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O que diz a lei ambiental sobre a logística reversa de medicamentos?

lei ambiental sobre logística reversa de medicamentos

A lei ambiental sobre logística reversa de medicamentos visa evitar descarte irregular de medicamentos. No Brasil não havia uma regulamentação específica obrigando o fluxo reverso para esse tipo de produto. No entanto, agora há um decreto de implementação do sistema e uma consulta pública para que cidadãos se manifestem sobre as novas regras.

Entre as diretrizes da minuta do decreto, drogarias e farmácias, em cidades com pelo menos 30 mil habitantes, ficam obrigadas a manter, dentro de seus estabelecimentos, pelo menos um ponto de coleta de medicamentos. Essa determinação é uma das maneiras de favorecer a participação do consumidor e garantir o sucesso da logística reversa. Para que o sistema funcione adequadamente, um dos pontos fundamentais é o consumidor depositar as sobras dos produtos pós-uso. No caso dos remédios, aqueles em desuso ou vencidos.

A seguir, você se informa da lei ambiental sobre a logística reversa de medicamentos. Conheça o decreto que vai regulamentar o fluxo reverso dos remédios e sua importância para evitar impactos ambientais e à saúde humana. Acompanhe!

lei ambiental sobre logística reversa de medicamentos

Entenda a importância da logística reversa de medicamentos

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O Brasil tem problemas ambientais que são consequência do excesso de resíduos em função do aumento do consumo. Com a população comprando mais produtos, geram-se muito mais resíduos. As sobras tornam-se excedentes, sendo necessário o seu manejo correto , visando poupar o meio ambiente e a saúde humana.

Os medicamentos vencidos ou em desuso, quando descartados sem critérios, podem causar degradação ambiental e comprometer a saúde da população. A logística reversa pode ser fundamental para atenuar esses riscos. O conceito ganhou força a partir da publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com a Lei nº 12.305, de agosto de 2010.

O sistema prevê que o consumidor deposite as sobras das mercadorias pós-uso e o consumidor, fabricante ou distribuidor se encarregue de dar uma destinação correta aos resíduos. No caso dos remédios, é uma solução que evita que o consumidor erre na hora de descartar os medicamentos, jogando-os, por exemplo, no lixo comum ou no vaso sanitário.

É uma solução que também faz com que comerciantes, fabricantes ou distribuidores  se responsabilizem pela destinação correta dos medicamentos. O fluxo reverso muda a lógica convencional em que o produto sai do fabricante e termina nas mãos do consumidor. No sistema reverso, as sobras do produto vêm do consumidor e retornam aos fabricantes, podendo até serem recicladas, voltando ao ciclo produtivo.

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Compreenda os perigos do descarte irregular de medicamentos

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É necessário um extremo cuidado na hora de descartar os medicamentos, mas a população não sabe ou não tem orientação sobre como proceder. Este estudo, que entrevistou consumidores da cidade de Limeira, em São Paulo, sinaliza como há desinformação no descarte de medicamentos. Dos 437 entrevistados, 68% descartam no lixo; 10% no vaso sanitário ou na pia; e 2,5% queimam. Cerca de 40% dos entrevistados não têm consciência dos impactos decorrentes do descarte inadequado e mais de 70% nunca receberam orientações sobre o assunto.

Conforme alerta esta matéria, quando jogados no sistema de esgoto, os resíduos químicos dos medicamentos se diluem na água e não podem ser eliminados pelo processo de filtragem. “Ou seja, a água é contaminada por esses agentes e retorna aos fluxos hídricos concentrada de resíduos aos cidadãos”, explica a bióloga Fabiana Cristina Lima Barbosa, ouvida na reportagem.

Também de acordo com dados apurados em 2010 pela companhia Brasil Health Service (BHS), 1kg de medicamento descartado no esgoto pode contaminar até 450 mil litros de água.

Saiba as novas regras para a logística reversa de medicamentos

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Por todos esses riscos, a logística reversa, que até então não incluía os medicamentos, agora passará a ser obrigatória para esse tipo de produto. Um decreto elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Saúde contém as novas diretrizes para o descarte de medicamentos de uso doméstico. O documento pode receber contribuições dos cidadãos até o dia 19 de janeiro, por meio de consulta pública.

Entre as novas determinações, além da instalação de pontos de coletas em farmácias e drogarias em cidades de pelo menos 30 mil habitantes, estão:

  • implantação de coletores com os dizeres: “Descarte aqui os medicamentos vencidos, em desuso ou impróprios para consumo”;
  • Obrigatoriedade das indústrias farmacêuticas de efetuar por conta própria ou por meio de contratos de terceiros, o transporte dos medicamentos descartados pelos consumidores desde que devidamente autorizados pelos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Viação,

Além do transporte, com o decreto, os fabricantes de medicamentos devem se responsabilizar pelo recolhimento dos remédios, o tratamento e a disposição final ambientalmente adequada deles. Entre os tipos de tratamento possíveis estão os processos térmicos, como a incineração, método que consiste na queima das sobras, usando fornos ou usinas próprias.

Conte com a VG Resíduos para manejar os medicamentos

lei ambiental sobre logística reversa de medicamentos

Após recolher os resíduos, nem sempre o fabricante, comerciante ou distribuidor sabe como implantar a logística reversa. Por isso, uma solução interessante é ter o apoio de uma consultoria. Uma equipe especializada pode orientar sobre o novo decreto e como cumprir todas as determinações para o fluxo reverso de medicamentos.

A VG Resíduos está pronta para auxiliar na implantação da logística reversa. Por meio da plataforma Mercado de Resíduos, é possível destinar adequadamente os medicamentos depositados pelo consumidor. Trata-se de um software por meio do qual se pode encontrar tratadores e transportadores confiáveis e estar em dia com a legislação ambiental.

A lei ambiental sobre logística reversa de medicamentos está sendo implementada. Com o novo decreto que regulamenta o assunto, os consumidores terão pontos de coleta onde poderão depositar os medicamentos vencidos ou em desuso. Fabricantes, distribuidores e comerciantes terão que recolher esses resíduos e dar uma destinação correta a eles, atenuando, com isso, os riscos ao meio ambiente e à saúde humana.

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Se quiser aprofundar mais sobre o assunto leia este outro artigo do blog: Resíduo hospitalar: como classificar e qual a legislação a respeito.

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Como separar corretamente os resíduos de saúde para evitar riscos?

separar corretamente os resíduos de saúde

É necessário separar corretamente os resíduos de saúde para evitar riscos à saúde do homem e a contaminação do solo e das águas. Um adequado gerenciamento de resíduos de saúde não significa simplesmente dar uma destinação correta para o lixo. Na verdade, vai muito, além disso. 

Os resíduos de saúde podem representar risco á saúde humana e ao meio ambiente se não for manejado de acordo com suas diferenças, ou seja, de acordo com sua classificação. Por isso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) definiu algumas regras para o correto acondicionamento e tratamento destes resíduos.

As regras de como separar corretamente os resíduos de saúde devem ser seguidas por hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios, necrotérios e outros estabelecimentos de saúde. Essas regras, também, garantem a segurança dos trabalhadores que realizam o manejo dos resíduos Confira neste texto como realizar essa separação!

Leia também: Resíduos de Saúde: Saiba tudo sobre o PGRSS e como elaborá-lo.

Os tipos de resíduos de saúde

separar corretamente os resíduos de saúde

Para separar corretamente os resíduos de saúde é preciso conhecer a sua classificação.

O resíduo de saúde deve ser rigorosamente separado e cada classe deve ter um tipo de coleta e destinação.

De acordo com a RDC ANVISA no 306/04 e Resolução CONAMA no 358/05, os resíduos de saúde são classificados em cinco grupos. São eles:

Grupo A – engloba os componentes com possível presença de agentes biológicos que podem apresentar risco de infecção. Exemplos: placas e lâminas de laboratório, carcaças, peças anatômicas (membros), tecidos, bolsas transfusionais contendo sangue, dentre outras.

Grupo B – contém substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade. Exemplos: medicamentos, reagentes de laboratório, resíduos contendo metais pesados, dentre outros.

Grupo C – quaisquer materiais que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de eliminação especificados nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, como, por exemplo, serviços de medicina nuclear e radioterapia etc.

Grupo D – não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Exemplos: sobras de alimentos e do preparo de alimentos, resíduos das áreas administrativas etc.

Grupo E – materiais perfurocortante ou escarificantes, tais como lâminas de barbear, agulhas, ampolas de vidro, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas, espátulas e outros similares.

separar corretamente os resíduos de saúde

Saiba como separar corretamente os resíduos de saúde

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O descarte inadequado de resíduos de saúde além de ser um risco à saúde humana e ao meio ambiente é um crime ambiental passivo de punições legais.

Cada resíduo precisa ser separado, recolhido e tratado corretamente.

Os resíduos de saúde do Grupo A devem ser separados em saco branco leitoso ou em saco vermelho. Os sacos brancos são designados para os resíduos que serão autoclavados. Já os sacos vermelhos são destinados para os resíduos de saúde que serão incinerados. Importante que os sacos sejam devidamente identificados com a inscrição de substância infectante.

Os resíduos do Grupo B devem ser separados e armazenados conforme normas técnicas NBR 7500 e FISPQ do produto.

Os resíduos do Grupo E devem ser separados e armazenados em coletor específico para perfurocortantes devidamente identificado.

Conheça a disposição correta de resíduos de saúde.

Gerenciamento dos resíduos de saúde

separar corretamente os resíduos de saúde

O gerenciamento de resíduos de saúde engloba um conjunto de ações que vão desde a segregação até a disposição final.

Para realizar esse gerenciamento correto contar com um serviço especializado em gestão de resíduos da saúde é fundamental para evitar erros.

A VG Resíduos auxilia o gerador de resíduos de saúde a seguir os principais passos para realizar corretamente a gestão.

separar corretamente os resíduos de saúde

O seu software de gerenciamento permite à empresa realizar a gestão completa do processo, monitorar históricos e tomar decisões estratégicas baseadas em gráficos e relatórios.

O PGRSS, o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde, pode ser elaborado através deste software, pois nele encontramos todas as ferramentas necessárias para isso.

Como a VG Resíduos pode auxiliar na gestão de Resíduos da Saúde?

Como realizar a gestão de resíduos de saúde?

separar corretamente os resíduos de saúde

Para realizar o correto gerenciamento de resíduos o gerador deve realizar um conjunto de ações.

Entre essas ações temos a segregação, que consiste na separação dos resíduos no momento e local de sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, o seu estado físico e os riscos envolvidos.

Após separados os resíduos serão acondicionados, ou seja, embalados em sacos ou recipientes devidamente identificados. Importante que a capacidade dos recipientes de acondicionamento seja compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo. Pelo software da VG Resíduos o gerador tem um histórico de geração, facilitando assim a definição da capacidade do recipiente.

Os resíduos acondicionados devem ser encaminhados até o local de armazenamento temporário para a devida coleta. E posteriormente encaminhado para tratamento que tem o objetivo de modificar as características químicas, físicas ou biológicas dos resíduos e promover a redução, a eliminação ou a neutralização dos agentes nocivos à saúde humana e ao ambiente.

Diante disso concluímos que separar corretamente os resíduos de saúde é fundamental para evitar riscos à saúde humana e ao meio ambiente. Os resíduos de saúde devem ser segredados conforme suas características físicas, biológicas e pelo seu risco.  Para cada grupo há uma maneira correta de acondicionar os resíduos de saúde.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Por que é importante o gerenciamento de resíduos de saúde?

separar corretamente os resíduos de saúde

 

 

Como a VG Resíduos pode auxiliar na gestão de Resíduos da Saúde?

gestão de resíduos da saúde

Uma adequada gestão de resíduos da saúde não significa simplesmente dar uma destinação correta para o lixo. Na verdade, vai muito além disso. É necessário elaborar um PGRSS e seguir diversas ações para preservar a saúde do homem e o meio ambiente.

Para gerenciar o resíduo da saúde gerado corretamente uma consultoria em gestão de resíduos auxilia nos procedimentos que contempla a geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e destinação final desses resíduos.

A consultoria da VG Resíduos ajuda os estabelecimentos da área de saúde a evitar passivos ambientais e descumprimento das leis ambientais referente à destinação dos resíduos da saúde. Então, confira neste artigo como ter benefícios com consultoria em gestão de resíduos da saúde.

gestão de resíduos da saúde

Auxilio para elaboração do PGRSS

gestão de resíduos da saúde

Os estabelecimentos de saúde devem elaborar o PGRSS conforme determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos. A consultoria VG Resíduos facilita a elaboração deste plano através de um software de gerenciamento.

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é basicamente um documento técnico referente ao gerenciamento de resíduos de saúde.

No PGRSS são estabelecidas as ações para o correto manejo dos resíduos provenientes de todos os serviços relacionados ao atendimento á saúde humana e animal.

O PGRSS é regulamentado pelas resoluções CONAMA nº 283/01, CONAMA nº 358/05 e ANVISA RDC 306/04.

Baseado nos princípios da não geração e da minimização, também, visa ao tratamento e disposição final daqueles, que por suas características, necessitam de processos de manejo diferenciado.

A elaboração desse plano objetiva, também, a proteção dos trabalhadores envolvidos e a preservação dos recursos naturais, do meio ambiente e da saúde pública.

Elaborar um PGRSS, além de ser um passo de extrema importância para garantir o correto gerenciamento de resíduos de saúde e trazer muitos benefícios, é obrigatório. 

Saiba mais sobre as boas práticas de gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde.

Quem pode ter auxilio da VG Resíduos?

Todos os empreendimentos que prestam serviços relacionados ao atendimento à saúde humana e animal são considerados geradores de resíduos de saúde. Portanto, esses estabelecimentos podem contar com um serviço especializado em gestão de resíduos da saúde.

Estão incluídos também as clínicas odontológicas, estúdios de tatuagem, clínicas veterinárias, necrotérios e funerárias, drogarias, farmácias e clínicas de acupuntura.

Se um estabelecimento de saúde não realizar a gestão de seus resíduos estará sujeito a multas e atuações, já que o gerenciamento integra o licenciamento ambiental e pode ser exigido e fiscalizado pelos órgãos de saúde.

Os passos para gestão de resíduos da saúde

 

gestão de resíduos da saúde

A VG Resíduos auxilia o gerador de resíduos da saúde a seguir os principais passos para realizar corretamente a gestão.

O seu software de gerenciamento permite à empresa realizar a gestão completa do processo, monitorar históricos e tomar decisões estratégicas baseadas em gráficos e relatórios.

O PGRSS pode ser elaborado através deste software, pois nele encontramos todas as ferramentas necessárias para isso.

Veja como o software da VG Resíduos contribui para gestão de resíduos:

Diagnóstico dos resíduos gerados

O primeiro passo para realizar a gestão de resíduos da saúde é conhecer os tipos e quantidades de resíduos de saúde que a organização gera. No software o gerador lança todas essas informações, facilitando a emissão de relatórios.

Os resíduos de saúde são divididos em cinco grupos, de acordo com as suas características físico-químicas. Na ANVISA RDC 306/04 estão definidos todos esses grupos. São eles:

  • grupo A: são aqueles com presença de agentes biológicos e que podem apresentar risco de infecção;
  • grupo  B: são aqueles que contêm substâncias químicas que apresentam risco à saúde pública ou ao meio ambiente. Possui características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxidade;

  • grupo C: são os rejeitos radioativos;

  • grupo D: são aqueles classificados como resíduos comuns, exemplos, material de escritórios, resíduo orgânico e etc.

  • grupo E: são os materiais perfurocortantes e todos os utensílios de vidros quebrados.

Somente, após a classificação dos resíduos de saúde em seus respectivos grupos, será possível definir as próximas etapas do gerenciamento de resíduos de saúde.

Além disso, o estabelecimento deve analisar quais os requisitos legais aplicáveis na segregação, no armazenamento ou no transporte interno.

Conheça a disposição correta de resíduos de saúde.

Definições das ações relativas ao manejo

gestão de resíduos da saúde

Para correta gestão de resíduos da saúde o empreendimento deve informar os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final. Além disso, deve descrever as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente.

E nesta fase do gerenciamento de resíduo que serão definidos quais resíduos serão reciclados e as práticas adotadas.

Com auxilio da VG Resíduos o gerador conseguirá identificar qual o melhor tratamento deve ser dado ao resíduo. Como também, através de sua plataforma de Mercado de Resíduos, a encontrar um tratador licenciado para o tratamento do resíduo.

Monitoramento e avaliação da gestão 

gestão de resíduos da saúde

O estabelecimento de saúde deve monitorar e avaliar a gestão de resíduos da saúde, de acordo com a periodicidade definida no licenciamento ambiental.

Devem-se constar os seguintes indicadores mínimos, com frequência anual:

  • taxa de acidentes com resíduo perfurocortante;
  • variação da geração de resíduos;
  • variação da proporção de resíduos dos Grupos A, B, D e E;
  • variação do percentual de reciclagem.

Através do software é possível realizar todo o controle da documentação e cumprir com os prazos das licenças.

Tentar realizar o gerenciamento de resíduos com a falta de conhecimento técnico é um grande empecilho, pois há tantas informações técnicas, normas e legislações necessárias. Contudo, a organização pode contar com a consultoria VG Resíduos, que é uma empresa especializada em gerenciamento de resíduos.

Assim sendo, a gestão de resíduos da saúde deve ser integrada e continuada na empresa. A unidade de saúde deve entender que a gestão de resíduos não é apenas de regularização, mas sim, um passo a passo que descreve a maneira como se deve executar as tarefas ligadas ao manejo de resíduos.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Por que é importante o gerenciamento de resíduos de saúde?

 

Por que é importante o gerenciamento de resíduos de saúde?

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O gerenciamento de resíduos de saúde é um dos temas mais recorrentes no dia a dia dos analistas ambientais de organizações geradoras deste tipo de material. Afinal de contas, os resíduos de serviço de saúde (RSS) representam alguns dos materiais que mais são afetados por legislações, regulações e normas em geral, dos órgãos de segurança sanitária.

Outra questão que sempre está circundando este tipo de resíduo é o custo de destinação, uma vez que a lei não permite que ele seja descartado junto com os demais materiais rejeitados pelas empresas. Portanto, acaba-se exigindo um tratamento especial, que geralmente é mais custoso.

Como a Indústria 4.0 pode impactar na gestão de resíduos da sua empresa?

O que pode ser considerado resíduo de saúde?

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Existe uma definição publicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que diz que resíduos sólidos dos serviços de saúde (RSS) são todos os descartes produzidos por estabelecimentos de saúde, como centros de pesquisa, hospitais laboratórios e postos.

Contudo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estende a definição sobre outros tipos de organizações. Ela o faz através de suas regulações RDC ANVISA 306 de 2004 e a Resolução CONAMA 358 de 2005, as quais definem como RSS todos os resíduos gerados pelas seguintes atividades:

  • Centro de controle de zoonoses
  • Distribuidores de produtos farmacêuticos
  • Drogarias e farmácias inclusive as de manipulação
  • Estabelecimentos de ensino e pesquisa na área da saúde
  • Funerárias e serviços onde se realizem atividades de embalsamamento
  • Importadores, distribuidores produtores de materiais e controles para diagnóstico in vitro
  • Laboratórios analíticos de produtos para a saúde
  • Necrotérios
  • Serviços de acupuntura
  • Serviços de medicina legal
  • Serviços de tatuagem
  • Serviços relacionados com o atendimento à saúde humana ou animal, inclusive os serviços de assistência domiciliar e de trabalhos de campo
  • Unidades móveis de atendimento à saúde;
  • Outros serviços equiparados ou congêneres

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Quais são os tipos de resíduos de saúde?

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A Anvisa também determinou quais são os tipos de resíduos, ordenando-os em grupos. Assim ela pôde criar uma legislação específica para cada um deles. Todos os tipos de RSS existentes e catalogados se encontram em algum dos grupos, os quais são: A, B, C, D e E.

Grupo A – abraça componentes orgânicos e inorgânicos que podem conter carga biológica com características de contaminação ou virulência, gerando risco de infecção em humanos.

Exemplos mais comuns: lâminas, peças anatômicas, membros amputados, tecidos com sangue ou secreções.

Grupo B – abraça as substâncias químicas que podem apresentar risco de contaminação a humanos e/ou ao meio ambiente. Podem ser substâncias corrosivas, tóxicas, reativas ou inflamáveis.

Exemplos mais comuns: medicamentos vencidos ou apreendidos, reagentes, metais pesados e congêneres.

Saiba mais: Cinco ações que afastam o passivo ambiental da sua empresa

Grupo C – representa os descartes oriundos de produtos que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de eliminação toleráveis pelas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN,

Exemplos mais comuns: resíduos de serviços de radioterapia e raio-x.

Grupo D – resíduos que não presentam nenhum risco químico ou biológico diferente dos descartes regulares domiciliares. Estes resíduos podem ser equiparados ao lixo doméstico.

Exemplos mais comuns: sobras de alimentos, restos de restaurantes, material de escritório e etc.

Grupo E – materiais perfuro-cortantes

Exemplos mais comuns: barbeadores, lâminas de curetagem, vidros, ampolas, bisturis, tesouras, agulhas e etc.

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Por que é tão importante destinar corretamente?

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Os resíduos sólidos de saúde (RSS) são alguns dos materiais delicados para o descarte, pois grande parte deles oferece risco elevado para a saúde humana e para o meio ambiente ao redor.

Em função deste risco, empresas são duramente fiscalizadas pelos órgãos de controle, os quais possuem autonomia para aplicar sanções de diversas ordens. Por isso é tão importante gerenciar corretamente este tipo de resíduo, caso contrário, a empresa poderá sofrer perdas financeiras e operacionais em função de multas ou outras punições aplicadas por órgãos como a Anvisa.

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Existe alguma legislação específica para os resíduos de saúde?

Sim, existe uma extensa legislação sobre os resíduos de saúde, a qual deve ser aplicada por todas as empresas que produzem este tipo de material. Neste artigo é possível acessar com detalhes a lista de leis e normas que abarcam o tema.

Mas, apenas para introduzir, pode-se dizer que as principais leis sobre este tipo de material são a RDC ANVISA 306 de 2004, a Resolução CONAMA 358 de 2005, além das NBRs emitidas pela ABNT.

As empresas podem ter dificuldades com a legislação, uma vez que esta é demasiadamente extensa e complexa. É por isso que existem ferramentas como o VG Resíduos, que além de fornecer um aparato técnico para a o gerenciamento, tratamento e destinação dos materiais, fornece também toda estruturação legal necessária à destinação dos mais diversos resíduos.

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Como realizar o gerenciamento de resíduos de saúde?

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Os RSS nem sempre podem ser destinados no mesmo local ou pelas mesmas empresas. Cada um deles deve ser trabalhado por organizações específicas que possuem as devidas licenças e tecnologias para a realização do descarte correto.

Uma ferramenta que ajuda as empresas geradoras a encontrarem os tratadores adequados é o VG Resíduos. O software possui uma função específica de ligação entre geradores e tratadores chamada de Mercado de Resíduos.

Através dela, os geradores podem cadastrar seus materiais e os tratadores darão seus lances, de forma que o software pode eleger a melhor condição na menor distância possível.

O sistema possui milhares de tratadores cadastrados em todo o território brasileiro, fornecendo soluções de tratamento e destinação de resíduos para empresas de todos os portes e segmentos.

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O que é o PGRSS?

O PGRSS é o plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Todas as organizações que produzem resíduos de saúde enquadrados em algum dos grupos citados nos tópicos anteriores devem elaborar este plano. Basicamente ele é um documento que descreve como a empresa trata e dispõe seus resíduos.

Leia também: Resíduos de Saúde: Saiba tudo sobre o PGRSS e como elaborá-lo

É muito importante que as empresas que geram resíduos de saúde realizem a gestão adequada e se preocupem com a destinação correta destes materiais. Afinal de contas, as sanções para as organizações que descumprem a legislação são bem rígidas no Brasil.

O VG Resíduos possui uma função fundamental no mercado brasileiro, a de permitir que geradores possam tratar e destinar corretamente todos os seus resíduos.

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Se quiser aprofundar mais sobre o assunto leia este outro artigo do blog: Gestão de Resíduos: como controlar toda documentação da sua empresa?

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