04 estão definidos todos esses grupos. São eles:

  • Grupo A: são aqueles com presença de agentes biológicos e que podem apresentar risco de infecção.
  • Grupo  B: são aqueles que contêm substâncias químicas que apresentam risco à saúde pública ou ao meio ambiente. Possui características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxidade.
  • Grupo C: são os rejeitos radioativos.
  • Grupo D: são aqueles classificados como resíduos comuns, exemplos, material de escritórios, resíduo orgânico e etc.
  • Grupo E: são os materiais perfurocortantes e todos os utensílios de vidros quebrados.

Somente, após a classificação dos resíduos de saúde em seus respectivos grupos, será possível definir as próximas etapas do gerenciamento de resíduos de saúde.

Além disso, o estabelecimento deve analisar quais os requisitos legais aplicáveis na segregação, no armazenamento ou no transporte interno.

Leia também: como o ODS ONU influencia na gestão de resíduos da minha empresa?

2. Ações relativas ao manejo

O empreendimento deve informar no PGRSS os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final.

Além disso, deve descrever as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente.

Nessa fase de elaboração do PGRSS são definidos quais resíduos serão reciclados e as práticas adotadas. Importante lembrar que somente os resíduos do grupo B e D podem ser reciclados.

Saiba mais: qual a importância da auditoria de fornecedor para geradores de resíduos?

3. Descrever as rotinas e processos de higienização e limpeza 

PGRSS

Outro passo de elaboração do PGRSS é descrever ações referentes aos processos de prevenção de saúde do trabalhador, como: uso de EPIs, treinamentos obrigatórios, imunizações necessárias, etc…

3. Descrever ações preventivas e corretivas

No PGRSS devem ser descritos as ações preventivas e corretivas a serem executadas em situações de gerenciamento incorreto ou acidentes.

4. Monitoramento e avaliação do PGRSS

O estabelecimento de saúde deve monitorar e avaliar o PGRSS, de acordo com a periodicidade definida no licenciamento ambiental.

Devem-se constar os seguintes indicadores mínimos, com frequência anual:

  • taxa de acidentes com resíduo perfurocortante;
  • variação da geração de resíduos;
  • variação da proporção de resíduos dos Grupos A, B, D e E;
  • variação do percentual de reciclagem.

Saiba mais: gestão de Resíduos: como controlar toda documentação da sua empresa?

5. Desenvolvimento e implantação de programas de capacitação

PGRSS

A unidade de saúde deve descrever no PGRSS quais serão os programas de capitação para manuseio e gerenciamento correto dos resíduos de saúde.

O desenvolvimento deve abranger todos os setores envolvidos.

O conteúdo dos programas de capacitação devem fornecer:

  • noções gerais sobre o ciclo da vida dos materiais;
  • conhecimento da legislação ambiental, de limpeza pública e de vigilância sanitária;
  • definições, tipo e classificação dos resíduos e potencial de risco;
  • sistema de gerenciamento adotado internamente no estabelecimento (incluindo as formas de segregação, acondicionamento e transporte dos resíduos);
  • formas de reduzir a geração de resíduos e reutilização de materiais;
  • conhecimento das responsabilidades e de tarefas;
  • reconhecimento dos símbolos de identificação das classes de resíduos;
  • conhecimento sobre a utilização dos veículos de coleta;
  • orientações quanto ao uso de Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva;
  • orientações sobre biossegurança;
  • orientações quanto à higiene pessoal e dos ambientes;
  • orientações especiais e treinamento em proteção radiológica;
  • providências a serem tomadas em caso de acidentes e de situações emergenciais;
  • visão básica do gerenciamento dos resíduos sólidos no município;
  • noções básicas de controle de infecção e de contaminação química.

Assim sendo, a elaboração do PGRSS deve ser integrada e continuada na empresa. A unidade de saúde deve entender que o documento não é apenas de regularização, mas sim, um passo a passo que descreve a maneira como se deve executar as tarefas ligadas ao manejo de resíduos.

Dessa forma, tentar elaborar sozinho o PGRSS para um empreendimento encontra com um empecilho que é a falta de conhecimento técnico, pois há tantas informações técnicas, normas e legislações necessárias. Contudo, a organização pode contar com a VG Resíduos, que é uma empresa especializada em gerenciamento de resíduos. Na plataforma é possível encontrar tudo que a empresa precisa para elaborar o PGRSS.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Como a Gestão de Resíduos Auxilia Sua Empresa a Afastar Passivos Ambientais?

lei ambiental sobre logística reversa de medicamentos

 

Como a decisão do STF impacta na gestão de resíduos da sua empresa?

gestão de resíduos

Em fevereiro deste ano o Supremo Tribunal Federal (STF) votou uma pauta que pode prejudicar a gestão de resíduos no Brasil. O STF tornou ilegal a construção de aterros sanitários em Áreas de Proteção Permanente (APPs). A decisão ainda depende do acórdão do ministro Luiz Fux para definir a funcionalidade dos aterros já existentes. Porém, se a resolução do STF valer também para os aterros já ativos será criado um grande impasse. Dezesseis capitais brasileiras terão que encontrar novos locais ou formas de destinação dos resíduos. Há o risco de um encaminhamento inadequado e o reaparecimento dos lixões.

Até então, os terrenos que abrigavam aterros sanitários eram considerados de interesse público e, assim, podiam ocupar as reservas naturais. Esta matéria aponta que, com essa concessão, 80% dos aterros estão pelo menos parcialmente em áreas de proteção ambiental. No entanto, com a decisão do STF, os aterros perdem a utilidade pública e tornam-se ilegais quando construídos em reservas naturais.

Mas qual a repercussão sobre essa decisão do STF? O que levou o Tribunal a considerar os aterros sanitários ilegais? Como a resolução pode afetar empresas especializadas em gestão de resíduos? A seguir, você confere essas respostas. Acompanhe!

Saiba mais: O ODS ONU influencia na gestão de resíduos da minha empresa?

Entenda as repercussões da decisão do STF

gestão de resíduos

A decisão do Tribunal de tornar ilegal a construção de aterros em reservas ambientais não foi bem recebida pela especialista Nina Orlow. Integrante do movimento Aliança Resíduo Zero Brasil, Nina acredita que os juízes se equivocaram sobre a função do aterro sanitário. Nesta reportagem, a ambientalista defende que os aterros funcionam como um mal necessário.

Segundo a ambientalista, o Brasil já tem regras claras para o funcionamento dos aterros sanitários, incluídas na Política Nacional de Resíduos Sólidos. A lei recomenda que os aterros sanitários sejam o último recurso para a destinação dos resíduos, destaca a especialista. Antes de enviar as sobras para esses terrenos é necessário apostar em alternativas como a reciclagem e a logística reversa. No entanto, quando essas soluções são inviáveis, o aterro sanitário é a destinação possível e, sendo assim, os locais devem ser considerados de utilidade pública.

A decisão do STF também não foi aprovada pelo o especialista em sustentabilidade e resíduos sólidos, Carlos Rossin. Nesta entrevista ao programa de rádio Revista Brasil, da EBC, o especialista considera que há o risco de reaparecimento dos lixões. O perigo seria porque a resolução restringe os locais onde podem ser instalados os aterros, que precisam de terrenos de grande porte. Impedidos de serem destinados a terrenos com essas características, os resíduos teriam que ser encaminhados a locais pequenos. A consequência, segundo o especialista, é que as sobras ficariam em áreas sem a devida infraestrutura, colocando em risco o meio ambiente.

Saiba o que motivou a decisão do STF

gestão de resíduos

A resolução do STF em relação aos aterros sanitários foi um veto a um dos dispositivos do Código Florestal brasileiro. Instituído pela Lei federal 12.651, de 25 de maio de 2012, o Código Florestal trata das atividades realizadas em APPs. Em seu artigo 8º determina que as reservas naturais podem sofrer intervenções ou supressões para o desenvolvimento de atividades de interesse público:

“A intervenção ou a supressão de vegetação nativa em Área de Preservação Permanente somente ocorrerá nas hipóteses de utilidade pública, de interesse social ou de baixo impacto ambiental previstas nesta Lei”.

Entre as atividades listadas pelo Código Florestal como de interesse público está a gestão de resíduos e a licença para os aterros sanitários. No entendimento do STF, porém, não deve haver concessão para o funcionamento de aterros em APPs, pois isso coloca em risco o meio ambiente.

Leia também: qual a importância da auditoria de fornecedor para geradores de resíduos?

Compreenda a diferença entre aterro e lixão

gestão de resíduos

Na opinião do advogado Fabrício Soller, houve um equívoco na decisão do STF que interpretou gestão de resíduos como lixão. Resíduos dispostos a céu aberto, sem o devido tratamento, caracterizam os lixões.

Já o aterro sanitário, segundo o advogado, é “uma estrutura ambientalmente licenciada — corresponde à técnica de disposição ordenada de resíduos, sem causar impacto negativo ao ambiente, à saúde e à segurança das pessoas, método que utiliza princípios de engenharia para confinar os resíduos à menor área possível e reduzi-los ao menor volume permissível. É, irrefutavelmente, de utilidade pública”.

Os aterros sanitários, na forma como funcionam hoje, precisam seguir à risca as diretrizes ambientais. A decomposição final dos resíduos deve ser feita da maneira mais ambientalmente correta possível. Para não causar danos ao meio ambiente e à saúde pública, os resíduos sólidos devem ser reduzidos ao máximo. Entre outras providências, uma camada de terra deve ser jogada sobre os resíduos na conclusão de cada trabalho.

Veja os impactos para as geradoras e tratadoras de resíduos

gestão de resíduos

Se for mantido o texto final do STF, as geradoras ou tratadoras de resíduos terão que encontrar alternativas aos aterros sanitários. No momento, as licenças para a abertura de novos aterros estão paralisadas.

É importante considerar alternativas que não só reduzam a geração de resíduos, como também as reciclem, evitando que as sobras se acumulem. Essas práticas são a base da política de gestão de resíduos sólidos, que fica ameaçada com a decisão do STF.

Soluções ambientalmente adequadas terão que ser implantadas e um caminho é contar com uma consultoria que aponte as melhores decisões. Os profissionais do grupo Verde Ghaia podem instruir as empresas quanto os encaminhamentos do STF e as práticas que evitem os lixões.

No entanto, na hipótese de uma revisão da resolução do STF, a gestão de resíduos no Brasil poderia continuar avançando. Reconsiderando o manejo de resíduos como um serviço de utilidade pública se evitaria a destinação das sobras para terrenos irregulares como os lixões.  Todo o esforço para uma política adequada de destinação dos resíduos não sofreria um retrocesso e a natureza e os indivíduos seriam poupados.

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Se quiser aprofundar mais sobre o assunto leia este outro artigo do blog: Como a Gestão de Resíduos Auxilia Sua Empresa a Afastar Passivos Ambientais?

 

 

Como a Gestão de Resíduos Auxilia Sua Empresa a Afastar Passivos Ambientais?

passivos ambientais

Uma gestão de resíduos regular e bem feita é muito importante para evitar ao seu negócio geração de passivos ambientais e problemas com órgãos de fiscalização

Empresas com processos organizados praticam a gestão adequada de todos os seus passivos, os financeiros, jurídicos, trabalhistas, operacionais e também os passivos ambientais. Estes últimos devem receber atenção especial, uma vez que a legislação a seu respeito vem sendo incrementada a cada ano.

A fiscalização das empresas quanto ao cumprimento das leis ambientais vem crescendo muito no Brasil, governos municipais, estaduais e a união estão agindo no sentido de fechar o cerco às empresas que, de alguma forma, descumprem a legislação aplicável.

O problema é que as leis são complexas e seu atendimento é burocrático. Além do mais, não existe um padrão legal para todo o país, pode ser que as regras a serem seguidas variem até de município para município, torando a vida do empreendedor muito difícil, uma vez que ele já precisa se preocupar com seus negócios, ainda tem que gastar tempo entendendo as diversas leis de meio ambiente se policiando para não gerar passivos ambientais.

Leia também: Como empresas estão lucrando com a logística reversa do isopor

O que são passivos ambientais?

passivos ambientais

Os passivos ambientais são todas as ações executadas pela empresa, que podem gerar algum tipo de sanção no futuro, ou seja, ações que deixam aberto um possível “passivo financeiro” para a companhia, uma vez que, em caso de aplicação da sanção, haverá um custo de reparação.

Os passivos ambientais são exatamente iguais ao operacionais (causados por execuções incorretas ou imprecisas), trabalhistas (causados por descumprimento às leis do trabalho) e financeiros (causados pela geração de obrigações futuras). A diferença básica, é que os passivos ambientais são causados unicamente pelo relacionamento da empresa com o meio ambiente, o que amplia muito a sua possibilidade de ocorrência.

Desde caminhões desregulados que poluem excessivamente, até a contaminação de rios e mananciais, há uma infinidade de possibilidades de descumprimento da legislação ambiental vigente, contudo, há uma categoria especial de passivos ambientais que deve ser considerada, a que trata da gestão inadequada de resíduos, uma vez que todas as organizações geram estes materiais, em maior ou menor grau.

Passivos ambientais causados por má gestão de resíduos

passivos ambientais

A principal lei ambiental brasileira é a de nº 12.305/2010 que estabelece a política nacional de resíduos sólidos. Ela conserva a Lei nº 9.605/1998, que determina as sanções penais e administrativas às condutas ilegais em relação ao meio ambiente.

Pessoas físicas podem ter que arcar com multas que variam de R$50,00 a R$500,00, dependendo da gravidade da infração. Tais multas são aplicáveis a casos como não separação do lixo, descarte de resíduos em vias, rios, lagos e etc.

Já as pessoas jurídicas, podem sofrer com multas que variam de R$500,00 a R$2 milhões, além do mais, pode haver responsabilização penal dos responsáveis pela ação criminosa, sendo que a lei considera a reclusão de seis meses a um ano para crimes não intencionais e de um a seis anos para crimes intencionais.

A política nacional de resíduos sólidos considera que o passivo ambiental se distribui à toda cadeia logística, por exemplo, se a empresa envia para um centro de reciclagem, um material que deveria ser incinerado e este centro não retorna o material ao gerador para a destinação correta, ele passa a sofrer responsabilização solidária pelo feito, ou seja, acumula para si um passivo ambiental.

Saiba mais: 100 Open Startups: qual importância para uma startup como a VG Resíduos?

Otimizando a gestão de resíduos 

passivos ambientais

A acumulação de passivos ambientais é inevitável para empresas que desconhecem a legislação, muitas vezes as companhias acabam descumprindo as leis sem intenção alguma de cometer infrações ou negligenciar as normas.

A solução mais usada no mercado vem sendo a contratação de consultorias ambientais que possam auxiliar a empresa na interpretação da lei e na adequação de seus processos à conformidade legal.

Contudo, nos últimos anos, com o avanço das tecnologias, alternativas mais baratas e produtivas têm surgido, especialmente no caso dos passivos ambientais causados por gestão inadequada de resíduos.

Softwares que ajudam a empresa a gerenciar e destinar corretamente seus materiais tem ganhado espaço e reduzindo os custos deste tipo de atividade para as organizações.

Saiba também: Mercado de Resíduos: obtenha mais clientes e amplie o seu negócio agora!

Um exemplo destes softwares é o VG Resíduos, um sistema online que realiza de forma automática toda a gestão de resíduos da empresa, desde o cadastro da geração de rotina até a emissão de todos os documentos e registros obrigatórios. O sistema faz tudo sozinho.

Há também a rastreabilidade dos registros, o que permite que todos os resíduos gerados ao longo dos anos sejam cadastrados e documentados, gerando provas de destinação adequada e evitando que a empresa seja alvo de multas aplicadas por fiscalização repentina.

Destinando corretamente os resíduos para evitar sanções

passivos ambientais

Grande parte das infrações relacionadas à gestão inadequada de resíduos se dá na fase do descarte, assim, o ponto crítico para as empresas é a realização da destinação adequada.

Softwares como o VG Resíduos permitem que o descarte seja realizado de maneira adequada. A plataforma trabalha em conjunto com o Mercado de Resíduos, que é um outro sistema encarregado de encontrar tratadores com licenças regulares e preços baixos.

O Mercado de Resíduos realiza leilões com os materiais a serem descartados pela empresa. Desta forma, todas as vezes que em há um novo resíduo cadastrado, os tratadores mais próximos à organização recebem alertas para darem seus lances, ou seja, quanto cobrariam ou pagariam pelo material ofertado.

Após o término do leilão, a empresa recebe o contato do tratador vencedor e este recebe os dados da organização geradora. O mais importante é que apenas tratadores licenciados para o resíduo cadastrado podem participar do leilão, eliminando qualquer possibilidade de geração de passivo ambiental.

Todas as organizações precisam realizar corretamente a gestão de seus passivos, uma vez que estes representam todas as saídas de caixa possíveis.

Dentre eles, um dos mais importantes é o passivo ambiental, uma vez que o descumprimento da legislação pode gerar multas de valores muito expressivos.

Por isso, uma gestão de resíduos regular, apoiada em ferramentas de última geração é fundamental para evitar surpresas indesejadas junto aos órgãos de fiscalização.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Gestão de Resíduos: como controlar toda documentação da sua empresa?

Sete dicas para vender resíduos e lucrar no Mercado de Resíduos

vender resíduos

As empresas geradoras podem vender resíduos e ganhar dinheiro com isso, você sabia? Atualmente, há alternativas rentáveis para os materiais que anteriormente só tinham como destino os aterros sanitários e lixões.

A legislação ambiental brasileira, com as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos, exige que as empresas tenham outra postura. Não é mais recomendável que as organizações simplesmente destinem seus resíduos para os aterros ou lixões. O ideal é que as geradoras gerenciem corretamente os resíduos, usando tecnologias que diminuam os materiais produzidos e descartados. Existe também uma alternativa ecologicamente correta e rentável: vender os resíduos para tratadoras que reciclem os materiais.

Mas como vender os resíduos de forma segura e rentável? Como encontrar parceiros interessados e complementar os rendimentos do seu negócio? A seguir, você conhecerá dicas para comercializar e lucrar no Mercado de Resíduos. Acompanhe!

Confira: Porque aplicar a política dos 5R´s para reduzir a geração de resíduos?

Dica 1: Faça um diagnóstico dos resíduos gerados

Um primeiro passo importante para a empresa que pretende vender os resíduos é analisar as sobras geradas. Fazendo um diagnóstico dos resíduos produzidos é possível saber os clientes em potencial desses materiais.

Nesse sentido, é importante entender a classificação e a caracterização dos resíduos. Quanto à classificação, no Brasil ela é determinada pela NBR 10.004/04 da ABNT. Por meio dela, sabem-se os riscos potenciais para o meio ambiente e a saúde pública que os resíduos podem causar.

Pela NBR 1004/04 os resíduos são classificados como:

  • Resíduos Classe I – Perigosos:  apresentam periculosidade e características como inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade;
  • Resíduos Classe II A – Não Inertes:  não se enquadram nas classificações de resíduos classe I – Perigosos ou de resíduos classe II B – Inertes. Podem ter propriedades como: biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água;
  • Resíduos Classe II B – Inertes: não se decompõem e não sofrem alteração da sua composição com o passar o tempo. Em contato com solo ou água não são poluentes, porque não liberam substâncias nocivas.

Já em relação à caracterização, os resíduos devem ser diagnosticados quanto:

  • origem: em qual estado físico o resíduo se encontra; o seu aspecto; cor; se possui odor; e o grau de heterogeneidade;
  • estado físico: em qual processo originou-se; de qual atividade industrial pertence; e qual o seu principal constituinte;
  • melhor destinação: se deve ser enviado para aterro ou pode ser recuperado por empresas tratadoras.

Dica 2: Como vender resíduos?

vender resíduos

Uma segunda dica é aderir ao Mercado de Resíduos. Consiste em uma plataforma eletrônica que facilita a venda e a compra de resíduos. Por meio dela, as empresas geradoras podem comercializar resíduos, mas também trocar e comprar, além de contratar fornecedores para transporte e tratamento.

Por meio digital, geradores e tratadores de resíduos podem realizar parcerias. Basta que as geradoras se cadastrem na plataforma e informem qual resíduo produzem. Da mesma forma, tratadoras cadastradas têm acesso aos materiais das geradoras, podendo se interessar pelas sobras.  De maneira totalmente automatizada, a plataforma coloca gerador e tratador em contato, selecionando as melhores propostas para cada negócio.

Dica 3: Siga os princípios da sustentabilidade

É preciso entender que a venda de resíduos não traz somente ganhos financeiros. O lucro é um dos pilares da sustentabilidade, mas essa prática também engloba a preocupação com o planeta e as pessoas.

Sendo assim, além de renda extra, ao comercializar os resíduos, a geradora deve poupar o meio ambiente e a saúde humana. As sobras geradas não podem ficar entulhadas nas indústrias e estabelecimentos. Isso significa desperdício, poluição e problemas como a geração de gases que provocam o efeito estufa.

A opção pelo Mercado de Resíduos, destinando as sobras para empresas tratadoras, é uma maneira de ganhar dinheiro, sendo ecologicamente responsável.

Leia também: Como deve ser feito o descarte de resíduo radioativo hospitalar?

Dica 4: Atente para o potencial dos resíduos

vender resíduos

Outra dica importante para as geradoras é que o potencial de negócios voltados para os resíduos só tende a crescer.

Esta reportagem mostra que, o contrário dos Estados Unidos, a maior parte do lixo brasileiro é orgânica — basicamente, restos alimentares. Mas isso deverá mudar porque o poder de consumo do brasileiro será muito maior em dois anos.

Com maior consumo, como o de aparelhos celulares, maior a geração de resíduos e a necessidade de transformá-los em dividendos.

Saiba mais: como a VG Resíduos pode ajudar na gestão de resíduos da sua empresa?

Dica 5: Tenha parceiros confiáveis

Outra medida essencial é formar uma boa cartela de clientes. Não adianta a empresa ter um montante de resíduos para comercializar se não encontrar o público adequado para sua oferta.

Na plataforma Mercado de Resíduos, do Grupo Verde Ghaia, somente empresas em conformidade com as legislações podem compor o quadro de negociantes. Isso é uma garantia de que geradora vai lidar com parceiros confiáveis, tendo segurança nas vendas acordadas.

Dica 6: Cumpra a legislação ambiental

vender resíduos

Com o surgimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, aumentou a pressão sobre as empresas pelo gerenciamento correto das sobras. Não é mais possível que as organizações descartem os resíduos de forma negligente, destinando-os a locais inapropriados.

As empresas que geram resíduos, mas descumprem leis ambientais podem ser seriamente prejudicadas. As organizações podem ser multadas, sofrerem embargos e perderem credibilidade no mercado.

Dica 7: Contrate consultores especializados

Uma última dica está relacionada aos serviços de uma consultoria. Para as empresas que pretendem lucrar com a comercialização dos resíduos, uma medida acertada é contar com um suporte de profissionais especializados.

A consultoria pode auxiliar a geradora a diagnosticar o tipo de resíduo e o mercado que demanda os materiais. Além disso, com a consultoria, a geradora pode implantar um Sistema de Gestão Ambiental eficiente, tendo sucesso na certificação ISO 14001.

Como se vê, existe um caminho ecologicamente correto e seguro para lucrar com o Mercado de Resíduos. Eles podem ser vendidos para tratadoras que reciclem os materiais, dando vida nova ao que seria desperdiçado. Seguindo os passos corretos é possível comercializar os resíduos de forma segura e rentável, complementando os lucros do seu negócio.

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Se quiser aprofundar mais sobre o assunto leia este outro artigo do blog: Gestão de Resíduos: como controlar toda documentação da sua empresa?

 

Gestão de Resíduos: como controlar toda documentação da sua empresa?

Gestão de Resíduos

A gestão de resíduos demonstra ser uma aliada das organizações para eliminar os impactos negativos que os resíduos causam principalmente os associados à destinação final.

A falta de gestão de resíduos dentro de um empreendimento pode conduzir a vários problemas, como: contaminação do solo; contaminação das águas; aumento da população de ratos, baratas e moscas; aumento dos custos de produtos e serviços; entupimento das redes de drenagem das águas de chuva; etc.

Para o sucesso da gestão de resíduos ter controle sob os documentos é essencial para que as atividades ocorram com fluidez e efetividade. Além do mais, evita que os documentos comprobatórios do transporte e destinação sejam perdidos. Então, confira como controlar toda a documentação necessária para gestão de resíduos de uma empresa!

Confira: cinco dicas para realizar o gerenciamento de resíduos hospitalares

Porque fazer gestão de resíduos?

 

Gestão de Resíduos

A gestão de resíduos significa adotar um conjunto de ações adequadas nas etapas de coleta, armazenamento, transporte, tratamento, destinação e disposição final ambientalmente adequada. Seu principal objetivo é a minimização da produção de resíduos, visando à preservação da saúde pública e a qualidade do meio ambiente.

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), do Ministério do Meio Ambiente, a gestão deve garantir o máximo de reaproveitamento e reciclagem e a minimização dos rejeitos.

Com a gestão as empresas também tem a oportunidade de ganharem dinheiro com a compra e venda de resíduos. Além disso, identifica deficiências do processo produtivo, reduzindo desperdícios e custos, aumentando a lucratividade dos negócios e contribuindo para o desenvolvimento sustentável.

Contribui, também, para uma imagem positiva diante de seus clientes, parceiros e a comunidade local. Garante o cumprimento dos requisitos legais, minimizando os riscos de multas e punições.

Porque controlar toda a documentação da gestão de resíduos?

Gestão de Resíduos

Para qualquer empresa, ter arquivos organizados é fundamental para garantir a segurança das operações e conseguir bons resultados nos negócios.

Na gestão de resíduos, o controle de documentos é muito importante por causa da imensa gama de obrigações ambientais e das normas estabelecidas pela legislação ambiental.

Manter tudo atualizado e acessível é importante uma vez que a organização deve comprovar o transporte e destinação final dos resíduos.

A melhor maneira de gerir todos os documentos comprobatórios necessários é com o uso de ferramentas que auxiliem no arquivamento de documentos.

No mercado existe vários software que realizam a gestão dos documentos em uma empresa. Na plataforma VG Resíduos é possível realizar a gestão completa do processo, monitorar históricos e tomar decisões estratégicas baseadas em gráficos e relatórios.

Leia também: Lodo Biológico: como sua empresa deve destinar corretamente?

O uso da tecnologia na gestão de resíduos

O uso da tecnologia digital para controle de documentos surge com grande aliada para gestão de resíduos.

Todos os envolvidos no gerenciamento podem trabalhar de forma sistematizada e organizada, aumentando eficácia da gestão.

Os acompanhamentos podem ser feitos em um ambiente virtual. Isso aumenta a agilidade dos processos e a segurança das informações.

A plataforma VG Resíduos realiza toda a gestão de resíduos de uma organização. O seu objetivo é gerar resultados positivos para seus clientes e atender a legislação ambiental. Além do mais, presta serviços de elaboração e implantação de planos de gerenciamento de resíduos e monitora a eficiência das ações.

A empresa possui um sistema online com módulos diferenciados conforme a necessidade do seu segmento: gerador, gerenciador, transportador ou tratador.

Vantagens do controle de documentos

Os benefícios em ter controle de documentos na gestão de resíduos são inúmeros, entre eles:

  • auxilia no cumprimento da Política Nacional de Resíduos, pois são geridos todos os documentos necessários para o cumprimento da legislação ambiental;
  • facilita a gestão de informações e evita perdas dos documentos comprobatórios;
  • padroniza a comunicação com fornecedores;
  • minimiza a possibilidade de passivos ambientais e prejuízos para a empresa;
  • permite o controle completo de documentação e licenças;
  • otimiza a elaboração de relatórios e inventários
  • auxilia no cumprimento de prazo, evitando o atraso.

Documentos necessários para gestão de resíduos

Gestão de Resíduos

Sabemos a importância da gestão de resíduos, não só por cumprir os requisitos legais, mas também por trazer diversos benefícios à empresa.

Para conseguir realizar a gestão adequadamente muitas organizações procuram os serviços de empresas terceirizadas especializadas na coleta, transporte e tratamento de resíduos. Essas terceirizadas especializadas garante que o trabalho seja feito de forma adequada. Além do mais, representa uma redução nos custos para os geradores de resíduos.

No entanto, a organização deve ter conhecimento de todos os documentos obrigatórios que a terceirizada contratada deve fornecer como garantia da coleta, transporte e descarte adequado para cada categoria de resíduo.

Abaixo listamos os documentos obrigatórios que devem ser controlados.

Leia também: resíduos sólidos: o que são, legislação a respeito e como destinar e tratar corretamente?

CADRI

CADRI é um certificado de movimentação de resíduos de interesse ambiental. É uma ferramenta que demonstra que o resíduo está sendo transportado para um local de reprocessamento, armazenamento, tratamento ou disposição final.

É um documento emitido pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB). Trata-se de um instrumento de fiscalização exclusivo do estado de São Paulo.

Os tipos de resíduos que exigem o CADRI encontram-se divididos em duas classes:

Resíduos Classe I – Perigosos

Resíduos Classe II A – Não Inertes

Abaixo seguem exemplos de Resíduos de Interesse Ambiental:

  • resíduos industriais perigosos;
  • resíduo sólido domiciliar;
  • lodo de sistema de tratamento de efluentes líquidos industriais ou de sanitários;
  • EPI contaminado e embalagens contendo PCB;
  • resíduos de curtume não caracterizados como Classe I;
  • resíduos de indústria de fundição não caracterizados como Classe I;
  • resíduos de portos e aeroportos;
  • resíduos de serviços de saúde, dos Grupos A, B e E;
  • resíduos de agrotóxicos e suas embalagens.

MTR

Gestão de Resíduos

MTR é a sigla de Manifesto de Transporte de Resíduos.

A emissão do MTR é obrigatória para conhecer e monitorar a destinação do resíduo gerado e tratado. Além disso, através dele é possível controlar a forma adequada do transporte entre gerador e receptor e o encaminhamento para locais licenciados. Com o MTR é possível diminuir os riscos do manejo e transporte inadequado e ilegal dos resíduos por parte dos transportadores e receptores de resíduos.

Saiba para quem é obrigatória a emissão do MTR e como proceder.

Certificado de Destinação de Resíduos

O certificado de destinação final de resíduos é um documento emitido pela empresa receptora dos resíduos, e que comprova o seu recebimento. Com ele a empresa geradora comprova que tiveram o devido cuidado com a destinação final dos resíduos.

Sabemos que quando uma empresa não documenta e também não promove o controle de documentos, etapas/ações significativas do negócio podem se perder ou sofrer modificações indesejadas. O controle de documentos na gestão de resíduos é mais que necessária para a organização ter controle de todos os documentos obrigatórios. Tendo esse controle é possível comprovar que a empresa dá o destino ambientalmente correto a seus resíduos.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Como a VG Resíduos pode ajudar na gestão de resíduos da sua empresa?

 

 

Como a VG Resíduos pode ajudar na gestão de resíduos da sua empresa?

gestão de resíduos

Sua empresa está em dia com a gestão de resíduos? Não dá mais para deixar o lixo sujar o nome de sua empresa. Por isso, há diversas vantagens na contratação de uma startup como a VG Resíduos, do grupo Verde Ghaia. Através de uma plataforma online, a VG Resíduos tem toda a expertise para a gestão de resíduos de uma empresa.

E por que é importante gerenciar os resíduos de uma organização? Muitas empresas negligenciam as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), criada para reduzir o volume e estimular a reciclagem. As estatísticas apontam que no montante de 1,5 milhão de indústrias no Brasil, apenas 3% gerenciam seus resíduos. Isso representa o desperdício de 8 bilhões de reais.

Contando com um suporte como o da VG Resíduos, as empresas podem ganhar uma série de vantagens. Não têm altos custos com a logística de tratamento do lixo e adotam um processo simplificado para destinação das sobras. Além disso, a organização que gerencia corretamente seus resíduos zera riscos e multas ambientais e aumenta a sua reputação.

Acompanhe, a seguir, as vantagens de contar com a plataforma da VG Resíduos.

Veja por que a VG Resíduos pode auxiliar empresas

gestão de resíduos

A VG Resíduos tem 18 anos de atuação e ocupa o terceiro lugar entre as 100 startups mais promissoras do Brasil.  No ranking 2017 da publicação 100 Open Startups, a VG Resíduos foi um dos três negócios mais atraentes para o mercado. A avaliação envolveu quase três mil empresas distribuídas em 24 estados brasileiros.

Mas o que a VG Resíduos oferece de diferencial para sua empresa? Ela apresenta soluções para organizações que não sabem ou precisam aperfeiçoar a gestão de resíduos, um dos grandes problemas da atualidade. O volume de resíduos gerados não para de crescer, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).  Em 2015 foram geradas 79,9 milhões de toneladas de resíduos sólidos, 1,7% a mais do que no ano anterior.

As soluções da VG Resíduos envolvem todo o gerenciamento dessas sobras dos processos de produção empresariais. As orientações vão desde processos para evitar a geração excessiva de resíduos até como dar uma destinação correta às sobras. Todo o suporte é feito de maneira ecologicamente correta, seguindo as leis ambientais.

Compreenda a importância da gestão de resíduos

gestão de resíduos

Embora apenas 3% das indústrias brasileiras gerenciem seus resíduos, essa é uma pauta que precisa de extrema atenção. Reverter o problema do excesso de resíduos e da degradação ambiental é um desafio, por isso a criação de leis ambientais.

Desde 2010, a questão dos resíduos sólidos brasileiros vem sendo tratado à luz da Lei 12.305. Conhecida como Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), determina as ações adequadas em cada fase da gestão dos resíduos. Seu objetivo principal é minimizar a produção das sobras e estimular ao máximo o reaproveitamento e reciclagem, visando a preservação da saúde pública e do meio ambiente.

As empresas que ignoram essas leis ambientais podem ser multadas, perdendo rentabilidade. Se o passivo ambiental gerado for grave, a organização pode sofrer dano de imagem e até ter seu funcionamento suspenso.

A VG Resíduos conhece as diretrizes ambientais e pode dar a consultoria ideal às empresas que precisam gerenciar seus resíduos. A startup trabalha com o conceito de logística reversa, preconizada pela PNRS, e estimula seus clientes a adotarem essa prática.

Trata-se de processo pelo qual as organizações são obrigadas a estruturar um sistema de logística que faça os produtos retornarem à sua origem. Isso se dá com a coleta das mercadorias depois de usadas pelo consumidor. Com a reciclagem dos produtos pós-consumo é possível a recuperação da matéria-prima e/ou a formação de subproduto com valor comercial.

Conheça como a gestão de resíduos pode ser lucrativa

gestão de resíduos

Atuando nessas três frentes, gerenciamento de resíduos, Mercado de Resíduos e logística reversa, a VG Resíduos pode impulsionar uma organização.

Contando com o suporte da startup, é possível ser mais lucrativa, pois as organizações:

  • evitam multas;
  • evitam notificações ambientais;
  • reduzem os custos dos resíduos;
  • geram receitas;
  • tornam-se mais sustentáveis;
  • obtêm mais credibilidade no mercado;
  • reciclam e investem menos em matéria-prima.

Como se vê, é estratégico contar com o suporte de uma startup que é referência no gerenciamento de resíduos.  Ao contratar os serviços da VG Resíduos, as empresas podem ganhar uma série de benefícios.

Não é possível, nos dias atuais, ser negligente com o gerenciamento das sobras do processo de produção. O descaso com a gestão de resíduos pode abalar a reputação de uma empresa. Por outro lado, adotando uma postura ecologicamente correta, a organização zera riscos, multas ambientais e ganha credibilidade.

Outras funcionalidades da VG Resíduos

A VG Resíduos ainda possui outro diferencial: o Mercado de Resíduos. Ele permite às empresas transformarem resíduos em receita. Trata-se de uma plataforma online de oferta e busca de resíduos e serviços. Por meio digital, geradores e tratadores de resíduos podem realizar parcerias. Os geradores cadastrados na plataforma informam qual resíduo produzem, já os tratadores podem fazer ofertas para manejo ou compra dessas sobras. De forma totalmente automatizada, a plataforma seleciona qual a oferta ganhadora do leilão, colocando gerador e tratador em contato.

Por meio da plataforma, a VG Resíduos gera valor para seus clientes, transformando o resíduo em insumo que pode ser aproveitado. O que é sobra para uma empresa pode ser reciclado, virando matéria-prima para outra organização. Todo esse processo pode dar um destino correto aos resíduos e, ainda, minimizar os impactos ambientais.

Além de as empresas poderem vender, trocar e comprar resíduo, também há possibilidade de contratar fornecedores para transporte e tratamento. Tudo isso com facilidade, economia e segurança!

Toda a logística de manejo do lixo pode ser feita corretamente, com o suporte de uma startup especializada no assunto.  Vale a pena cuidar corretamente dos resíduos de uma empresa, aderindo a um processo descomplicado de gerenciamento das sobras.

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Se quiser aprofundar mais sobre o assunto leia este outro artigo do blog: Como aumentar sua renda com o tratamento de resíduos industriais.

 

Como deve ser feito o descarte de resíduo radioativo hospitalar?

descarte de resíduo radioativo hospitalar

A norma CNEN NE-6.02  determina orientações para o descarte de resíduo radioativo hospitalar. Se esse resíduo não for coletado, tratado e armazenado adequadamente pode acontecer acidentes gravíssimos. E, consequentemente sérios danos à saúde das pessoas e ao meio ambiente.

O resíduo radioativo hospitalar é qualquer material provenientes de locais como hospitais, clínicas radiológicas, que contenha radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de isenção especificados na CNEN NE-6.02.

Então, vamos descobrir neste artigo como deve ser feito o descarte correto de resíduo radioativa hospitalar?

Leia também: Qual a importância da FDSR para o tratamento de resíduos químicos?

Saiba o que são resíduos radioativos hospitalares

 É considerado resíduo radioativo qualquer material resultante das atividades hospitalares que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de isenção especificados na norma CNEN-NE-6.02. Esses resíduos não podem ser reaproveitados e tratados como lixo comum devido aos riscos à saúde pública e ao meio ambiente.

O gerenciamento do resíduo radioativo hospitalar deve ser realizado de forma cuidadosa e seguindo todas as especificações de coleta e destino final. Precisam ser tratados previamente antes de serem armazenados, tanto de forma temporária, quanto definitiva. O manuseio destes resíduos devem ser realizados conforme normas de segurança.

A principal fonte de resíduo radioativo hospitalar são os instrumentos de exames médicos, como as máquinas de raios-X.

Gerencie seu resíduo radioativo hospitalar

descarte de resíduo radioativo hospitalar

O gerenciamento do resíduo radioativo hospitalar tem como princípio garantir a proteção da saúde humana e do meio ambiente.  Para isso são tomados todas as precauções nas etapas de coleta, segregação, manuseio, tratamento, acondicionamento, transporte, armazenamento e descarte.

A primeira etapa no gerenciamento é a armazenagem não definitiva dos resíduos no próprio local de geração, enquanto aguardam a disposição final. Sendo de responsabilidade do gerador a armazenagem correta.

Posteriormente, o resíduo é recolhido e armazenado de forma definitiva e segura. O recolhimento e armazenamento desses resíduos radioativos hospitalares são de acordo com a Lei 10.308/2001.

O descarte corretos dos resíduos hospitalares é uma atividade de responsabilidade exclusiva da CNEN. Os resíduos radioativos são recolhidos e armazenados em depósitos existentes em unidades técnico-científicas da CNEN.

Toda vez que uma unidade hospitalar for realizar o descarte dos resíduos radioativos hospitalares, a CNEN deve ser notificada.

Confira: Como demonstrar que sua empresa trata corretamente resíduos hospitalares?

Realize corretamente o descarte de resíduo radioativo hospitalar

descarte de resíduo radioativo hospitalar

A empresa interessada em entregar resíduos radioativos hospitalares deve solicitar uma “Proposta de Recebimento” ao CDTN, por e-mail: vc@cdtn.br, seless@cdtn.br ou fax: (31)3069-3476.

Na solicitação devem estar especificadas as seguintes informações:

  • CNPJ, inscrição estadual, endereço e CEP da empresa;
  • nome e número de registro na CNEN do Supervisor de Radioproteção;
  • nome, telefone, fax e email da pessoa de contato da empresa;
  • número de série, radionuclídeo, atividade e respectiva data de referência para cada resíduo.

Após as informações fornecidas, o CDTN prepara uma “Proposta de Recebimento”, que é enviada para a geradora. Caso a empresa não seja cadastrada como cliente do CDTN, uma “Ficha de Cadastro” é também encaminhada a ela.

Após conferir os dados da “Proposta de Recebimento” o gerador dá o “Aceite da Proposta”, assinando a folha resumo constante na sua última página.

No site www.cnen.gov.br (link Formulários) a geradora encontra o formulário RTR “Solicitação de Transferência de Fonte Radioativa e/ou Equipamento Gerador de Radiação Ionizante” que deve ser preenchido e encaminhado no email junto com o aceite e a “Ficha Cadastral”.

Quando autorizada a transferência dos resíduos radioativos hospitalares para o CDTN, são definidos e divulgados a data e o horário de entrega. Bem como o valor a ser cobrado pelo serviço prestado.

Saiba mais: Como implementar a produção mais limpa na minha empresa?

Armazene com segurança seu resíduo 

descarte de resíduo radioativo hospitalar

O armazenamento correto dos resíduos radioativos hospitalares é fundamental para que as pessoas não se contaminem.

É importante que o gerador não armazene os resíduos diretamente no chão, mas em recipientes apropriados. Os depósitos também devem ser construídos seguindo especificações específicas.

No destino final os resíduos geralmente vão para o solo, dentro de material adequado e depois coberto com concreto, para não afetar as pessoas e o meio ambiente.

Leia mais: Saiba quais são os impactos ambientais de uma má gestão de resíduos

Evite o descarte incorreto

Os principais problemas do resíduo radioativo hospital é que ele permanece contaminado por um longo período. Podendo chegar até mais de 100 mil anos. Também representa um constante risco em caso de vazamento da radiação. As consequências são graves, como: queimaduras, câncer, má formação de crianças e dependendo do grau de radiação levar a morte.

A radioatividade deste resíduo diminui com o tempo, no entanto o descarte deve ser feito de forma correta. Todo material radioativo tem uma meia-vida, ou seja, o tempo necessário para perder metade de sua radioatividade. Eventualmente todo resíduo radioativo decai para um elemento não radioativo.

Conheça os órgãos fiscalizadores do descarte

descarte de resíduo radioativo hospitalar

Os órgãos fiscalizadores de resíduo radioativo hospitalar são a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

A fiscalização da ANVISA é feita por meio da RDC n. 306, com o objetivo de evitar acidentes e trazer benefícios para a saúde pública.  O CONAMA fiscaliza por meio da Resolução n. 358. O órgão fiscaliza todos os resíduos produzidos pelas unidades hospitalares, com exceção dos radioativos que devem ser encaminhadas à CNEN.

Mesmo a CNEN sendo o maior responsável pelos resíduos radioativos os demais órgãos atuam como co-fiscalizadores, contribuindo para a preservação do meio ambiente e da saúde da população.

Diante disso, concluímos que é de fundamental importância que os princípios do descarte sejam seguidos por aqueles que geram resíduo radiativo hospitalar. Bem como pelos responsáveis pelo transporte e destinação final, pois os riscos a saúde humana e ao meio ambiente são gravíssimos. Com a certificação no Sistema de Gestão Ambiental a empresa encontra outros programas que auxiliam no gerenciamento dos resíduos.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog:  Porque aplicar a política dos 5R´s para reduzir a geração de resíduos?

 

Qual é o tempo de vida útil ideal de um aterro sanitário?

aterro sanitário

O aterro sanitário é o local de destino final de resíduos sólidos gerados em residências, indústrias, hospitais, construções e outros. É a forma mais comum de destinação desses resíduos não reaproveitáveis, mas o aterro sanitário tem uma vida útil limitada. Esse tempo máximo de uso do aterro sanitário é algo sério deve ser respeitado pelo tratador.

A opção pelos aterros sanitários pode ser vantajosa, conforme aponta este estudo. É uma solução de engenharia de baixo custo operacional, se comparado às alternativas existentes, e amplamente conhecida. Porém, podem trazer também transtornos, como a geração de odores e a possibilidade de emissão de gases de efeito estufa. Pode ocorrer, ainda, a resistência das comunidades de seu entorno.

O aterro sanitário deve ser construído e mantido segundo as normas e leis vigentes, do contrário pode haver sanções. É preciso atentar para a construção do local, os benefícios do negócio e as diretrizes legais para o seu funcionamento. Outro ponto fundamental é entender qual a vida útil ideal de um aterro sanitário. Esses são alguns dos temas abordados a seguir. Acompanhe!

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Saiba como construir o aterro sanitário

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Para o funcionamento de um aterro sanitário não basta um terreno grande e vazio de depósito de camadas de lixo. Sua operação é bem mais complexa do que parece a princípio. O primeiro passo é selecionar o local ideal do aterro e ter um estudo de impacto ambiental. Todo projeto de aterro sanitário deve seguir as diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Descumpri-las pode resultar em punição.

A base para a construção do aterro inclui algumas etapas:

  • escavação: o aterro começa com a escavação de um grande buraco. Mas, antes dessa fase, o solo é perfurado até o lençol freático para verificar se não é arenoso demais. Também se calcula o limite da escavação, pois o fundo não pode ficar a menos de 2 metros do lençol;
  • impermeabilização: a terra do fundo do buraco é, então, compactada por tratores. Sobre o solo compactado é colocada uma espécie de manta de polietileno e, sobre ela, uma camada de brita. Nessa camada passarão os líquidos e gases liberados pelos resíduos. A cada 5 metros de resíduos é feita uma camada de impermeabilização;
  • vegetação: plantação de um cinturão verde no entorno do aterro

Veja como funciona o aterro sanitário

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Um dos objetivos principais do aterro sanitário é confinar os resíduos e reduzi-los ao menor volume possível. Também é necessário que o local seja ambientalmente correto, com tratamento dos resíduos tóxicos. Por isso, o funcionamento do aterro sanitário exige, além da preparação do terreno:

  • obras de drenagem para captação e tratamento do chorume ou percolado. Trata-se de um resíduo líquido, com grandes concentrações de metais pesados e substâncias tóxicas. Para drená-lo a cada 20 metros devem ser instaladas calhas de concreto, que levarão;
  • separação dos resíduos de acordo com suas características, pesagem (para acompanhamento da quantidade de suporte do aterro) e disposição separadamente;
  • monitoramento  das áreas do aterro. Medida necessária para se detectar quando um setor atingiu sua capacidade de disposição.  Quando chega ao tempo de uso máximo, cada área deve ser coberta com vegetação, recuperando a paisagem.

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Entenda as vantagens do aterro sanitário

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Desde que seus operadores cumpram as leis ambientais, os aterros sanitários podem ser vantajosos. Os locais podem ser, por exemplo, a solução para o excesso de resíduos sólidos gerados nas grandes cidades.

 

Outro benefício é que dos aterros sanitários podem surgir soluções ecoefientes, como a produção do biogás. Trata-se de fonte de energia renovável, que pode ser produzida com a drenagem dos gases dos aterros, como o metano. Por meio da combustão em um equipamento chamado biodigestor anaeróbico, obtém-se o biogás. Essa fonte de energia pode substituir o petróleo, evitando o gás metano na atmosfera e o risco de aquecimento global.

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Conheça as normas válidas para os aterros

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A Lei nº 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), defende a diminuição da geração de resíduos. Deve haver um esforço conjunto de cidadãos, empresas e poder público para reduzir o volume de resíduos gerados. Em primeiro lugar, diz a lei, deve-se investir em coleta seletiva, reciclagem e o reaproveitamento de resíduos.

Para os aterros sanitários, segundo a legislação vigente, devem ir apenas os rejeitos que não puderem passar pelas soluções acima. Quando os resíduos são destinados aos aterros, esses devem ter sido criados segundo as normas técnicas da ABNT. Além disso, os operadores dos aterros devem investir em tecnologias para diminuir danos ambientais e criar soluções como a do biogás.

A lei assinala que os aterros só podem funcionar se estiverem licenciados por órgão competente. Em caso de descumprimento das leis, os operadores de aterros sanitários podem ser multados e o local interditado.

A PNRS também determinava que lixões, ainda muito comuns nas cidades brasileiras, deveriam ser extintos até 2014. Mas, apesar dos riscos aos indivíduos e a natureza , os lixões podem ser encerrados entre 2018 e 2021.

Para evitar sanções, uma medida acertada é contar com uma consultoria que irá apontar os procedimentos exatos a serem seguidos. Empresas como a Verde Ghaia têm expertise no assunto e podem ser aliadas para que aterros sanitários cumpram as leis.

Aterro sanitário tem tempo máximo de operação

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Normalmente, a vida útil ideal de um aterro sanitário é 10 anos, mas alguns não chegam a durar esse tempo. Quando o aterro esgota sua capacidade, é preciso fechá-lo e providenciar medidas como o reflorestamento, para diminuir os impactos ambientais.

Mesmo depois de encerradas as operações, gás e chorume continuam sendo gerados por pelo menos 15 anos. Sendo assim, não se recomenda que o terreno seja usado, por exemplo, para construções.

Mesmo sendo a destinação mais comum das sobras não reaproveitáveis, o aterro sanitário tem uma vida útil limitada. Esse tempo máximo de uso do aterro é um prazo importante e deve ser respeitado pelo tratador.

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