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Cinco dicas para instituir a logística reversa de lâmpadas fluorescentes

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Dicas para implantar o sistema de logística reversa de lâmpadas fluorescentes colabora para que o meio ambiente seja poupado, diminuindo a poluição e os problemas causados pelo descarte incorreto das lâmpadas descartadas. Além disso, significa um importante diferencial competitivo para a empresa, além de ser uma obrigação legal conforme a lei 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos

A logística reversa de lâmpadas fluorescentes é um processo que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas referentes ao retorno das lâmpadas após o consumo. Conforme acordo setorial, ficam fora lâmpadas do tipo LED, incandescentes e halógenas e lâmpadas que não possuem mercúrio em sua composição. Confira!

Saiba a diferença entre coleta seletiva e logística reversa.

Logística reversa de lâmpadas fluorescentes

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

O processo de logística reversa de lâmpadas fluorescentes inclui o gerenciamento das seguintes etapas: coleta, armazenagem, manuseio e movimentação no gerador e na indústria de reciclagem.

Esse gerenciamento pode ser realizado e monitorado através de softwares de gestão de resíduos. Através do software de gerenciamento de resíduos da VG Resíduos a empresa otimiza o processo de logística reversa de lâmpadas fluorescentes e ganha tempo. Além disso, o software gera relatórios ambientais com facilidade e documentos de uso diário.

É possível implantar o sistema por meio de contratação de transportadoras, criação de centros de coletas de resíduos, parcerias com recicladoras, cooperativas e unidades gestoras de resíduos. Além de criação de um ponto de coleta para que o consumidor comum saiba onde deve levar as lâmpadas usadas para o descarte.

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Confira cinco dicas para instituir a logística reversa de lâmpadas fluorescentes:

1ª: Estabeleça uma política de devoluções e trocas

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Para que logística reversa de lâmpadas fluorescente funcione corretamente a empresa pode estabelecer uma política de devoluções e trocas. Com essa política a empresa facilitará a destinação ambiental correta do resíduo. E também, facilitará o entendimento de como os fornecedores, lojistas e etc. procederão para entregar as lâmpadas fluorescentes usadas.

É importante que nessa política sejam definidos o passo a passo para que a devolução e troca sejam seguidas corretamente. Sem o passo a passo definido, toda vez que for retornar as lâmpadas fluorescentes descartadas através da logística reversa podem surgir dúvidas correndo o risco de o procedimento ser realizado de forma aleatória.

Soluções de logística reversa: qual a melhor para a minha empresa?

2ª: Defina como realizar o manejo

A segunda dica esta diretamente relacionada à política de devolução e troca.

Na política devem estar definida dica de manejo a fim de evitar acidentes que possam causar à contaminação do meio ambiente e riscos a saúde do homem.

As lâmpadas fluorescentes devem ser colocadas, na posição vertical e dentro das embalagens originais quando possível. Caso não seja possível, deverá ser acondicionada utilizando materiais como: papelão, papel ou jornal e fitas autocolantes. Os materiais utilizados para embalar as lâmpadas usadas devem garantir a proteção contra choques mecânicos.

Após estarem embaladas as lâmpadas devem ser colocadas em recipiente portátil ou caixa para o transporte até as empresas de reciclagem licenciadas pelos órgãos ambientais.

Já as lâmpadas quebradas devem ser acondicionadas separadamente das demais lâmpadas. E, em herméticos, como tambores de aço devidamente vedados para evitar a contaminação pelas substâncias perigosas das lâmpadas.

Saiba como a coleta seletiva contribui para a logística reversa.

3ª: Envolva equipe

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

A política de troca e devolução ajuda a informar parceiros sobre como proceder para devolver as lâmpadas fluorescentes usadas. Porém, se a equipe da empresa não estiver envolvida o sistema de logística reversa de lâmpadas fluorescentes não funcionará.

É necessário que toda a equipe tenha recebido orientação quanto aos procedimentos para instituir a logística reversa de lâmpadas fluorescentes.

O ideal é que as equipes dos setores que lidam diretamente como o processo de logística reversa sejam devidamente orientadas, tais como: setor comercial; de atendimento ao cliente; de produção; e logístico.

Saiba por que minha empresa precisa do Sistema de Logística de Resíduos.

4ª: Crie um canal de atendimento

Para que a política de troca e devolução da logística reversa de lâmpadas fluorescentes funcione adequadamente a empresa deve também disponibilizar um canal de atendimento ao cliente.

Nesse canal serão disponibilizadas informações importantes para se realizar o processo de logística reversa. O atendimento pode ser realizado por um colaborador que explicará os passos em menos tempo.

Um dos maiores desafio da logística reversa das lâmpadas fluorescente é a conscientização da sociedade na questão da educação ambiental. Muitos não têm orientação para o coreto descarte das lâmpadas usadas. Na maioria das vezes, esses resíduos são destinados aos aterros. Por isso, é importante que a empresa tenha esse canal para orientação na correta destinação das lâmpadas fluorescentes usadas.

Saiba os desafios da logística reversa.

5ª: Tratamento das lâmpadas fluorescentes

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

As empresas geradoras devem procurar por outras organizações especializadas para realizar o descarte das lâmpadas. Essas tratadoras realizam o tratamento das lâmpadas através da reciclagem e neutralização dos seus riscos. Porém este serviço envolve um custo para a geradora. Ainda no Brasil, o custo para se reciclar lâmpadas fluorescentes é de responsabilidade do gerador de resíduos.

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Através da plataforma Mercado de Resíduos da VG Resíduos, é possível encontrar empresas especializadas e licenciadas para esse tipo de serviço. Além disso, a empresa consegue negociar o serviço e realizar uma busca em um mesmo canal de vários tratadores.

Diante disso, conclui-se que a logística reversa de lâmpadas fluorescentes deve ser vista como uma grande alternativa para o reaproveitamento dos resíduos em um novo ciclo de vida. A logística reversa impede o aumento da poluição e da extração continuadas de recursos naturais que, em sua grande maioria, já se encontram em extinção. Além de evitar danos à natureza e a saúde do homem.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Sete bons motivos para incluir a logística reversa de resíduos

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

 

 

 

Entenda a relação entre passivo ambiental e gestão de resíduos

O passivo ambiental pode ser administrativo ou físico. Os resíduos sólidos, pela sua quantidade e danos potenciais ao ambiente e ao bem estar social, compõem também uma das causas do passivo ambiental de uma empresa.

No que tange o passivo ambiental, na parte administrativa, versam sobre: estudos técnicos, registros, relatórios ambientais, pendências de infrações, multas e penalidades ou resultados de auditorias ambientais.

O que são resíduos sólidos?

Os resíduos são resultados de diversas atividades, como: industrial doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, serviços de varrição, dentre outros. Apresentando-se nos estados: sólido, líquido e gasoso.

A norma NBR 9.896/1993 define que resíduo é um material cujo proprietário ou produtor não considera mais como algo que tenha valor suficiente para conservá-lo.

De acordo com a ABNT NBR 10.004/97, os resíduos sólidos têm as classificações:

– classe 1 – resíduos perigosos: apresentam risco à saúde pública e ao meio ambiente e exigem tratamento e disposição especial, em função das suas caraterísticas: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade.

– classe 2 – resíduos não-inertes: são os resíduos que não tem periculosidade, mas não são inertes, podendo ter as características: combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em agua.

– classe 3 – resíduos inertes: são resíduos que não degradam ou não se decompõem quando dispostos no solo ou se degradam muito lentamente.

O que é passivo ambiental?

As diversas atividades econômicas e seus efeitos sobre o meio ambiente são assuntos tratados de deliberações nacionais e internacionais.

Para evitar, compensar ou mesmo minimizar os impactos negativos, as atividades econômicas que podem ser nocivas do meio ambiente são contempladas com legislações específicas, disciplinadores de procedimentos tecnológicos e operacionais, com o objetivo de reduzir ou mesmo eliminar danos ambientais provenientes de atividades industriais.

  • O passivo ambiental é considerado como toda agressão que se praticou/pratica contra o meio ambiente e consiste em um valor de investimento para reabilitar/recuperar a natureza, podendo ser através de multas ou indenizações contra o praticante ou a empresa que causou o dano ambiental.

Conclui-se então que, passivo ambiental são danos causados ao meio ambiente por empresas no decorrer de suas atividades produtivas e comerciais, e de acordo com a legislação atual, são partes integrantes da responsabilidade socioambiental das empresas que originaram os resíduos.

Passivo ambiental é conjunto de todas as obrigações que as pessoas e empresas têm com o meio ambiente e a sociedade, destinado a promover investimentos em benefícios ao meio ambiente.

Exemplo: quando uma empresa gera algum tipo de passivo ambiental, a responsável terá que gerar investimentos para compensar os impactos negativos causados ao meio ambiente.

Definição contábil do passivo ambiental

A definição contábil do passivo ambiental: são obrigações que exigem a entrega de ativos ou prestações de serviços em um momento futuro, em decorrência das transações passadas ou presentes e que envolveram a empresa e o meio ambiente.

  • Para ter uma correta avaliação da situação econômico-financeira da empresa e muito importante ter um levantamento do seu passivo ambiental.

O passivo ambiental, assim como qualquer passivo, está dividido em capital de terceiros e capital próprio, constituindo assim as origens dos recursos da empresa. Citemos alguns exemplos:

– Bancos: empréstimos de instituições financeiras para investimento na gestão ambiental;

– fornecedores: compra de equipamentos e insumos para o controle ambiental;

– governo: multas decorrentes de infrações ambientais;

– funcionários: remuneração de mão-de-obra especializada em gestão ambiental;

– sociedade: indenizações ambientais;

– acionistas: aumento do capital com destinação exclusiva para investimentos em meio ambiente ou para pagamento de um passivo ambiental;

– entidade: através de destinação de partes dos resultados em programas ambientais.

Passivo ambiental x gestão dos resíduos sólidos

Um passivo ambiental poderá decorrer de eventos do passado, como uma má gestão de resíduos sólidos, por exemplo, que causou uma poluição de uma área.

Esse passivo deverá ser estimado, realizar estudos técnico, abrangendo as características atuais. Com isso, deverá ser levantado a valoração dos gastos a serem realizados, devem ser contabilizados.

O ativo ambiental são os bens adquiridos que podem originar um passivo ambiental. Isso pode acontecer quando o processo de proteção, preservação e recuperação do meio ambiente exigir monitoramento após a recuperação ambiental.

A Gestão dos resíduos sólidos deixará a empresa amparada no que se referente à poluição ou degradação referente à má gestão dos resíduos sólidos.

Com a gestão dos resíduos a empresa antecipa por iniciativa própria o cumprimento da legislação ambiental, incluindo eventos passados, presentes e futuros, reconhecendo assim as suas obrigações.

Vale ressaltar que as instituições financeiras também estão atentas ao passivo ambiental das empresas, podendo evitar realizar empréstimos àquelas que apresentem qualquer risco potencial ao meio ambiente.

Levantamento do passivo ambiental

Para realizar um levantamento do passivo ambiental deverá seguir o roteiro:

– realizar inspeção ambiental da empresa ou processo a ser analisado;

– realizar documentação fotográfica dos itens dos passivos encontrados;

– identificar os processos de transformação ambiental que deram origem aos itens de passivo identificados;

– caracterizar ambientalmente os itens dos passivos e seus processos causadores, colocando representatividade dos seus processos causadores.

Quando o levantamento do passivo ambiental demandar atividades relativas à proposição das ações corretivas e preventivas, deverão ser realizadas as tarefas a seguir:

– estabelecer as ações corretivas e preventivas para cada item de passivo identificado;

– orçar as ações propostas, considerando recursos humanos, técnicos e logísticos necessários, assim como eventuais serviços de terceiros.

Importância da ISO 14001 na questão do passivo ambiental

A certificação da ISO 14001, Sistema de Gestão Ambiental irá ajudar muito na gestão dos resíduos sólidos da sua empresa, no acompanhamento e melhorias e evita os passivos ambientais que possam ser considerados crimes ambientais.

A nova versão da ISO 14001 saiu no final de 2015. A Verde Ghaia já está preparada para te dar todo suporte e assistência para a implantação e atualização da Certificação ISO 14001 2015.

Entre em contato com os consultores da Verde Ghaia e inicie sua Certificação já! Conheça também a plataforma para Gerenciamento de resíduos.

A ISO 14001, focada na gestão ambiental, traz soluções para manter empresa dentro das legislações referentes ao campo de atuação da empresa, oferecendo um eficiente Sistema de Gestão Ambiental, e consequentemente a Gestão dos Resíduos Sólidos.

Caso sua empresa precise gerenciar os resíduos sólidos que ela produz, mas você ainda não sabe a maneira correta de iniciar o processo, entre em contato com a VG Resíduos, empresa do Grupo Verde Ghaia, pelo telefone (31) 2127-9137.

FIESP promove workshop Brasil-Portugal sobre gestão de resíduos sólidos

A gestão dos resíduos sólidos ainda não alcançou todos os objetivos estabelecidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010, no Brasil. A PNRS com suas diretrizes foi um marco para o país tendo como proposta o tratamento dos resíduos sólidos (materiais que podem ser reciclados ou reaproveitados), sejam eles domésticos, industriais, eletroeletrônicos, entre outros, e também incentivando o descarte correto dos rejeitos (itens que não podem ser reaproveitados) de forma compartilhada ao integrar poder público, iniciativa privada e a população.

Com intuito de melhorar, ampliar e cumprir a Lei nº 12.305/2010 a FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) realizou em 6 de novembro de 2017 um Workshop para trocar experiências em projetos de gestão de resíduos sólidos no Brasil e em Portugal.

O workshop discutiu os avanços e entraves da gestão de resíduos sólidos, com foco nos aspectos mais críticos, dentre esses: eliminação e recuperação de lixões e sustentabilidade econômico-financeira dos serviços públicos, a legislação de resíduos sólidos no Brasil e em Portugal e reciclagem (com foco em embalagens e produtos eletroeletrônicos).

Workshop de gestão de Resíduos Sólidos Brasil e Portugal

A iniciativa para realização do Workshop foi dos departamentos de Meio Ambiente (DMA) e Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da FIESP, com a participação de especialistas e empresas do setor de ambos os países.

Nos debates do Workshop foi avaliado que o Brasil possui problemas em identificar e regulamentar tecnologias para o tratamento de resíduos. Contudo, o segmento de embalagens de agrotóxicos apresentaram soluções para a disposição final adequada das embalagens descartadas, e o segmento de produtos eletrônicos tiveram resultados consideráveis na estruturação da reciclagem dos produtos eletroeletrônicos no país.

O contexto econômico dos dois países é o que mais dificulta e retarda a gestão de resíduos sólidos.

A situação atual do Brasil na gestão de resíduos sólidos

No Brasil, os resíduos sólidos ainda são um dos principais problemas ambientais. O que dificulta mais a gestão de resíduos sólidos é não possuir empresas de tratamento e destinação de resíduos em número e tecnologia adequados.

O aproveitamento pela reciclagem ou reutilização de sucatas metálicas (ferro, aço, cobre e alumínio), papel e papelão, vidro e alguns plásticos são os mais realizados no país.

Em relação aos países desenvolvidos o Brasil tem um significativo atraso na gestão de resíduos sólidos. No entanto, com a Política Nacional de Resíduos Sólidos iniciou um processo acelerado de evolução do gerenciamento, no setor público e no privado, pautado por elevados padrões de proteção ambiental e sustentabilidade.

Pela lei a destinação de resíduos prioriza a reutilização e reciclagem e deixando por último, apenas para os rejeitos, a disposição final em aterro sanitário. Com isso o custo da disposição em aterro sanitário reduzirá.

No artigo Entenda a situação atual do Plano Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS) você encontra informações da situação atual da gestão de resíduos sólidos no Brasil.

Tratamento de Resíduos Sólidos

Em relação ao tratamento dos resíduos, no Brasil têm sido instaladas algumas unidades de compostagem/reciclagem. Essas unidades utilizam tecnologia simplificada, com segregação manual de recicláveis em correias transportadoras e compostagem em leiras a céu aberto, com posterior peneiramento.

Devido à dificuldade de alguns municípios em operar e manter as unidades de compostagem, muitos que foram instaladas estão hoje paralisados e sucateados.

O tratamento por incineração ainda é precário no país, As poucas usinas de incineração existentes são utilizadas exclusivamente para incineração de resíduos de serviços de saúde e de aeroportos, e em geral não atendem aos requisitos mínimos ambientais da legislação brasileira.

Outros tipos de tratamento de resíduos, tais como autoclavagem, microondas e outros, vêm sendo instaladas mais frequentemente em algumas cidades brasileiras, mas os custos de investimento e operacionais ainda são muito elevados.

A importância da gestão de resíduos sólidos nas empresas

Algumas empresas percebem que a gestão de resíduos sólidos permite aumentar a produtividade, reduzir custos e ampliar as oportunidades de negócios em tempos de globalização.

Neste sentido aderir ao gerenciamento de resíduos traz inúmeras vantagens, tais como:

Aumentar a produtividade que consequentemente aumenta os lucros, pois consumirá menos energia, além de produzir novos objetos com matéria-prima barata proveniente da reciclagem.

Ganho de novos clientes com a melhoria da imagem uma vez que empresas que produzem de forma sustentável são as mais valorizadas e com credibilidade no mercado.

Evitar multas e reparações, pois cumpre todas as leis ambientais no que refere ao tratamento e disposição ambientalmente correta dos resíduos sólidos.

Tornar mais agradável o ambiente de trabalho, uma vez que manter limpo e organizado a empresa influencia no aspecto psicológico dos trabalhadores, aumentado a produtividade destes funcionários, ou seja, a sua entrega nas atividades do seu negócio. Além desse beneficio a higienização do ambiente de trabalho reduz os riscos de acidentes, afastamentos por problemas de saúde, entre outros transtornos.

Diminuir os custos de produção, uma vez que na gestão de resíduos sólidos a sua empresa pode optar por comprar reciclado como matéria prima para a produção. Reduz o custo com distribuição e comercialização de produtos, pois terá mais espaço para o armazenamento de mercadorias (antes ocupado pelos resíduos). Economiza no descarte de resíduos em aterros, já que através da gestão o resíduo será reutilizado ou comercializado.

Consultoria em gerenciamento de resíduos


É imprescindível desenvolver novas técnicas e/ou aplicar novas metodologias que minimizem os impactos que os resíduos sólidos possam causar.

Tratar e armazenar os resíduos visando minimizar os custos e maximizar a segurança é um dos principais objetivos de empresas que desejam cumprir as exigências ambientais, e principalmente empresas certificadas no Sistema de Gestão Ambiental.

A Verde Ghaia é uma empresa especializada em consultoria que pode auxiliar a sua empresa a atender todos os requisitos legais da Lei 12.305/2010.

Através da plataforma VG Resíduos é apresentado para sua empresa uma solução prática e funcional que permite ao seu negócio realizar a gestão completa do processo, monitorar históricos e tomar decisões estratégicas baseadas em gráficos e relatórios.

Entre em contanto e veja os benéficos de uma consultoria para o gerenciamento de resíduos.

Impactos da má gestão dos resíduos sólidos

Todos já ouvimos a máxima que diz: “na natureza nada se perde, tudo se cria, tudo se transforma”. Se respeitarmos esses mesmos princípios da natureza, teremos êxito no gerenciamento dos resíduos sólidos produzidos pelas empresas.

Quando a organização mantém uma condição sustentável, ela estará seguindo os mesmos passos da natureza:  reaproveitando, reciclando, criando processos de troca de energia entre a empresa e o meio ambiente.

É sempre bom falar do regulamento que rege os resíduos sólidos, a Lei 12.305/2010, Política Nacional de Resíduos Sólidos. Essa lei estabelece as diretrizes para a correta destinação dos resíduos, e também sobre a destinação e coleta pelos órgãos públicos, encaminhando para a coleta seletiva e aterros sanitários.

Dados brasileiros sobre os resíduos sólidos

No Brasil cerca de 42% dos resíduos sólidos tem destinação final inadequada, evidenciando assim que o país ainda tem muito que caminhar para a melhoria da questão dos resíduos.

Uma pesquisa da Câmara de Comércio Brasil-Alemanha, estimou-se que sejam geradas 2,7 milhões de toneladas/ano de resíduos perigosos.

Portanto, é crescente a preocupação quanto a má gestão dos resíduos sólidos por parte das empresas. Uma das maiores causas dessa questão se deve ao fato dos consumidores estarem mais exigentes quanto aos produtos ecologicamente corretores ou seja, que degradam menos o meio ambiente. Não apenas o público, como também a legislação ambiental, que tem sido cada vez mais rigorosa às organizações

Uma empresa que apresenta uma boa gestão ambiental tem maior potencial competitivo, além de alinhar a lucratividade e a proteção ambiental no mesmo sentido.

Impactos da má gestão para meio ambiente

A gestão inadequada dos resíduos de uma empresa pode contaminar o meio ambiente, trazendo impactos para um grande grupo de pessoas. Na verdade a má gestão dos resíduos pode agir negativamente na saúde de todos, mesmo que seja no bairro, na rua ou na empresa.

É importante saber que os resíduos estando bem alocados e geridos, contribuirá para a preservação do meio ambiente, evitando assim os impactos socioambientais e à saúde pública.

Os resíduos sólidos sendo mal geridos, causam poluição visual, poluição do solo, do ar e do lençol freático.

A Lei nº 12.305/2010 estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), dá ênfase às responsabilidades da população, dos empresários e do poder público. Auxiliando os governantes na implantação das diretrizes de gestão integrada, na qual, os elementos presentes possibilitam estratégias e procedimentos que busquem uma gestão responsável.

Conforme os critérios básicos estabelecidos pela Resolução 001/86-CONAMA, onde constam definições, diretrizes gerais de medidas administrativas, o conceito de impacto ambiental, mencionado no art. 1.º da referida resolução, é classificado como:

“Impacto ambiental é qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante de atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetem: a saúde, segurança e o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e sanitárias e o meio ambiente e a qualidade dos recursos ambientais”.

Com a má gestão dos resíduos sólidos pode-se ter emissão de particulados e outros poluentes atmosféricos, relacionados com a combustão do lixo ao ar livre, ou pela incineração de resíduos sem o uso de equipamentos adequados.

  • Para diminuir os impactos causados pelos resíduos sólidos o mínimo a fazer é investir em treinamentos e capacitações, assim como aquisição de equipamentos e custeio do sistema de manejo dos resíduos sólidos.

Má gestão dos resíduos pode gerar multa

A lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos mostra o caminho para levar uma pessoa ou empresa às penalidades:

Art. 52 – “A observância do disposto no caput do art. 23 e no § 2o do art. 39 desta Lei é considerada obrigação de relevante interesse ambiental para efeitos do art. 68 da Lei nº 9.605, de 1998, sem prejuízo da aplicação de outras sanções cabíveis nas esferas penal e administrativa.”

Art. 23 – Os responsáveis por plano de gerenciamento de resíduos sólidos deverão manter atualizadas e disponíveis ao órgão municipal competente, ao órgão licenciador do Sisnama e a outras autoridades, informações completas sobre a implementação e a operacionalização da gestão dos resíduos sólidos.

  • 1° Para a consecução do disposto no caput, sem prejuízo de outras exigências cabíveis por parte das autoridades, será implementado sistema declaratório com periodicidade, no mínimo, anual, na forma do regulamento.
  • 2° As informações referidas no caput serão repassadas pelos órgãos públicos ao Sinir, na forma do regulamento.

A Lei 9.605, do ano de 1998, no seu artigo 68 diz: Deixar, aquele que tiver o dever legal ou contratual de fazê-lo, de cumprir obrigação de relevante interesse ambiental:

Pena – detenção, de um a três anos, e multa.

Em vista das leis e normas vigentes relativas aos resíduos sólidos, conclui-se que todos os responsáveis pelos planos de gerenciamento de resíduos sólidos que não cumprirem suas obrigações conforme as leis citadas pagarão multa e poderão pegar de 1 a 3 anos de prisão.

Como implementar o gerenciamento de resíduos corretamente?

A nova versão da ISO 14001 publicada no final de 2015 auxilia as organizações a implementarem um sistema de gestão ambiental legalmente correto e adequado às necessidades da empresa. A Consultoria Online Verde Ghaia é reconhecida pela equipe experiente em certificação nas normas da ISO. A partir de uma inovadora plataforma online, as empresas economizam até 60% na

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Cooperativas de Resíduos Sólidos: Vantagens e Desafios

As primeiras cooperativas e associações de coleta e reciclagem de resíduos sólidos foram formadas a partir da década de 1990; possibilitando novas perspectivas na relação dos grupos de catadores com o poder público. Desde então, o número de cooperativas só tem aumentado.

Um grande impulso para acelerar a formação de cooperativas foi, sem dúvida, a instituição da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) – lei 12.305 de 2 agosto de 2010.

Isto porque, a PNRS trouxe uma abordagem de responsabilidade compartilhada para a segregação, a destinação, a disposição e o gerenciamento de resíduos sólidos; e determinou a obrigatoriedade de política de logística reversa para vários setores produtivos.

Parece que, aos poucos, as pessoas têm percebido o significado do provérbio que diz que “a união faz a força”. Desta forma, as cooperativas têm surgido para garantir a conquista de um interesse comum. Esse tipo de iniciativa favorece não apenas cooperados, mas também a sociedade em geral.

Vantagens das cooperativas para sociedade em geral

As cooperativas contribuem para economia local, pela geração de renda para os cooperados e para os empregos indiretos gerados pela compra de produtos e utilização de serviços. No âmbito ambiental, as cooperativas de coleta e reciclagem de resíduos reduzem todos os impactos ambientais negativos vinculados à má destinação dos resíduos sólidos.

As cooperativas contribuem para extensão do ciclo de vida produtos e embalagens por meio da coleta, separação e fornecimento de matéria-prima secundária para a indústria.

A norma ISO 14001:2015, referente ao Sistema de Gestão Ambiental, traz a necessidade de que as organizações identifiquem os impactos dos resíduos sólidos, que vão além de seu ambiente interno de gestão. Portanto, toda empresa que possui ou pretende ter certificação ISO 14001 irá buscar meios de avaliar e potencializar a gestão do ciclo de vida dos produtos consumidos e produzidos por ela.

Nesse contexto, o vínculo entre cooperativas e organizações públicas ou privadas é vantajoso para ambas as partes.

A utilização de material reciclável também diminui os custos com matéria prima. Por sua vez, o baixo custo da produção reflete no custo do produto que chega ao consumidor final. Desta maneira, todos saem lucrando.

De forma indireta, as cooperativas também contribuem para a saúde pública; sistema de saneamento; e diminuição de necessidade de construção de mais aterros sanitários.

Contribuem ainda para a redução da extração de recursos naturais e facilitam programas de logística reversa de empresas, que buscam a recuperação de produtos recicláveis.

Vantagens de ser um cooperado

A organização proporcionada pela estrutura de uma cooperativa possibilita maior poder de barganha dos recicladores com a indústria e com o poder público. Por meio de cooperativas é possível acumular maior volume de recicláveis e vender de forma direta à indústria. Desta forma, os catadores obtêm melhores preços, por eliminar a figura do intermediário.

Na cooperativa, não existe relação de empregado-empregador. Todos os cooperados são donos do negócio. Portanto, os cooperados participam diretamente das decisões de todos os processos envolvidos.

A gestão de uma cooperativa tem bases democráticas e participativas. Logo, todos os associados têm direito a voto igualitário. Outra vantagem de ser cooperado é a redução das taxas de empréstimos e incentivos fiscais. Em conjunto, é possível aumentar a escala de produção, reduzir custo e aumentar lucros.

Os lucros são reinvestidos no negócio, com base naquilo que é decidido em assembleia. Ao final do ano, tudo o que não é reinvestido, é distribuído a todos os associados, conforme respectivas participações.

Estas sobras podem ser distribuídas tanto em dinheiro como em aquisição de mais cotas-partes, dependendo de decisão da Assembleia. Em caso de perdas, elas podem ser compensadas com resultados futuros. E mesmo assim, se o cooperado quiser sair da sociedade, poderá receber o valor de suas cotas-partes.

Algumas cooperativas também agregam como vantagem ao cooperado benefícios como seguro de vida, plano de saúde e previdência privada; com valores mais vantajosos do que os contratados individualmente.

A participação em cooperativas proporciona várias vantagens que ações individuais e até mesmo organizações de empresas privadas não seriam capazes de proporcionar.

Para saber um pouco mais sobre a formação de cooperativas, participe do leia a cartilha “Cooperativa: série empreendimentos coletivos” e faça os cursos gratuitos de educação à distância do SEBRAE na área de Cooperação.

Desafios das cooperativas de coleta e reciclagem de resíduos sólidos

Embora a unidade torne as cooperativas mais fortes, elas também enfrentam outras séries de desafios. Existem vários benefícios trabalhistas que não são acessados por cooperados, pois o trabalho do cooperado não gera vínculo empregatício. Portanto, a cooperativa deve contar com estratégias de gestão que possibilitem a segurança e estabilidade financeira para os cooperados, no caso de acidentes, doença etc.

Apesar de existirem recursos que só podem ser acessados por meio de cooperativas, se comparada à importância e os benefícios socioambientais das cooperativas, os investimentos públicos e privados deveriam ser maiores.

Outra dificuldade é que a maioria dos cooperados não possui alto nível escolaridade ou conhecimento técnico especifico para solucionar os problemas de gerencia e captação de recursos. Mas esse é problema que tem solução bastante simples. Não é necessário que o cooperado tenha alto conhecimento técnico, nem empregar funcionários com conhecimento específico em gestão de resíduos sólidos.

A VG Resíduos possui um software de gestão de resíduos sólidos que fornece todas as informações que você precisa para organizar, gerenciar, gerar relatórios e potencializar os lucros da cooperativa. Tudo isso de forma simples e prática.

Faça um teste gratuito e veja como é fácil gerenciar os resíduos sólidos. Caso tenha alguma dúvida na utilização do software entre em contato com a consultoria online. Lembre-se que a organização dos dados da cooperativa contribui não apenas para potencializar os lucros e atender as normais legais vigentes.

Ter uma boa gestão de resíduos sólidos processados pela cooperativa, e poder traduzir isso em gráficos e números, é uma forma de atrair investidores e parceiros.

Portanto, o desafio de gerenciamento de forma simples e prática é um dos principais pontos de risco para o sucesso da cooperativa, mas se bem trabalhado pode se tornar uma grande oportunidade para expandir e ter maiores lucros.

Co-processamento de resíduos: menos impacto ambiental e mais lucros

Solucionar o problema da geração e acúmulo de resíduos é um dos principais desafios da sociedade moderna. Por muito tempo acreditou-se que o crescimento econômico era diretamente proporcional à produção de resíduos e à degradação do meio ambiente. Somente depois da criação de um Sistema de Gestão Ambiental, integrada as atividades produtivas, foi possível visualizar um futuro promissor e equilibrado.

Com o Sistema de Gestão Ambiental, a conservação do meio ambiente e a produtividade econômica passam a ser totalmente compatíveis. Hoje muitas empresas já despertaram para o futuro, e já começam a colher os frutos de práticas conscientes.

Como falaremos a seguir, esses frutos vão além da valorização da imagem da empresa. Práticas como o co-processamento de resíduos podem também ser muito lucrativas quando integradas ao Mercado de Resíduos.

Co-processamento impulsionado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10) trouxe uma responsabilidade compartilhada sobre a destinação e disposição final dos resíduos sólidos. O poder público passou a ser responsabilizado pela destinação do resíduo doméstico, enquanto cada um dos gerados de resíduos passaram a ser responsáveis para adequado tratamento, disposição ou destinação final de seus resíduos.

Desta forma, as indústrias, que geram grandes quantidades de resíduos, passaram a buscar alternativas viáveis para as novas adequações à legislação vigente. Entre as alternativas encontradas, destacamos o co-processamento de resíduos como uma solução inteligente e rentável. Por meio do co-processamento as empresas podem simplesmente zerar a necessidade de aterros e ainda lucrar com essa prática.

Muitas empresas, especialmente aquelas que contam com a certificação ISO 14001, tem optado por essa alternativa. Devido a vantagem de eliminar passivos ambientais dos resíduos produzidos.

O que é co-processamento?

O co-processamento é o processo de destruição de resíduos na fabricação de cimento. No co-processamento as chamas que aquecem os fornos da fábrica de cimento são alimentadas por resíduos sólidos. Assim, os resíduos industriais podem substituir parcialmente o combustível para esses fornos.

A parte orgânica dos resíduos é destruída termicamente, no processo de combustão. Os fornos, que transformam o calcário e a argila em clínquer (matéria prima do cimento), podem ser alimentados por resíduos da própria empresa ou de empresas parceiras.

A parte inorgânica dos resíduos é inertizada e integra os elementos já existentes na matéria prima do cimento.

Desta forma, no final do co-processamento, não existe quaisquer resíduos. Consequentemente, os riscos de passivos ambientais são eliminados. Com esta prática, tanto a empresa que produz os resíduos, como as empresas de cimento são beneficiadas.

Os resíduos de sua empresa podem ser utilizados no co-processamento?

O tipo de resíduos utilizados no co-processamento é bastante variado. Em geral são utilizados resíduos que pode servir de substitutos para a matéria-prima do cimento, substitutivos de combustível, resíduos inorgânicos para inertização e resíduos orgânicos para destruições térmicas. Até mesmo alguns resíduos perigosos pode ser utilizados no co-processamento.

Entre os resíduos perigosos mais usados no co-processamento estão: as borras oleosas e as de tinta; solventes, resíduos orgânicos não clorados; lodos de estação de tratamento e efluentes; solos, areias; e diversos materiais contaminados com hidrocarbonetos (desde que não tenham contaminação com agrotóxicos ou organoclorados)

A alta temperatura da chama, o tempo de residência e as características físicas dos fornos utilizados na indústria de cimento são superiores até aos padrões exigidos para a destruição ambientalmente segura de resíduos perigosos.

Além dessas vantagens técnicas, os fornos de cimento têm capacidade para destruir, de forma segura, grande volume de resíduos.

A utilização de resíduos, para a combustão dos fornos, não altera em nada a qualidade do cimento produzido. E esta é uma prática totalmente segura para o ambiente e para os trabalhadores da empresa, e para a comunidade em geral.

Hoje, o principal resíduo utilizado no Brasil, para o co-processamento, são os pneus inservíveis. Este tipo de iniciativa não apenas resolve problemas ambientais como problemas de saúde pública, como auxílio ao combate à dengue.

Os resíduos sólidos que não podem ser co-processados são os resíduos domésticos brutos, resíduos de serviços de saúde, resíduos radioativos e substâncias organocloradas. Outras normas e especificações para processo de co-processamento são expressas na Resolução CONAMA 264.

Quais os Benefícios do Co-processamento?

 No processo de co-processamento é possível lucrar com resíduos. As empresas podem lucrar com venda de resíduos ou com comprar de matéria prima/combustível com baixo custo.

A destinação do resíduo para o co-processamento é segura e corresponde a todas as exigências legaisAlém disso, é uma solução definitiva para os resíduos; uma fez que os resíduos são destruídos e/ou incorporados com matéria prima na fabricação do cimento. Como a eliminação dos resíduos é total, não existem quaisquer riscos com passivos ambientais.

Outra vantagem é a diminuição da emissão de particulados, SOx e NOx para a atmosfera. Além, é claro, de reduzir as pressões sobre os recursos naturais não renováveis.

Por mais que a destinação em aterros especializados seja uma opção legalmente aceita, a destinação ao co-processamento é uma destinação mais nobre.

Aproveitar os resíduos para outras atividades é, sem dúvida, um destino mais inteligente e que colabora para a ampliação da consciência de Políticas Socioambientalmente Sustentáveis.

 Sistema de Gestão Ambiental e a Gestão de Resíduos Sólidos

Sistema de gestão ambiental é utilizado por empresas que buscam gerenciar suas responsabilidades ambientais de maneira sistemática.

Uma das melhores maneiras ter controle sobre a geração de resíduos, em todos os processos da cadeia produtiva, é seguir as normas de Gestão de Qualidade/ISO 9001, de Gestão Ambiental/ISO 14000 e a utilização da tecnologia.

Na nova versão ISO 14001, houve a ampliação dos controles e influência da organização desde o desenvolvimento e fabricação do produto utilizado até o tratamento, disposição ou destinação final.

Quando a disposição final for o co-processamento, além das normas da ISO 14001, existem algumas leis que devem ser observadas:

Para implantar a prática de co-processamento na sua empresa e/ ou implantar o Sistema de Gestão Ambiental baseado na norma ISO 14000, entre em contato com a Consultoria Online Verde Ghaia.

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