Cinco dicas para instituir a logística reversa de lâmpadas fluorescentes

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Dicas para implantar o sistema de logística reversa de lâmpadas fluorescentes colabora para que o meio ambiente seja poupado, diminuindo a poluição e os problemas causados pelo descarte incorreto das lâmpadas descartadas. Além disso, significa um importante diferencial competitivo para a empresa, além de ser uma obrigação legal conforme a lei 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos

A logística reversa de lâmpadas fluorescentes é um processo que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas referentes ao retorno das lâmpadas após o consumo. Conforme acordo setorial, ficam fora lâmpadas do tipo LED, incandescentes e halógenas e lâmpadas que não possuem mercúrio em sua composição. Confira!

Saiba a diferença entre coleta seletiva e logística reversa.

Logística reversa de lâmpadas fluorescentes

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

O processo de logística reversa de lâmpadas fluorescentes inclui o gerenciamento das seguintes etapas: coleta, armazenagem, manuseio e movimentação no gerador e na indústria de reciclagem.

Esse gerenciamento pode ser realizado e monitorado através de softwares de gestão de resíduos. Através do software de gerenciamento de resíduos da VG Resíduos a empresa otimiza o processo de logística reversa de lâmpadas fluorescentes e ganha tempo. Além disso, o software gera relatórios ambientais com facilidade e documentos de uso diário.

É possível implantar o sistema por meio de contratação de transportadoras, criação de centros de coletas de resíduos, parcerias com recicladoras, cooperativas e unidades gestoras de resíduos. Além de criação de um ponto de coleta para que o consumidor comum saiba onde deve levar as lâmpadas usadas para o descarte.

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Confira cinco dicas para instituir a logística reversa de lâmpadas fluorescentes:

1ª: Estabeleça uma política de devoluções e trocas

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Para que logística reversa de lâmpadas fluorescente funcione corretamente a empresa pode estabelecer uma política de devoluções e trocas. Com essa política a empresa facilitará a destinação ambiental correta do resíduo. E também, facilitará o entendimento de como os fornecedores, lojistas e etc. procederão para entregar as lâmpadas fluorescentes usadas.

É importante que nessa política sejam definidos o passo a passo para que a devolução e troca sejam seguidas corretamente. Sem o passo a passo definido, toda vez que for retornar as lâmpadas fluorescentes descartadas através da logística reversa podem surgir dúvidas correndo o risco de o procedimento ser realizado de forma aleatória.

Soluções de logística reversa: qual a melhor para a minha empresa?

2ª: Defina como realizar o manejo

A segunda dica esta diretamente relacionada à política de devolução e troca.

Na política devem estar definida dica de manejo a fim de evitar acidentes que possam causar à contaminação do meio ambiente e riscos a saúde do homem.

As lâmpadas fluorescentes devem ser colocadas, na posição vertical e dentro das embalagens originais quando possível. Caso não seja possível, deverá ser acondicionada utilizando materiais como: papelão, papel ou jornal e fitas autocolantes. Os materiais utilizados para embalar as lâmpadas usadas devem garantir a proteção contra choques mecânicos.

Após estarem embaladas as lâmpadas devem ser colocadas em recipiente portátil ou caixa para o transporte até as empresas de reciclagem licenciadas pelos órgãos ambientais.

Já as lâmpadas quebradas devem ser acondicionadas separadamente das demais lâmpadas. E, em herméticos, como tambores de aço devidamente vedados para evitar a contaminação pelas substâncias perigosas das lâmpadas.

Saiba como a coleta seletiva contribui para a logística reversa.

3ª: Envolva equipe

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

A política de troca e devolução ajuda a informar parceiros sobre como proceder para devolver as lâmpadas fluorescentes usadas. Porém, se a equipe da empresa não estiver envolvida o sistema de logística reversa de lâmpadas fluorescentes não funcionará.

É necessário que toda a equipe tenha recebido orientação quanto aos procedimentos para instituir a logística reversa de lâmpadas fluorescentes.

O ideal é que as equipes dos setores que lidam diretamente como o processo de logística reversa sejam devidamente orientadas, tais como: setor comercial; de atendimento ao cliente; de produção; e logístico.

Saiba por que minha empresa precisa do Sistema de Logística de Resíduos.

4ª: Crie um canal de atendimento

Para que a política de troca e devolução da logística reversa de lâmpadas fluorescentes funcione adequadamente a empresa deve também disponibilizar um canal de atendimento ao cliente.

Nesse canal serão disponibilizadas informações importantes para se realizar o processo de logística reversa. O atendimento pode ser realizado por um colaborador que explicará os passos em menos tempo.

Um dos maiores desafio da logística reversa das lâmpadas fluorescente é a conscientização da sociedade na questão da educação ambiental. Muitos não têm orientação para o coreto descarte das lâmpadas usadas. Na maioria das vezes, esses resíduos são destinados aos aterros. Por isso, é importante que a empresa tenha esse canal para orientação na correta destinação das lâmpadas fluorescentes usadas.

Saiba os desafios da logística reversa.

5ª: Tratamento das lâmpadas fluorescentes

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

As empresas geradoras devem procurar por outras organizações especializadas para realizar o descarte das lâmpadas. Essas tratadoras realizam o tratamento das lâmpadas através da reciclagem e neutralização dos seus riscos. Porém este serviço envolve um custo para a geradora. Ainda no Brasil, o custo para se reciclar lâmpadas fluorescentes é de responsabilidade do gerador de resíduos.

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Através da plataforma Mercado de Resíduos da VG Resíduos, é possível encontrar empresas especializadas e licenciadas para esse tipo de serviço. Além disso, a empresa consegue negociar o serviço e realizar uma busca em um mesmo canal de vários tratadores.

Diante disso, conclui-se que a logística reversa de lâmpadas fluorescentes deve ser vista como uma grande alternativa para o reaproveitamento dos resíduos em um novo ciclo de vida. A logística reversa impede o aumento da poluição e da extração continuadas de recursos naturais que, em sua grande maioria, já se encontram em extinção. Além de evitar danos à natureza e a saúde do homem.

Gostou desse assunto ou acha ele relevante? Compartilhe nas redes sociais ou deixe seu comentário abaixo.

Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Sete bons motivos para incluir a logística reversa de resíduos

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

 

 

 

Como implementar a produção mais limpa na minha empresa?

implementar a produção mais limpa

Ao implementar a produção mais limpa nas empresas muitos associam o assunto ao ambiente de trabalho limpo e organizado, atividade essa do Programa 5 S. No entanto, para implementar a produção mais limpa uma série de outras atividades estão envolvidas (programa de coleta seletiva, política 5 R’s, logística reversa, etc.).

O conceito de produção mais limpa consiste em evitar a geração de resíduos. Para isso é importante o máximo aproveitamento da matéria prima, insumos, água, energia, o reuso e reciclagem dos resíduos gerados.

Os benefícios em implementar a produção mais limpa vão além da minimização dos impactos negativos sobre o meio ambiente, também, engloba a diminuição do risco a saúde ocupacional e ganhos econômicos para organizações. Vamos saber de algumas dicas para implantar a metodologia em uma organização? Confira!

Saiba mais: O que sua empresa precisa saber sobre produção ecoeficiente?

Saiba como implementar a produção mais limpa

implementar a produção mais limpa

A premissa principal da produção mais limpa é eliminar a poluição durante o processo de produção e, não somente após o produto acabado.

A produção mais limpa trás para dentro das organizações a concepção que os empresários devem enxergar os resíduos como um desperdício de dinheiro, pois há o custo com matéria prima desperdiçada, com o tratamento e armazenamento, além dos danos à imagem e à reputação da empresa.

Os principais requisitos que precisam ser considerados para implementar a produção mais limpa são os seguintes:

  • mudança nas matérias-primas: consiste na identificação de matéria prima mais resistentes que podem reduzir perdas por manuseio, ou ainda, a substituição de materiais tóxicos por não tóxicos e não renováveis por renováveis;
  • mudança tecnológica: utilização de equipamentos mais eficientes que otimiza os recursos utilizados, uso de controles e de automação que permitam rastrear perdas ou reduzir o risco de acidentes de trabalho, entre outras.
  • boas práticas de operação ou boas práticas de “housekeeping” (ou arrumação da casa): esta técnica consiste em limpezas periódicas, uso cuidadoso de matérias primas e com o processo, alterações no layout físico, ou seja, disposição mais adequada de máquinas e equipamentos que permitam reduzir os desperdícios, elaboração de manuseio para materiais e recipientes, etc.
  • mudanças no produto: pode envolver o cancelamento de uma linha produtiva que apresente problemas ambientais significativos, ou ainda, a substituição de um produto com características tóxicas por outro menos tóxico;
  • reutilização e reciclagem no local da empresa.

Abaixo listamos alguma etapas para as empresas implementar a produção mais limpa dentro do seu processo.

Etapa 1: planejamento e organização

implementar a produção mais limpa

Para cumprir essa etapa ao implantar a produção mais limpa é necessário:

  • 1º Obter comprometimento e envolvimento da alta direção: para isso pode ser feito uma reunião com a alta direção mostrando os benefícios e a necessidade em implementar a produção mais limpa. A participação da liderança é fundamental para o alcance dos resultados pretendidos;
  • 2º Estabelecer a equipe do projeto (eco time): a equipe tem o objetivo de coordenar o projeto buscando um ganho ambiental e econômico;
  • 3º Estabelecer a abrangência do projeto: definir os pontos mais críticos;
  • 4º Identificar barreiras e soluções: é possível utilizar algumas ferramentas, como brainstorming, para identificar barreiras e soluções para o problema.

Etapa 2 : pré-avaliação e diagnóstico

A segunda etapa da implementação da produção mais limpa é subdividida em 3 passos:

  • Passo 1: desenvolver o fluxograma do processo;
  • Passo 2: avaliar as entradas e saídas;
  • Passo 3: selecionar o foco da produção mais limpa, ou seja, qual fase do processo gera um maior impacto econômico para empresa e, consequentemente, maior quantidade de resíduos.

Etapa 3: avaliação de produção mais limpa

implementar a produção mais limpa

Nesta etapa ao implementar a produção mais limpa a organização precisa:

  • determinar um balanço material e de energia;
  • identificar e selecionar opções de produção mais limpa. Ou seja, através do balanço identificar em cada fase do processo produtivo aplicações de produção mais limpa.

Leia também: como implantar um projeto de coleta seletiva eficiente nas empresas.

Etapa 4: estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental

Esta quarta etapa de implementação do projeto se resume em avaliações técnicas, ambientais e econômicas da opção de produção mais limpa levantadas, sempre visando o aproveitamento eficiente das matérias e a não geração ou redução dos resíduos.

É importante considerar:

  • o impacto da medida tomada sobre o processo, produtividade, segurança;
  • todos os funcionários e departamentos atingidos pela implementação das opções;
  • experiência de outras empresas com a opção que esta sendo adotada;
  • a redução de resíduos;
  • o período do retorno do investimento e o benefício econômico gerado através da aplicação da produção mais limpa.

Para calcular o benefício econômico gerado é preciso calcular a diferença entre o custo da situação atual e o custo da situação esperado.

Etapa 5: implementação de opções e plano de continuidade

implementar a produção mais limpa

A quinta etapa do projeto é subdividida em:

  • preparar plano de implementação da produção mais limpa;
  • implementar as opções de produção mais limpa;
  • monitorar e avaliar;
  • sustentar atividades de produção mais limpa.

Algumas medidas podem ser tomadas para implementar a produção mais limpa, podemos citar:

  • elaboração de planilha para monitoramento diário do peso das perdas de processo relativo ao número de produtos acabados;
  • divulgação dos resultados anteriores;
  • estabelecimento de um plano de monitoramento;
  • definição dos indicadores do processo produtivo;
  • entre outros.

Sendo assim, concluímos que ao implantar a produção mais limpa a organização reduzirá os impactos negativos do ciclo de vida, desde a extração da matéria-prima até a disposição final. O primeiro passo para implementar a produção mais limpa é a mudança de atitudes. Um dos aspectos mais importante do projeto é a melhoria tecnológica é aplicação de conhecimento do produto e processos.  Esses fatores reunidos é que fazem o diferencial em relação às outras técnicas ligadas a processos de produção.

Gostou desse assunto ou acha ele relevante? Compartilhe nas redes sociais ou deixe seu comentário abaixo.

Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Porque aplicar a política dos 5R´s para reduzir a geração de resíduos?

 

Cinco vantagens de se realizar o tratamento biológico de resíduos orgânicos

tratamento biológico de resíduos orgânicos

As bactérias, fungos e outros microrganismos podem ser bastante úteis para solucionar um grande problemas do descarte incorreto dos resíduos. O tratamento biológico de resíduos orgânicos  reaproveita os resíduos orgânicos , que, além de evitar um descarte inadequado, minimiza a degradação do meio ambiente.

A reciclagem das sobras orgânicas por tratamento biológico é uma solução sustentável para as fontes geradoras.  Evita o em lixões e o incremento da poluição, além de outras vantagens. É, por exemplo, uma alternativa econômica, pois não requer necessariamente uma tecnologia sofisticada para produção de um bom composto.

A seguir, vamos conhecer mais detalhadamente os benefícios do tratamento biológico de resíduos orgânicos. Acompanhe!

Leia também: Como destinar e tratar efluentes e resíduos orgânicos da indústria alimentícia?

Conheça os resíduos orgânicos

tratamento biológico de resíduos orgânicos

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, os resíduos orgânicos representam metade dos resíduos sólidos urbanos gerados no Brasil. Apesar do grande volume, o país ainda tem iniciativas tímidas de reaproveitamento desses resíduos, pois só 13% dos orgânicos é reciclado.

E de onde vêm esses resíduos? As sobras orgânicas são todos os resíduos de origem animal ou vegetal, como por exemplo:

  • restos de frutas, raízes, legumes e verduras;
  • restos de comida, incluindo pão, ossos e cascas de ovos;
  • esterco de animais e outros resíduos;
  • aparas de madeiras, palha e folhas.

Todas essas sobras que vêm dos restaurantes de empresas, dos estabelecimentos comerciais, de creches, dos sacolões, dos jardins e pomares, não podem mais ser utilizadas, não têm mais a serventia de origem. Porém, são resíduos que podem ser reaproveitados usando o tratamento biológico.

Entenda como os microrganismos transformam os orgânicos

tratamento biológico de resíduos orgânicos

Antes da aprovação de leis ambientais, como a Política Nacional de Resíduos, os materiais orgânicos iam parar em aterros sanitários. No entanto, surgiram maneiras mais ecoeficientes para a gestão desses resíduos e uma delas é a reciclagem por meio de tratamento biológico.

Uma das formas se reciclar os resíduos orgânicos é a compostagem, realizada em pilhas de sobras orgânicas. Trata-se de um processo no qual microrganismos, como bactérias, fungos e actinomicetos, na presença de oxigênio, decompõem a matéria orgânica dos resíduos, transformando-os. O resultado é o composto orgânico chamado húmus, um adubo repleto de nutrientes que fortalecem as raízes das plantas.

O processo de compostagem dos resíduos orgânicos acontece em três fases:

  • fase 1 (decomposição): etapa da degradação ativa, na qual proteínas, aminoácidos, lipídios e carboidratos são rapidamente decompostos em água, gás carbônico e nutrientes (compostos de nitrogênio, fósforo, etc.) pelos microrganismos, liberando calor. É a fase na qual também são eliminadas as bactérias patogênicas, como por exemplo, as salmonelas e as ervas daninhas.
  • fase 2 (semimaturação): etapa intermediária entre o final da degradação ativa e a fase de maturação;
  • fase 3 (maturação ou cura): etapa na qual formam-se substâncias húmicas, e após a maturação do composto ele está humificado/umidificado/úmido e viável para uso.

Saiba mais: Como as empresas podem resolver o problema para gerar menos resíduos?

Tratar biologicamente os resíduos exige atenção

tratamento biológico de resíduos orgânicos

Para o sucesso da compostagem é necessário controlar três fatores, a temperatura, a umidade e o oxigênio:

  • a temperatura na pilha de compostagem deve ser controlada a cada fase do processo, podendo variar de 45°C a 65°C nas primeiras etapas, caindo para 25°C a 30°C na fase final. Porém, se houver elevação extrema de calor, como a 75°C, o processo pode ter um efeito inverso e retardar ou até anular a atividade microbiana;
  • a umidade na pilha de compostagem deve ser mantida, pois os microrganismos precisam dela para se movimentarem e decomporem a matéria orgânica;
  • a presença de ar é imprescindível para a decomposição, por isso, a pilha de compostagem deve estar sempre arejada, o que se consegue revolvendo os resíduos com uma forqueta de arejamento ou um ancinho.

Tratamento biológico de resíduos orgânicos é vantajoso

tratamento biológico de resíduos orgânicos

São muitos os benefícios do processo biológico da compostagem para a reciclagem dos resíduos orgânicos. Entre as vantagens, podemos destacar:

  1. Implante um método simples e econômico

O tratamento biológico é natural e não demanda alto investimento para ser implantado. As empresas podem reservar um local de sua estrutura física para o processo de compostagem. Também se pode contratar uma consultoria capaz de indicar empresas que recolhem os orgânicos e os tratam pelo método da compostagem. Até mesmo em casa é possível para qualquer um realizar a reciclagem dos orgânicos, adquirindo uma composteira.

  1. Gere menos poluição atmosférica

No processo biológico da compostagem ocorre somente a formação de CO2, H2O e biomassa (húmus). Por ser um processo de fermentação que ocorre na presença de oxigênio (aeróbico), não há formação de CH4 (gás metano), que é altamente nocivo ao meio ambiente. Sua agressividade é 23 vezes maior que o gás carbônico em termos de aquecimento global.

  1. Produza um composto rico em nutrientes

Os resíduos orgânicos tratados biologicamente produzem um húmus de excelente qualidade. Ele torna o solo poroso, facilitando a aeração das raízes, a retenção de água e nutrientes. Os minerais compõem 6% do composto e são formados de nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e ferro, que são absorvidos pelas raízes das plantas.

  1. Evite o chorume

O tratamento biológico dos resíduos orgânicos evita que as sobras sejam abandonadas de qualquer forma no meio ambiente, produzindo o líquido chamado chorume, capaz de poluir cursos d´água, reduzindo o oxigênio e matando organismos.

  1. Desenvolva um fertilizante natural

Resíduos orgânicos tratados em compostagem biológica produzem um fertilizante natural, sem aditivos químicos. O húmus é um adubo natural com excelentes resultados na agricultura, paisagismo, jardinagem e hortas.

Como se vê, há muitas vantagens em se investir no tratamento biológico de resíduos orgânicos. As bactérias, fungos e outros microrganismos podem ser uma solução sustentável para a gestão de resíduos. E tudo realizado por meio da reciclagem, que poupa o meio ambiente e ainda gera um composto capaz de recuperar solos e fortalecer as plantas.

Gostou desse tema ou achou o assunto relevante? Deixe seu comentário abaixo ou compartilhe o conteúdo nas redes sociais.

Precisa se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Compostagem x aterro sanitário: como destinar resíduos orgânicos?

 

 

 

O que sua empresa precisa saber sobre produção ecoeficiente?

A produção ecoeficiente é uma metodologia que busca reduzir a poluição e aumentar a sustentabilidade ambiental. Através desse modelo é possível minimizar desperdícios e emissões, eliminando as causas já na criação de produtos e serviços. Não segue mais a maneira antiga, que controlava os impactos ao meio ambiente somente após a concepção do produto. Com isso, a empresa minimiza os riscos na produção.

As empresas hoje são desafiadas a saírem de um discurso de sustentabilidade para investir na preservação ambiental. Por meio de uma cadeia produtiva ecoeficiente, contribui-se para a evolução de uma sociedade sustentável. Para garantir isso é preciso desenvolver processos produtivos sustentáveis, incluindo essa filosofia na forma de gerenciar sua linha de produção.

Essa metodologia é uma das grandes atitudes que pode levar uma indústria ao desenvolvimento sustentável. Vamos saber mais sobre assunto?

Leia mais em: Reciclagem energética: uma excelente opção para reutilizar resíduos

Conceito de Produção Ecoeficiente

A produção ecoeficiente — produção limpa ou produção mais limpa — é um método de gerenciamento que busca produzir mais com menos insumo (matéria prima, água e energia elétrica) e menos poluição, menos resíduos tóxicos e não biodegradáveis.

Os princípios básicos são:

Com a aplicação da produção ecoeficiente as empresas são induzidas a inovar em tecnologias ambientais, principalmente no tratamento de resíduos e emissões gerados em um processo produtivo.

Contexto da Produção Ecoeficiente

Dentro do contexto de produção ecoeficiente está às ações que permitem as empresas oferecerem aos seus clientes produtos e serviços a preços justos, ao mesmo tempo em que reduzem o impacto ambiental que a sua produção trás.

É uma meio inteligente de utilizar recursos naturais de forma reduzida e consciente, sem comprometer os resultados da organização. Além disso, a imagem da empresa melhora perante seus clientes, fornecedores e acionistas, uma vez que a marca estará associada há uma produção que se preocupa com a preservação ambiental.

Objetivo da produção ecoeficiente

  • São os objetivos da produção ecoeficiente:
  • reduzir o consumo de recursos;
  • reduzir o impacto sobre a natureza: utilizar recursos renováveis que são geridos de forma sustentável, bem como minimizando emissões e resíduos;
  • fornecer aos clientes produtos e serviços de maior qualidade;
  • minimizar a dispersão de tóxico;
  • fomentar a reciclagem dos resíduos;
  • estender a durabilidade dos produtos;
  • promover a educação dos consumidores para um uso mais racional dos recursos naturais e energéticos.

Aplicabilidade da produção ecoeficiente

Uma empresa deve saber trabalhar e interagir com o meio ambiente. Este é um fator estratégico e fundamental para a competitividade do negócio.

Com a finalidade de diminuir o impacto no meio as empresas devem procurar meios de funcionamento ecologicamente eficientes. Abaixo listamos exemplos de aplicação do conceito de produção ecoeficiente.

Geração de energia alternativa

As empresas podem buscar alternativas de energia renováveis, como: energia eólica (gerada a partir do vento), solar (proveniente dos raios solares), geotérmica (obtida do calor das camadas profundas da terra) e biogás (gases de decomposição de resíduos orgânicos). Essas possibilidades de energia alternativas oferecem pouca agressão ao meio ambiente.

Tratamento de resíduos

Hoje possuímos diversas tecnologias que permitem tratar os resíduos provenientes da produção industrial. Uma empresa ecoeficiente deve fazer o máximo para reduzir, reciclar e reutilizar sempre que possível os seus resíduos gerados. Seguindo a ordem de prioridade da Política Nacional de Resíduos Sólidos, do Ministério do Meio Ambiente.

Saiba mais: CADRI é suficiente para afastar a responsabilidade da empresa?

Compostagem

A compostagem é uma técnica que estimula a decomposição de resíduos orgânicos. É um método de reciclagem do resíduo orgânico.

Leia: Compostagem x aterro sanitário: como destinar resíduos orgânicos?

Trocar equipamentos não sustentáveis

Para evitar desperdícios de insumos e produção de resíduos substituir os equipamentos por outros que resultam em menos agressão ambiental é uma atitude ecoeficiente.

É possível utilizar equipamentos de economizem água e energia, que evita desperdícios em cortes de peças em indústrias têxteis, que permita a reutilização das sobras de aço, entre outros.

Benefícios da aplicação da produção ecoeficiente

Principais benefícios da produção ecoeficiente nas empresas:

Redução de custos

A produção ecoeficiente tem como maior objetivo evitar o desperdício e empregar o uso mais inteligente de recursos naturais. Por isso, que este tipo de iniciativa ajuda as empresas a diminuir os custos referentes ao uso destes insumos e a aquisição desses materiais. Bem como, também reduz o custo com a disposição final dos resíduos.

Aumento de eficiência

Para aplicar a produção ecoeficiente é imprescindível realizar uma análise de todos os processos para melhorar o aproveitamento dos recursos e aumentar a produção. Mediante isso, a empresa garante uma produção mais limpa e conquista uma maior lucratividade ou desenvolve produtos com custos mais baixos para o consumidor.

Mais competitividade

Ampliar a competitividade é o que mais as empresas buscam. Conquistar mais clientes e melhorar a imagem perante seus clientes é o benefício mais procurado pelas organizações ao aplicar a produção ecoeficiente. Chamamos esse benefício de vantagem competitiva sustentável. Essa vantagem somente é conquista quando é aplicado todas as ações.

Sendo assim, concluímos que a produção ecoeficiente é uma abordagem preventiva, para tornar possível a sobrevivência humana no planeta nos próximos anos. O uso dos princípios ecológicos na criação, desenvolvimento e oferta de bens e serviços é fundamental para o sucesso da aplicação do método. É necessária uma mudança nas tecnologias, na criação e manipulação da matéria e dos materiais, no desenho das industriais e na economia. É indiscutível que a sustentabilidade reduz o risco do negócio de qualquer empresa e aumenta a sua credibilidade.

Gostou desse assunto ou acha ele relevante? Compartilhe nas redes sociais ou deixe seu comentário abaixo.

Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Como as empresas podem resolver o problema para gerar menos resíduos?

Reciclagem: tudo que você precisa saber

No Brasil são produzidos aproximadamente sete milhões de toneladas de lixo urbano. Quando os resíduos são misturados, somente 1% destes resíduos podem ser reaproveitados, e quando ocorre a separação correta, o aproveitamento passa para a ser 70%.

Reciclar é uma forma de reduzir o lixo depositado no ambiente e todos podemos colaborar para a conscientização da sociedade sobre os benefícios dessa atividade.

Muitas pessoas utilizam essa forma de vida como fonte de renda, e ainda ajudam o meio ambiente. O profissional que destina o tempo para reciclagem é totalmente importante para o ciclo e redução da produção de lixos. Por isso que foi criada uma data comemorativa destinada somente a esse público. O dia do reciclador e da reciclagem que é celebrado 22 de novembro. Dia importante para esse profissional e para a atividade tão significativa para o meio ambiente.

Reciclagem: tudo que você precisa saber!

A reciclagem é um processo de conversão do desperdício em materiais ou produtos de potencial utilidade. Este processo permite reduzir o consumo de matérias primas, de utilização de energia e a poluição do ar e da água, ao reduzir a necessidade de tratamento do lixo e a emissão de gases do efeito estufa.

A reciclagem é um componente importante na gestão dos resíduos sólidos e o terceiro componente na hierarquia dos resíduos: reduzir, reutilizar e reciclar!

São muitos os materiais que são recicláveis e podemos fazer a separação na nossa casa e no local de trabalho. Os materiais que são recicláveis são: vidro, papel, metal, plástico, tecido e componentes eletrônicos.

Também tem a compostagem, que é a reutilização dos detritos biodegradáveis, como o lixo de cozinha ou de jardim.

Os materiais que serão reciclados são transportados para uma cooperativa ou são recolhidos em locais estratégicos, esses materiais são limpos e reprocessados em novos materiais para a produção industrial.

Benefícios da reciclagem

Os benefícios são muitos, tanto para o meio ambiente, quanto para a área socioeconômica.

Para o meio ambiente: redução da acumulação dos resíduos, evitando a produção de novos materiais, como: papel, que exige o corte de árvores, com emissão de gases como metano e gás carbônico, consumo de energia, agressões ao solo, ar e água.

Na questão socioeconômica, a reciclagem contribui para o uso racional dos recursos naturais e da reposição dos recursos que podem ser reaproveitados. A reciclagem também proporciona uma melhora na qualidade de vida das pessoas, com a preservação das condições ambientais, e também gera renda para aquelas pessoas que encontram nessa atividade uma oportunidade de negócio.

Segundo um levantamento realizado em 2010 pelo Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE), naquele ano 443 municípios brasileiros tinham programas de coleta seletiva, o que representava 8% dos municípios, com concentração principalmente nas regiões Sul e Sudeste do país (86%). Este serviço de coleta atendia 12% da população brasileira.

A regulamentação das atividades de coleta seletiva e reciclagem no Brasil teve um importante avanço no segundo semestre de 2010, quando foram sancionados a Lei nº 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos [6] e o Decreto nº 7.404, que regulamentou a Lei nº 12.305, criando o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de logística reversa.

Estas novas políticas vieram, entre outras ações, regulamentar a atividade das cooperativas de trabalhadores do setor de coleta seletiva e traçar as diretrizes a serem seguidas pelas esferas de governo para implementar os serviços de coleta e reciclagem de resíduos sólidos.

Dicas para ajudar na gestão dos resíduos sólidos

Mesmo com profissionais que auxiliam na limpeza urbana, é essencial cada pessoa fazer a sua parte. Pode ser em casa, no local de trabalho ou em ambiente público.

Selecionamos algumas dicas para ajudar a separar o lixo e facilitar a gestão dos resíduos sólidos:

– separar o lixo orgânico do lixo inorgânico: separar o lixo orgânico (restos de comida), do lixo seco (papel, plástico, vidro);

– higienizar as embalagens: limpar com água as embalagens usadas, limpar com agua, por exemplo: cerveja, refrigerante, iogurte, garrafas PETs. Assim evita acúmulo de insetos e animais que são atraídos por objetos sujos. Além de evitar o mau cheiro.

– diminuir o tamanho do lixo: separar papéis e caixas de papelão, rasga-los e empilhá-los, pois ocupa menos espaço do que papel ou caixas amassados e jogados. E também facilita o trabalho dos catadores.

– amassar as latinhas: sempre que possível deverá amassar as latinhas de alumínio, economizando espaço e contribuindo para a gestão da coleta seletiva.

– secar as embalagens: embalagens tetrapack devem ser secadas e dobradas para ocupar menos espaço, não atrair animais ou insetos e gerar menos mau cheiro;

– separar o óleo de cozinha: armazenar garrafas PET após a utilização do óleo de cozinha, procurar postos de coleta desse produto. Com isso, evita o entupimento do encanamento, contribui para a produção de sabão de limpeza.

– embale os resíduos recicláveis: coloque em embalagens separadas e que sejam resistentes para facilitar para o reciclador de lixo efetuar o transporte.

– jogue lixo no local correto: deposite seus resíduos na lixeira, e não jogados nas ruas, evitando assim que animais ou pessoas possam rasga-los, e evita poluição nas vias públicas.

ISO 14001 e a gestão dos resíduos sólidos

Com a implantação da ISO 14001, Sistema de Gestão Ambiental sua empresa terá o auxílio para ter uma gestão eficiente dos resíduos sólidos, ter indicações de empresas de reciclagem.

A ISO 14001, focada na gestão ambiental, traz soluções para manter empresa dentro das legislações referentes ao campo de atuação da empresa, oferecendo um eficiente Sistema de Gestão Ambiental, e consequentemente a Gestão dos Resíduos Sólidos.

A nova versão da ISO 14001 saiu no final de 2015. A Verde Ghaia já está preparada para te dar todo suporte e assistência para a implantação e atualização da Certificação ISO 14001 2015.

Entre em contato com os consultores da Verde Ghaia e inicie sua Certificação o quanto antes! Conheça também a plataforma para Gerenciamento de resíduos.

Caso sua empresa precise gerenciar os resíduos sólidos que ela produz, mas você ainda não sabe a maneira correta de iniciar o processo, entre em contato com a VG Resíduos, empresa do Grupo Verde Ghaia, pelo telefone (31) 2127-9137.

Descubra as vantagens ao mapear a geração de resíduos por fonte geradora

Desde 2010 o país possui a Lei Nº 12.305 do Ministério do Meio Ambiente, que define a Política Nacional de Resíduos Sólidos – a PNRS. Essa política estabelece princípios que vão de encontro com o modo de produção da maioria das empresas.

Dentre esses princípios destaca-se a prevenção e a redução da geração de resíduos. Para isso a PNRS exige que as empresas elaborem um plano de gerenciamento de resíduos.

Gerenciar os resíduos significa realizar um conjunto de ações para a disposição final ambientalmente adequada. E para que isso acontece é importante mapear a geração de resíduos por fonte geradora.

Conheça algumas vantagens ao mapear a geração de resíduos por fonte geradora


As empresas devem ter em mente que mapear a geração de resíduos por fonte geradora não resulta só em gastos e trabalho extra. Quando é elaborado, implantado, executado e monitorado de maneira correta, o mapeamento é uma ferramenta importantíssima na gestão, organização e redução de custos no seu processo produtivo, pois através dele é possível avaliar quais as fontes que desperdiçam matéria prima, qual a melhor forma de dispor os resíduos gerados e quais alternativas para a redução na geração de resíduos.

Mapear a geração de resíduos por fonte geradora traz às empresas diversas vantagens. Abaixo listamos as principais:

Redução de Custos

A elaboração, implantação, execução e monitoramento do mapeamento da geração de resíduos contribuem de três maneiras para a redução de custos em uma empresa:

  • Redução de custos com a destinação de resíduos;
  • Redução de custos de processo;
  • Redução no consumo de matéria prima;
  • Redução dos custos com equipamentos e pessoal.

Redução de custos com a destinação de resíduos  – O mapeamento da geração de resíduos tem como um dos principais objetivos diagnosticar quais os pontos de geração excessiva de resíduos. Através do mapeamento a empresa pode implantar medidas de redução e orientar os funcionários sobre a correta segregação dos resíduos, evitando assim que sejam destinados de forma errada. A destinação incorreta de resíduos traz prejuízo às empresas, aumentando assim o custo de destinação.

Redução de custos Matéria Prima – Outro objetivo do mapeamento da geração de resíduos por fonte geradora é verificar em quais etapas do processo produtivo há desperdício de matéria prima. O mapeamento contribui na identificação de possíveis falhas no processo da empresa.

Redução dos custos com equipamentos e pessoal – No mapeamento é determinado a quantidade, tamanho, tipo e localização das lixeiras, containers de armazenamento temporário e principalmente a quantidades de profissionais necessários a realização da gestão dos resíduos.

Determinação do espaço para armazenamento ambientalmente correto

Em uma empresa, durante suas etapas de fabricação, são gerados certo volume e tipo de resíduo. E para cada tipo de resíduo existe o método de destinação final adequado, que pode ser em aterro sanitário, tratamento, coprocessamento, aterro industrial, reciclagem, etc.. Porém alguns resíduos até serem destinados podem ficar por algum período de tempo armazenado na empresa.

O mapeamento da geração por fonte geradora proporciona outra vantagem a empresa no gerenciamento de resíduos, como determinar a melhor localização para o armazenamento destes resíduos e também a periodicidade ideal para a coleta dos mesmos, contribuindo com a liberação de espaço e organização da empresa.

Redução dos Riscos de Acidente

Outra vantagem ao mapear a geração de resíduos por fonte geradora é a redução dos riscos de acidente do trabalho, uma vez que, para cada tipo de resíduo são determinados métodos de manuseio, EPI’s a serem utilizados, rotas de transporte interno e externo, locais de armazenamento e horários para coleta e destinação.

Redução e Controle dos Impactos Ambientais 

Quando a empresa mapeia suas fontes geradoras de resíduos ela identifica em quais locais é possível reduzir a geração de resíduos sólidos e qual a maneira correta de segregação e destinação final. Isso contribui diretamente no controle e redução dos impactos ambientais gerados pelas atividades humanas

Alguns dos impactos associados à destinação incorreta dos resíduos sólidos são: proliferação de vetores, contaminação das águas superficiais e subterrâneas, este último principalmente pelo chorume, poluição atmosférica, contaminação do solo, entre outros.

Melhoria da Visibilidade da Empresa

 

Implantar dentro de uma organização a gestão de resíduos aumenta a credibilidade da empresa perante seus fornecedores e clientes, assim como também para o órgão fiscalizador.

O mapeamento da geração de resíduos contribui para a agilidade dos processos de renovação da licença ambiental de operação e, feito de forma correta, reduz o risco de multas, haja vista que a empresa terá conhecimento total de quais resíduos gerados e quais métodos apropriados de destiná-lo.

A importância do mapeamento da geração de resíduos na gestão ambiental e econômica

Na maioria das vezes a geração de resíduos no processo produtivo indica uso ineficiente de materiais e recursos.

Economicamente, os resíduos de produção são custo para empresa, tanto no que refere aos custos dos materiais transformados em resíduos, quanto ao custo de tratamento e disposição dos resíduos gerados.

Ambientalmente, os resíduos representam a extração desnecessária de recursos naturais transformado em resíduo e a poluição a ser causada com o seu lançamento ao Meio Ambiente.

Empresas que desejam se certificarem na ISO 14001 e implantar um Sistema de Gestão Ambiental devem buscar na gestão adequada de resíduos esses dois fatores: economia e gestão ambiental.

Como a Consultoria em Gerenciamento de resíduo pode trazer as vantagens do mapeamento da geração por fonte geradora?

A VG Resíduos auxilia a sua empresa na gestão completa dos resíduos gerados durante seu processo produtivo.

O gerenciamento de resíduo realizado pela Verde Ghaia conta com o software que permite o mapeamento da geração de resíduos por fonte geradora. Todas as informações referentes ao resíduo gerado são inseridas no sistema, este integra e organiza esses dados de modo a orientar e viabilizar a gestão mais eficiente.

Evite elaborar o mapeamento da sua empresa apenas para formalização junto ao órgão ambiental dos resíduos gerados.

Utilize o mapeamento para a melhoria continua dos processos, redução de custos e organização da empresa.

Contate a Verde Ghaia pelo telefone (31) 2127-9137 é descubra os benefícios que a consultoria online pode proporcionar ao seu negócio.

Como mapear o que minha empresa gasta com gerenciamento de resíduos?

Um bom sistema de gerenciamento de resíduos deve andar de mãos dadas com um bom sistema de monitoramento de gastos gerados por estes materiais

Nas últimas décadas experimentamos um crescimento elevado em relação a preocupação das empresas com as questões ambientais. Aliada à essa preocupação, a legislação para a área de meio ambiente cresceu muito, forçando ainda mais as organizações à uma cultura operacional mais verde.

Um dos temas mais importantes (senão o mais importante) das empresas quando o assunto é meio ambiente, é a geração de resíduos. Boa parte do impacto ambiental causado pela maioria das empresas está relacionada à destinação dos resíduos de sua operação, em especial os resíduos sólidos, uma vez que o percentual destinado a reciclagem ainda é muito pequeno e uma quantidade muito grande destes materiais ainda é descartada em lixões e aterros.

Além do problema ambiental, existe o problema dos custos, pois uma vez que a empresa se vê obrigada a dar uma destinação adequada aos resíduos, ela acaba incorrendo no pagamento de diversas despesas de transporte e tratamento dos materiais descartados.

Este artigo explicará como fazer o mapeamento dos custos gerados pelo processo de gerenciamento de resíduos.

Etapa 1 -Elaboração de um plano de gerenciamento de resíduos

A primeira etapa a ser executada é a elaboração de um plano de gerenciamento de resíduos. No plano serão definidos os meios de acondicionamento, transporte e tratamento de cada resíduo, bem como a forma como estes materiais deixarão a empresa.

É necessário também levantar toda a documentação necessária que será entregue aos órgãos estaduais e federais de fiscalização. Existem documentos genéricos que devem ser entregues por todas as empresas como o MTR, mas existem também documentos específicos para alguns casos especiais como o das indústrias que manipulam produtos perigosos, elas precisam gerar alguns documentos específicos para comprovar a destinação dos resíduos.

Etapa 2 – Mapeando as áreas geradoras

Uma vez gerado o plano de gerenciamento de resíduos, a próxima etapa será o mapeamento das áreas geradoras. Todas as áreas da empresa que geram algum tipo de resíduo (ainda que sejam resíduos de escritório ou refeitório) deverão ser listadas e seus respectivos rejeitos devem ser cadastrados, assim será possível saber o que sai de cada área.

Após o cadastramento, serão levantados métodos de coleta dos dados de geração de resíduos, a atualização deverá ser constante para que os indicadores sejam sempre monitorados.

Etapa 3 – Padronizando os resíduos gerados

Todos os resíduos cadastrados deverão ser padronizados no sistema de gerenciamento. Eles deverão ser organizados por tipos e formas de destinação. Por exemplo, papéis são resíduos de escritório e podem ser destinados à reciclagem.

Tendo as formas de destinação cadastradas, a empresa poderá levantar o custo total no fim do processo, pois poderá ser observado o quanto foi gasto em cada forma de destinação, sendo necessário apenas fazer o rateio para cada área em função de sua quantidade gerada.

É importante que o cadastro de formas de geração seja aberto, para que elas possam ser alteradas e novas formas de destinação possam ser adicionadas ao longo do tempo.

Etapa 4 – Estabelecendo um programa de monitoramento de custos

Um bom programa de monitoramento de custos consistirá basicamente num cadastro genérico de todas as receitas e despesas geradas pelos resíduos.

A empresa deverá ter o cadastro de todas as notas fiscais de entrada e saída e também ter uma forma de atrelar os valores aos vários tipos de resíduos, pois quando o caminhão do transportador chega para carregar os materiais, ele levará uma infinidade de materiais gerados por diversas áreas e de vários tipos diferentes, então a nota fiscal será de um valor global.

O ideal é que a empresa possa destacar o quanto cada resíduo está impactando no valor pago pelo transporte e tratamento, mas caso não seja possível, o rateio baseado nos dados internos será a melhor opção para mapear os custos de cada área da empresa.

Etapa 5 – Gerando o relatório de custos mapeados

Uma vez estabelecido o programa de monitoramento de custos dos resíduos, é a hora de gerar o relatório que será usado para a avaliação de cada área.

O ideal é que o relatório venha com diversas segmentações, mostrando não só o quanto de resíduo foi gerado, mas o quanto foi gerado de cada resíduo por cada área e quanto isso custou.

O relatório deve ser de fácil entendimento, mostrando para onde estão indo os resíduos e o quanto eles têm gerado de despesas para a empresa.

O relatório servirá para orientar a gestão de resíduos da organização, pois com ele em mãos, é possível estabelecer indicadores e colocar metas de economia, bem como integrar a destinação de diferentes áreas para economizar através de ganhos de escala.

Fazendo o mapeamento via software

O controle de gastos com resíduos pode ser feito através de um sistema interno ou até mesmo com planilhas, contudo, a integração dos dados é bastante complicada, pois a medida em que informações vão sendo lançadas e atualizações são inseridas, a complexidade da gestão vai crescendo.

O ideal é que seja adotado um software que automatiza e faz todo o gerenciamento e organização separadamente.

O VG Resíduos realiza todo o gerenciamento de custos de maneira automática, que que haja necessidade de constantes atualizações e inserção de informações. Uma vez que a destinação é gerada no sistema, todo o resto é feito automaticamente e relatórios com informações financeiras minuciosamente segmentadas são gerados automaticamente com gráficos explicativos e detalhamento numérico.

Gerando Receitas a partir dos resíduos

É possível gerar receitas a partir de resíduos, muitas empresas já o fazem, contudo, muitas outras sequer sabem que seu lixo pode virar dinheiro. Para gerar essas receitas, o ideal é que se tenha um portal onde os materiais sejam negociáveis.

O VG Resíduos possui um módulo chamado de Mercado de Resíduos, através dele, as empresas geradoras podem fazer ofertas dos resíduos gerados, bem como procurar por empresas que queiram tratar estes materiais. As empresas que são tratadoras ou transportadoras também podem fazer ofertas de compra ou de serviços nos resíduos cadastrados.

O sistema faz um leilão online e escolhe automaticamente o melhor preço para o ofertante, assim há uma redução contínua de custos e em muitos casos, geração de receitas através do sistema.

Estima-se que as empresas que utilizam o software acabam obtendo anualmente, uma economia de 20% em média no orçamento de gerenciamento de resíduos. Além é claro, dos ganhos na venda destes materiais.

FIESP promove workshop Brasil-Portugal sobre gestão de resíduos sólidos

A gestão dos resíduos sólidos ainda não alcançou todos os objetivos estabelecidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010, no Brasil. A PNRS com suas diretrizes foi um marco para o país tendo como proposta o tratamento dos resíduos sólidos (materiais que podem ser reciclados ou reaproveitados), sejam eles domésticos, industriais, eletroeletrônicos, entre outros, e também incentivando o descarte correto dos rejeitos (itens que não podem ser reaproveitados) de forma compartilhada ao integrar poder público, iniciativa privada e a população.

Com intuito de melhorar, ampliar e cumprir a Lei nº 12.305/2010 a FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) realizou em 6 de novembro de 2017 um Workshop para trocar experiências em projetos de gestão de resíduos sólidos no Brasil e em Portugal.

O workshop discutiu os avanços e entraves da gestão de resíduos sólidos, com foco nos aspectos mais críticos, dentre esses: eliminação e recuperação de lixões e sustentabilidade econômico-financeira dos serviços públicos, a legislação de resíduos sólidos no Brasil e em Portugal e reciclagem (com foco em embalagens e produtos eletroeletrônicos).

Workshop de gestão de Resíduos Sólidos Brasil e Portugal

A iniciativa para realização do Workshop foi dos departamentos de Meio Ambiente (DMA) e Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da FIESP, com a participação de especialistas e empresas do setor de ambos os países.

Nos debates do Workshop foi avaliado que o Brasil possui problemas em identificar e regulamentar tecnologias para o tratamento de resíduos. Contudo, o segmento de embalagens de agrotóxicos apresentaram soluções para a disposição final adequada das embalagens descartadas, e o segmento de produtos eletrônicos tiveram resultados consideráveis na estruturação da reciclagem dos produtos eletroeletrônicos no país.

O contexto econômico dos dois países é o que mais dificulta e retarda a gestão de resíduos sólidos.

A situação atual do Brasil na gestão de resíduos sólidos

No Brasil, os resíduos sólidos ainda são um dos principais problemas ambientais. O que dificulta mais a gestão de resíduos sólidos é não possuir empresas de tratamento e destinação de resíduos em número e tecnologia adequados.

O aproveitamento pela reciclagem ou reutilização de sucatas metálicas (ferro, aço, cobre e alumínio), papel e papelão, vidro e alguns plásticos são os mais realizados no país.

Em relação aos países desenvolvidos o Brasil tem um significativo atraso na gestão de resíduos sólidos. No entanto, com a Política Nacional de Resíduos Sólidos iniciou um processo acelerado de evolução do gerenciamento, no setor público e no privado, pautado por elevados padrões de proteção ambiental e sustentabilidade.

Pela lei a destinação de resíduos prioriza a reutilização e reciclagem e deixando por último, apenas para os rejeitos, a disposição final em aterro sanitário. Com isso o custo da disposição em aterro sanitário reduzirá.

No artigo Entenda a situação atual do Plano Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS) você encontra informações da situação atual da gestão de resíduos sólidos no Brasil.

Tratamento de Resíduos Sólidos

Em relação ao tratamento dos resíduos, no Brasil têm sido instaladas algumas unidades de compostagem/reciclagem. Essas unidades utilizam tecnologia simplificada, com segregação manual de recicláveis em correias transportadoras e compostagem em leiras a céu aberto, com posterior peneiramento.

Devido à dificuldade de alguns municípios em operar e manter as unidades de compostagem, muitos que foram instaladas estão hoje paralisados e sucateados.

O tratamento por incineração ainda é precário no país, As poucas usinas de incineração existentes são utilizadas exclusivamente para incineração de resíduos de serviços de saúde e de aeroportos, e em geral não atendem aos requisitos mínimos ambientais da legislação brasileira.

Outros tipos de tratamento de resíduos, tais como autoclavagem, microondas e outros, vêm sendo instaladas mais frequentemente em algumas cidades brasileiras, mas os custos de investimento e operacionais ainda são muito elevados.

A importância da gestão de resíduos sólidos nas empresas

Algumas empresas percebem que a gestão de resíduos sólidos permite aumentar a produtividade, reduzir custos e ampliar as oportunidades de negócios em tempos de globalização.

Neste sentido aderir ao gerenciamento de resíduos traz inúmeras vantagens, tais como:

Aumentar a produtividade que consequentemente aumenta os lucros, pois consumirá menos energia, além de produzir novos objetos com matéria-prima barata proveniente da reciclagem.

Ganho de novos clientes com a melhoria da imagem uma vez que empresas que produzem de forma sustentável são as mais valorizadas e com credibilidade no mercado.

Evitar multas e reparações, pois cumpre todas as leis ambientais no que refere ao tratamento e disposição ambientalmente correta dos resíduos sólidos.

Tornar mais agradável o ambiente de trabalho, uma vez que manter limpo e organizado a empresa influencia no aspecto psicológico dos trabalhadores, aumentado a produtividade destes funcionários, ou seja, a sua entrega nas atividades do seu negócio. Além desse beneficio a higienização do ambiente de trabalho reduz os riscos de acidentes, afastamentos por problemas de saúde, entre outros transtornos.

Diminuir os custos de produção, uma vez que na gestão de resíduos sólidos a sua empresa pode optar por comprar reciclado como matéria prima para a produção. Reduz o custo com distribuição e comercialização de produtos, pois terá mais espaço para o armazenamento de mercadorias (antes ocupado pelos resíduos). Economiza no descarte de resíduos em aterros, já que através da gestão o resíduo será reutilizado ou comercializado.

Consultoria em gerenciamento de resíduos


É imprescindível desenvolver novas técnicas e/ou aplicar novas metodologias que minimizem os impactos que os resíduos sólidos possam causar.

Tratar e armazenar os resíduos visando minimizar os custos e maximizar a segurança é um dos principais objetivos de empresas que desejam cumprir as exigências ambientais, e principalmente empresas certificadas no Sistema de Gestão Ambiental.

A Verde Ghaia é uma empresa especializada em consultoria que pode auxiliar a sua empresa a atender todos os requisitos legais da Lei 12.305/2010.

Através da plataforma VG Resíduos é apresentado para sua empresa uma solução prática e funcional que permite ao seu negócio realizar a gestão completa do processo, monitorar históricos e tomar decisões estratégicas baseadas em gráficos e relatórios.

Entre em contanto e veja os benéficos de uma consultoria para o gerenciamento de resíduos.

Quais empresas são obrigadas a elaborar o inventário de resíduos de acordo com a CONAMA 313?

A verificação da obrigatoriedade da emissão, bem como atenção às datas de entrega são fundamentais para se evitar transtornos junto aos órgãos ambientais de cada estado

A gestão de resíduos é uma atividade que requer ações de várias áreas da empresa, uma vez que estes materiais são gerados por diversas atividades na organização, mesmo as que não estão diretamente ligadas à atividade fim da empresa.

Uma das ferramentas mais importantes para a gestão adequada dos resíduos é o inventário anual de geração de resíduos. Apesar de ele não ser obrigatório à todas as empresas no Brasil, é adequada a sua confecção, pois o documento não é apenas mais uma atividade burocrática, pelo contrário, pode ser útil à gestão da empresa no planejamento de ações de redução na geração resíduos, bem como na identificação das áreas que mais geram rejeitos na empresa.

Para que serve um inventário de resíduos?

Um inventário de resíduos é uma listagem de todos os resíduos gerados pela empresa em um determinado período.

Ele deve contemplar os tipos de resíduos produzidos, a origem, a quantidade e a destinação de cada tipo de resíduo gerado. O inventário deverá ser entregue anualmente e em caso de fiscalização, a empresa deverá demonstrar através de documentos, que as informações contidas no relatório são verdadeiras.

Assim, as notas fiscais de transporte e comprovantes de destinação deverão ser mantidas na empresa. A empresa também deve certificar-se de que os terceiros que estão transportando e tratando os resíduos possuem licenças e capacidades para tais atividades, pois assim, ela evita ser corresponsável por um eventual problema ambiental que envolva os resíduos gerados por sua operação.

O que é a CONAMA 313?

A CONAMA 313 é uma resolução emitida pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente em 2002, bem antes da publicação da moderna política nacional de resíduos sólidos.

A CONAMA 313 determinou a confecção de um inventário de resíduos sólidos que deveria ser realizado anualmente pelas empresas de alguns setores da economia. O inventário quantifica os resíduos gerados pelas áreas das empresas, detalhando o tipo, origem, destinação e quantidade, assim é possível saber de onde são gerados os resíduos e como eles estão sendo tratados, tanto no âmbito privado das organizações, quando no ambiente público, uma vez que todos os dados recebidos, uma vez compilados, podem se transformar em relatórios para orientação de políticas voltadas à redução de resíduos e melhor disposição final destes materiais.

O Inventário da CONAMA 313 suporta o PNRS, pois foi criado no sentido de normalizar e legalizar processos industriais, de forma que eles se tornem cada vez mais limpos e sustentáveis.

Pra que serve a CONAMA 313?

A produção do inventário de geração de resíduos sólidos já era uma orientação dos sistemas de gestão ambiental mesmo antes da publicação da legislação. Principalmente nos sistemas regidos pela ABNT NBR ISO 14001.

A CONAMA 313 veio para normatizar a geração dos inventários, fazendo com que estes se tornassem mais uniformes, inteligíveis a qualquer leitor e obrigatórios às empresas enquadradas no grupo de setores abordados pela legislação como sendo os prioritários para o gerenciamento de resíduos.

Na prática, a CONAMA 313 normatiza a emissão do inventário e torna as regras claras, sobre quem é obrigado a emitir e como essa emissão deve ser feita.

Como o inventário de resíduos é elaborado?

O inventário da CONAMA 313 é elaborado a partir das informações de geração e destinação oriundas da gestão de resíduos da empresa.

O inventário deve ser elaborado num documento com as identificações da empresa seguido da listagem de resíduos gerados no ano, suas quantidades e a forma de tratamento dada a cada um.

Gerar inventário pode ser muito trabalhoso, pois irá requerer um grande número de documentos e informações. Uma maneira simples de garantir a correta geração é utilizar um software especializado, como o VG Resíduos.

O sistema VG Resíduos coleta automaticamente todas as informações e registros de destinação da empresa, bem como os dados dos transportadores e tratadores dos resíduos, assim a empresa fica livre de qualquer passivo ambiental.

Ao final do período, o sistema gera o relatório automaticamente, em apenas um clique. O documento é gerado num arquivo PDF que pode ser enviado ao órgão fiscalizador. O documento também fica disponível para impressão.

Quais empresas estão obrigadas a emitir o inventário CONAMA 313?

O inventário da CONAMA 313 é obrigatório para as empresas de alguns setores da economia. De acordo com o 4º artigo da Resolução CONAMA nº 313/2002, as empresas obrigadas a emitir o inventário anual são as dos respectivos setores:

  • Indústrias de preparação de couros e fabricação de artefatos de couro.
  • Fabricação de coque.
  • Refino de petróleo.
  • Elaboração de combustíveis nucleares e produção de álcool.
  • Fabricação de produtos químicos.
  • Metalurgia básica.
  • Fabricação de produtos de metal.
  • Fabricação de máquinas e equipamentos.
  • Máquinas para escritório e equipamentos de informática.
  • Fabricação e montagem de veículos automotores.
  • Reboques e carrocerias e fabricação de outros equipamentos de transporte.

Como é feita a entrega do inventário?

O inventário CONAMA 313 deve ser mantido nas unidades da indústria, bem como também deve ser enviado regularmente para o órgão fiscalizador de cada estado da federação.

O prazo para envio do relatório bem como o órgão responsável por recebê-lo em cada estado estão descritos no artigo “Inventário de Resíduos Sólidos Industriais: Fique atento ao prazo”.

É importante se atentar para a data correta de envio e para a regularidade do documento para evitar transtornos como notificações e multas.

Conclusão

Entendemos que o inventário da CONAMA 313 é uma ferramenta importantíssima, tanto para os órgãos ambientais quanto para as empresas, uma vez que ele lista os resíduos gerados, suas quantidades e a forma de destinação dada a cada um deles.

O relatório pode ajudar a empresa no planejamento de suas operações e na execução de ações redução de geração e reciclagem de resíduos, o que pode resultar em menores custos.

É importante que a empresa verifique se ela se enquadra em algum dos setores de emissão obrigatória do documento e verifique a data limite para envio do inventário em seu estado de atuação.

É essencial também que ela faça o relatório de uma maneira correta e eficiente, um software como o VG Resíduos ajuda muito nessa tarefa.

Impactos da má gestão dos resíduos sólidos

Todos já ouvimos a máxima que diz: “na natureza nada se perde, tudo se cria, tudo se transforma”. Se respeitarmos esses mesmos princípios da natureza, teremos êxito no gerenciamento dos resíduos sólidos produzidos pelas empresas.

Quando a organização mantém uma condição sustentável, ela estará seguindo os mesmos passos da natureza:  reaproveitando, reciclando, criando processos de troca de energia entre a empresa e o meio ambiente.

É sempre bom falar do regulamento que rege os resíduos sólidos, a Lei 12.305/2010, Política Nacional de Resíduos Sólidos. Essa lei estabelece as diretrizes para a correta destinação dos resíduos, e também sobre a destinação e coleta pelos órgãos públicos, encaminhando para a coleta seletiva e aterros sanitários.

Dados brasileiros sobre os resíduos sólidos

No Brasil cerca de 42% dos resíduos sólidos tem destinação final inadequada, evidenciando assim que o país ainda tem muito que caminhar para a melhoria da questão dos resíduos.

Uma pesquisa da Câmara de Comércio Brasil-Alemanha, estimou-se que sejam geradas 2,7 milhões de toneladas/ano de resíduos perigosos.

Portanto, é crescente a preocupação quanto a má gestão dos resíduos sólidos por parte das empresas. Uma das maiores causas dessa questão se deve ao fato dos consumidores estarem mais exigentes quanto aos produtos ecologicamente corretores ou seja, que degradam menos o meio ambiente. Não apenas o público, como também a legislação ambiental, que tem sido cada vez mais rigorosa às organizações

Uma empresa que apresenta uma boa gestão ambiental tem maior potencial competitivo, além de alinhar a lucratividade e a proteção ambiental no mesmo sentido.

Impactos da má gestão para meio ambiente

A gestão inadequada dos resíduos de uma empresa pode contaminar o meio ambiente, trazendo impactos para um grande grupo de pessoas. Na verdade a má gestão dos resíduos pode agir negativamente na saúde de todos, mesmo que seja no bairro, na rua ou na empresa.

É importante saber que os resíduos estando bem alocados e geridos, contribuirá para a preservação do meio ambiente, evitando assim os impactos socioambientais e à saúde pública.

Os resíduos sólidos sendo mal geridos, causam poluição visual, poluição do solo, do ar e do lençol freático.

A Lei nº 12.305/2010 estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), dá ênfase às responsabilidades da população, dos empresários e do poder público. Auxiliando os governantes na implantação das diretrizes de gestão integrada, na qual, os elementos presentes possibilitam estratégias e procedimentos que busquem uma gestão responsável.

Conforme os critérios básicos estabelecidos pela Resolução 001/86-CONAMA, onde constam definições, diretrizes gerais de medidas administrativas, o conceito de impacto ambiental, mencionado no art. 1.º da referida resolução, é classificado como:

“Impacto ambiental é qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante de atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetem: a saúde, segurança e o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e sanitárias e o meio ambiente e a qualidade dos recursos ambientais”.

Com a má gestão dos resíduos sólidos pode-se ter emissão de particulados e outros poluentes atmosféricos, relacionados com a combustão do lixo ao ar livre, ou pela incineração de resíduos sem o uso de equipamentos adequados.

  • Para diminuir os impactos causados pelos resíduos sólidos o mínimo a fazer é investir em treinamentos e capacitações, assim como aquisição de equipamentos e custeio do sistema de manejo dos resíduos sólidos.

Má gestão dos resíduos pode gerar multa

A lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos mostra o caminho para levar uma pessoa ou empresa às penalidades:

Art. 52 – “A observância do disposto no caput do art. 23 e no § 2o do art. 39 desta Lei é considerada obrigação de relevante interesse ambiental para efeitos do art. 68 da Lei nº 9.605, de 1998, sem prejuízo da aplicação de outras sanções cabíveis nas esferas penal e administrativa.”

Art. 23 – Os responsáveis por plano de gerenciamento de resíduos sólidos deverão manter atualizadas e disponíveis ao órgão municipal competente, ao órgão licenciador do Sisnama e a outras autoridades, informações completas sobre a implementação e a operacionalização da gestão dos resíduos sólidos.

  • 1° Para a consecução do disposto no caput, sem prejuízo de outras exigências cabíveis por parte das autoridades, será implementado sistema declaratório com periodicidade, no mínimo, anual, na forma do regulamento.
  • 2° As informações referidas no caput serão repassadas pelos órgãos públicos ao Sinir, na forma do regulamento.

A Lei 9.605, do ano de 1998, no seu artigo 68 diz: Deixar, aquele que tiver o dever legal ou contratual de fazê-lo, de cumprir obrigação de relevante interesse ambiental:

Pena – detenção, de um a três anos, e multa.

Em vista das leis e normas vigentes relativas aos resíduos sólidos, conclui-se que todos os responsáveis pelos planos de gerenciamento de resíduos sólidos que não cumprirem suas obrigações conforme as leis citadas pagarão multa e poderão pegar de 1 a 3 anos de prisão.

Como implementar o gerenciamento de resíduos corretamente?

A nova versão da ISO 14001 publicada no final de 2015 auxilia as organizações a implementarem um sistema de gestão ambiental legalmente correto e adequado às necessidades da empresa. A Consultoria Online Verde Ghaia é reconhecida pela equipe experiente em certificação nas normas da ISO. A partir de uma inovadora plataforma online, as empresas economizam até 60% na

Entre em contato com os consultores da Verde Ghaia e inicie sua Certificação o mais rápido possível! Conheça também a plataforma para Gerenciamento de resíduos.

Caso sua empresa precise gerenciar os resíduos sólidos que ela produz, mas você ainda não sabe a maneira correta de iniciar o processo, entre em contato com a VG Resíduos, empresa do Grupo Verde Ghaia, pelo telefone (31) 2127-9137.

Algumas matérias que podem te interessar

© VG Residuos Ltda, 2019