Logística reversa de eletroeletrônicos: o que diz o novo decreto?

A logística reversa de eletroeletrônicos inclui-se nos princípios e instrumentos introduzidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010. Em 12 de fevereiro de 2020 foi assinado o decreto nº 10240 que estabelece normas para a implementação de sistema de logística reversa de eletroeletrônicos de uso doméstico. O decreto obriga empresas do setor a implantarem sistemas de coleta desse tipo de resíduo e dar sua destinação correta. Esse decreto não incluem os resíduos eletroeletrônicos não domésticos.

Assim sendo, é definida pela política como: “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”. Saiba mais sobre o novo decreto de logística reversa de eletroeletrônicos!

Decreto Nº 10240 – logística reversa de eletroeletrônicos

Em 12 de fevereiro de 2020 foi assinado o Decreto nº 10.240/2020, que regulamenta a logística reversa de eletroeletrônicos domésticos em todo o território brasileiro. O decreto esta alinhado com o disposto no acordo setorial assinado entre o Ministério do Meio ambiente e algumas empresas do setor em outubro de 2019.

O novo decreto objetiva a estruturação, a implementação e a operacionalização de sistema de logística reversa de eletroeletrônicos de uso doméstico, ou seja, uso exclusivamente de pessoal física (residencial ou familiar). Não estão incluídos os resíduos eletroeletrônicos de uso não doméstico, de uso por profissionais, de origem de serviços de saúde. Também não inclui as pilhas, baterias ou lâmpadas dos produtos eletroeletrônicos, já que estes já possuem um acordo de logística reversa. Além desses, não esta incluindo as grandes quantidades ou volumes de resíduos oriundos de grandes geradores.

É de responsabilidade a estruturar o sistema os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos eletroeletrônicos e seus componentes e acessórios de uso exclusivamente doméstico.

Estruturação e operacionalização do sistema

O decreto determina que são obrigações dos fabricantes e importadores:

  • dar a destinação ambientalmente adequada aos resíduos eletroeletrônicos, priorizando a reciclagem dos produtos recebidos no sistema;
  • participar da execução de planos de comunicação e educação ambiental não formal, com o intuito de informar aos consumidores sobre a implementação do sistema;
  • disponibilizar aos órgãos ambientais competentes relatórios para a verificação do cumprimento das responsabilidades previstas no decreto.

As obrigações dos distribuidores:

  • incentivar que os estabelecimentos varejistas que façam parte da cadeia comercial operacionalize o sistema de logística reversa;
  • disponibilizar ou custear os espaços físicos para serem utilizados no sistema de logística reversa;
  • disponibilizar aos órgãos integrantes do Sisnama os relatórios para verificação do cumprimento das ações.

Já com relação aos comerciantes, suas obrigações são:

  • disponibilizar pontos de recolhimento do resíduo eletrônico pelos consumidores;
  • receber e armazenar o resíduo entregue pelos consumidores até efetuar a devolução aos fabricantes ou importadores;
  • disponibilizar informações aos órgãos ambientais competentes quando assim for solicitado.

Prazos para implementação do sistema

O prazo para implementação logística reversa de eletroeletrônicos foi divido em duas fases.

A fase 1 inicia na data de publicação do decreto e vai até 31 de dezembro de 2020. Nesta fase as empresas deverão estrutura o sistema de forma individual ou através de entidade gestora. Criar o Grupo de Acompanhamento de Performance. Este grupo será formado por entidades representativas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes. O seu objetivo é acompanhar e divulgar a implementação do sistema de logística reversa.

A fase 2 terá inicio em 01 de janeiro de 2021e haverá a habilitação dos prestadores de serviços que poderão atuar no sistema. Também incluirá a elaboração de planos de comunicação e educação ambiental com o objetivo de divulgar a implementação da logística reversa. Além das instalações dos pontos de coleta pelos comerciantes.

A empresa que não cumprir o decreto estará sujeita as sanções.

Abaixo o cronograma para atendimento da meta a ser coletada e destinada anualmente:

ANO 1 – 2021ANO 2 – 2022ANO 3 – 2023ANO 4 – 2024ANO 5 – 2025
1%3%6%12%17%

Operacionalização da logística reversa

Para operacionalização do sistema de logística reversa de eletroeletrônicos deverá ser respeitado às seguintes etapas:

– descarte, pelos consumidores, dos produtos eletroeletrônicos em pontos de recebimento definido pela empresa;

– recebimento e armazenamento temporário dos produtos eletroeletrônicos descartados em pontos de recebimento;

– transporte dos produtos eletroeletrônicos descartados dos pontos de recebimento até os pontos de destinação;

– destinação final ambientalmente adequada.

A operação do programa de logística reversa de eletroeletrônicos pode ser realizada por meio de um software de gestão de resíduo ou mesmo por uma empresa especializada neste tipo de serviço.

No software de gestão de resíduos da VG Resíduos a empresa pode implementar o programa de forma individual. A plataforma traz funcionalidades específicas para o controle das áreas geradoras, dos processos, dos prestadores de serviços e dos documentos, tudo com metodologia baseada na Política Nacional de Resíduos e demais legislações pertinentes ao assunto.

Já na plataforma Mercado de Resíduos o gerador encontrar empresas que tem interesse em adquirir o resíduo coletado através da logística reversa. A plataforma serve para integrar interessados em resíduos e, sobretudo, estruturar uma rede de contatos que garanta o oferecimento de soluções para compra, venda, tratamento e transporte de resíduos em escala nacional.

A VG Resíduos é um software que pode auxiliar a gestão de resíduos e no descarte correto dos mesmos, auxiliando a empresa crescer adotando práticas sustentáveis.

Relação dos produtos eletroeletrônicos

Abaixo a lista de alguns produtos eletroeletrônicos que após o seu ciclo de vida é objeto da logística reversa, devendo receber destinação ambientalmente correta.

Adaptadores em geral

Cartucho de tinta ou toner
AdegaCelulares
Amplificador de áudioDVD
Antena digitalResistência elétrica ou eletrônica
Aparelho de aquecimento elétrico para ambienteRoteador
Aparelho de ar condicionadoVentilador de teto
TelevisãoCafeteira
Computador

Impressora

O novo decreto de logística reversa de eletroeletrônicos é regulamentado pelo governo para que as empresas implantarem um sistema de logística destinada à destinação ambientalmente correta dos resíduos eletroeletrônicos de uso exclusivo doméstico.

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Quais os benefícios de instituir um programa de logística reversa?

Um programa de logística reversa instituído em uma empresa traz diversos benefícios, principalmente os associados à sustentabilidade. Entre esses benefícios temos a redução da quantidade de resíduo a ser descartado, diminuição dos custos com matéria prima já que os resíduos que retornam podem ser reaproveitados no processo de fabricação, proporciona à marca criar uma identidade ecologicamente correta e promove a consciência sustentável.

A logística reversa é um instrumento instituído pela Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, e se destaca como um dos meios mais determinantes para garantir o descarte correto e a reciclagem de resíduos. Confira os benefícios ao instituir o programa na sua empresa!

Logística Reversa

A logística reversa consiste em um processo que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas referentes ao retorno dos materiais após o consumo para as empresas fabricantes de tal produto.

Este é um processo de gerenciamento dos produtos após o fim do seu ciclo de vida. O objetivo é neutralizar o impacto ambiental que estes resíduos podem provocar se descartado incorretamente através de uma destinação final limpa.

A logística reversa deve ser cumprida para fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes. Para cumprir a lei, são feitos acordos setoriais entre eles e o poder público para implantar um sistema de logística reversa.

A lei ambiental sobre a obrigação da logística reversa vigora desde 2010, porém somente em 2017 foi regulamentada através do decreto nº 9177.

A lei 12.305/2010 regulamenta o manejo adequado dos resíduos e estipula outros dois instrumentos para viabilizar a logística reversa: o termo de compromisso e o acordo setorial.

O intuito da lei ambiental é instituir instrumentos para a gestão de resíduos, permitindo que o país enfrente os principais problemas ambientais, sociais e econômicos causados pelo manejo incorreto dos resíduos.

A logística reversa é obrigatória para empresas que trabalham com:

  • agrotóxicos, seus resíduos e embalagens;
  • pilhas e baterias;
  • óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
  • lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista.
  • produtos eletroeletrônicos e seus componentes;
  • pneus.

Além disso, pode ser uma oportunidade de negócio a logística reversa de produtos comercializados em embalagens plásticas, metálicas ou de vidro.

Benefícios da logística reversa

A logística reversa trás diversos benefícios tanto para o meio ambiente como para a empresa.

Veja quais são esses:

Cria uma imagem sólida

Instituindo um programa de logística reversa a organização cria uma imagem positiva junto aos consumidores, já que hoje eles buscam por produtos produzidos de forma consciente e que agridam menos o ambiente.

Essa organização se apresenta com uma marca ecológica, e que fundamentam seus princípios na busca pelo desenvolvimento sustentável.

Lucra com ações de marketing vinculadas à logística reversa

Para melhorar a sua relação com o mercado consumidor, aumentar seu número de clientes e reforçar o posicionamento da marca a empresa pode enfatizar as práticas adotadas quanto à destinação dos resíduos de seus produtos.

Isso, através do marketing que informa sobre suas práticas em logística reversa, a fim de conscientizar o consumidor e gerar uma publicidade positiva.

Melhora o processo de produção

Os programas de logística reversa viabiliza a redução nos custos com matéria prima, já que os resíduos retornam à cadeia produtiva.

Gera produtos mais eficientes

Com a logística reversa as empresas passam a adotar tecnologias mais limpas. Essas simplificam a reutilização e a criação de embalagens e produtos que podem ser reciclados com maior facilidade.

Isso contribui para o desenvolvimento sustentável, haja vista que o meio ambiente será poupado.

Cria consumidores mais conscientes

Para que o programa de logística reversa funcione de forma eficiente a empresa terá que educar os consumidores quanto à importância dessa prática sustentável. Assim, será despertado neles a consciência de escolher produtos ecologicamente corretos.

O programa desperta no consumidor a responsabilidade em estágios como a coleta seletiva, a separação e o descarte dos resíduos.

Reduz a quantidade de resíduos descartados

Com a logística reversa a quantidade de resíduos que será enviado a aterros diminui, uma vez que estes serão destinados para reciclagem ou reutilização.

Como instituir um programa de logística reversa?

Para instituir um programa de logística reversa o primeiro passo para isso é criar um Plano de Resíduos Sólidos. Nesse plano está descrito detalhadamente o ciclo de vida de cada produto, e também qual o tratamento dos resíduos gerados.

O programa pode ser implantando através da coleta e reciclagem dos produtos que não estão sendo mais utilizados. Ou então, através da reutilização destes como insumos.

As etapas que constituem o programa de logística reversa são:

  1. O consumidor devolve o produto/embalagem ao comerciante ou distribuidor;
  2. A mercadoria é levada ao fabricante ou importador;
  3. A mercadoria é encaminhada para reuso, reciclagem ou descarte correto.

Uma boa estratégia para instituir os programas de logística reversa é construir parcerias com cooperativas e catadores de recicláveis, ou então criar pontos de entrega voluntária. Essas estratégicas tem o potencial de viabilizar fluxos reversos e gerar benefícios econômicos e socioambientais.

Como operacionalizar a logística reversa?

A operação do programa de logística reversa de resíduos pode ser realizada por meio de um software de gestão de resíduo ou mesmo por uma empresa especializada neste tipo de serviço.

No software de gestão de resíduos da VG Resíduos a empresa pode implementar o programa de forma individual. A plataforma traz funcionalidades específicas para o controle das áreas geradoras, dos processos, dos prestadores de serviços e dos documentos, tudo com metodologia baseada na Política Nacional de Resíduos e demais legislações pertinentes ao assunto.

Já na plataforma Mercado de Resíduos o gerador encontrar empresas que tem interesse em adquirir o resíduo coletado através da logística reversa. A plataforma serve para integrar interessados em resíduos e, sobretudo, estruturar uma rede de contatos que garanta o oferecimento de soluções para compra, venda, tratamento e transporte de resíduos em escala nacional.

A VG Resíduos é um software que pode auxiliar a gestão de resíduos e no descarte correto dos mesmos, auxiliando a empresa crescer adotando práticas sustentáveis.

O benefício de um programa de logística reversa são o aumento da conscientização, a redução dos impactos negativos ocasionados pelo descarte incorreto dos resíduos e o aumento dos lucros com a diminuição de aquisição de matéria prima. A logística reversa esta associada ao desenvolvimento sustentável.

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Logística reversa: novidades e o que esperar da PNRS para 2020?

A logística reversa pode afetar o seu negócio, principalmente no que tange ao cumprimento da determinação da PNRS. Se o sistema não for viabilizado as empresas podem sofrer as penalidades por lei. Neste ano de 2020, com o fim do prazo para que municípios acabem com os lixões, as fiscalizações para verificar se as empresas realizam a logística reversa podem ser intensificadas. Já que é um instrumento de desenvolvimento econômico e social que viabiliza a coleta e a restituição dos resíduos ao setor empresarial diminuindo o descarte nos aterros.

A logística reversa minimiza e/ou elimina o descarte dos resíduos em locais inadequados que causam fortes impactos no ambiente. Este instrumento viabiliza o cumprimento da PNRS, principalmente com o fim de lixões.

Confira quais as novidades da PNRS e o que esperar da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS para 2020!

Logística Reversa

logística reversa

A lei ambiental sobre a obrigação da logística reversa vigora desde 2010, porém somente em 2017 foi regulamentada através do decreto nº 9177.

A lei 12.305/2010 regulamenta o manejo adequado dos resíduos e estipulam outros dois instrumentos para viabilizar a logística reversa: o termo de compromisso e o acordo setorial.

O intuito da lei ambiental é instituir instrumentos para a gestão de resíduos, permitindo que o país enfrente os principais problemas ambientais, sociais e econômicos causados pelo manejo incorreto dos resíduos.

A PNRS determina que para a implantação do sistema de logística reversa tanto os fabricantes, quanto os importadores, distribuidores, comerciantes, cidadãos e prefeitura tenham a responsabilidade compartilhada no manejo dos resíduos e embalagens pós-consumo.

Em 2012, foi assinado um acordo de logística reversa com o setor de embalagens plásticas de óleos lubrificantes. Para implantar o sistema nos setores de lâmpadas e embalagens em geral, o governo assinou acordos em 2015.

Para 2020, a expectativa é a estruturação de outros acordos setoriais para implantação da logística reversa nos setores das cadeias produtivas de embalagens e resíduos de medicamentos.

A grande novidade para este ano é a logística reversa de eletrônicos. O acordo foi assinado em outubro de 2019, e o prazo para as empresas instituírem o sistema é até 2021. No entanto, há uma grande expectativa que em 2020 já sejam coletados e reciclados através do sistema uma grande quantidade de eletrônicos.

Em São Paulo, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) regulamentou que a partir de outubro de 2018 para as organizações obterem a licença ambiental terão a obrigatoriedade de implantaram o sistema de logística reversa. Com essa decisão fica determinada a responsabilidade da empresa apresentar um plano de coleta dos resíduos resultante de seus produtos ou embalagens e qual foi à destinação dada a esse resíduo.

A logística reversa e a PNRS

logística reversa

A logística reversa é um instrumento instituído pela Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, e se destaca como um dos meios mais determinantes para garantir o descarte correto e a reciclagem de resíduos.

Consistem em um processo que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas referentes ao retorno dos materiais após o consumo para as empresas fabricantes de tal produto.

Os responsáveis pelo manejo correto dos resíduos tem a responsabilidade compartilhada para que a destinação final seja realizada por meio de um sistema de logística reversa.

Com o fim do prazo em 2020 para que os municípios de 50 a 100 mil habitantes acabem com os lixões, a implantação de um sistema de logística reversa facilitará muito para as prefeituras, pois será reduzida a quantidade de resíduos descartados.

Devem possuir um sistema de logística reversa os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:

A logística reversa melhora a imagem da empresa 

logística reversa

A marca é a identidade de qualquer organização. Quando a empresa possui uma marca forte o seu lucro é maior, já que a procura por seus produtos também é maior.

Uma empresa com um bom planejamento ambiental e com ações efetivas neste sentido, certamente terá uma imagem respeitável diante da sociedade e do mercado. Assim ela fortalece a sua posição no mercado e amplia a possibilidade de novos negócios.

Pois bem, com um sistema de logística reversa estruturado dentro de uma empresa é possível conseguir uma significativa melhora na imagem da marca.

A logística reversa é um processo que se representa como um grande diferencial competitivo, fazendo com que a empresa se torne destaque entre seus concorrentes. Principalmente agora em que se fala muito no fim dos lixões e no aumento da vida útil dos aterros.

Essas empresas se posicionam de forma ambientalmente correta diante da sociedade e dos consumidores. O retorno é a valorização da imagem e o crescimento econômico. Já que muitos clientes procuram somente os serviços e produtos das empresas sustentáveis.

Como operacionalizar a logística reversa?

A operação do sistema de logística reversa pode ser realizada por meio de um software de gestão de resíduo ou mesmo por uma empresa especializada neste tipo de serviço.

No software de gestão de resíduos da VG Resíduos a empresa pode implementar o sistema de forma individual. A plataforma traz funcionalidades específicas para o controle das áreas geradoras, dos processos, dos prestadores de serviços e dos documentos, tudo com metodologia baseada na Política Nacional de Resíduos e demais legislações pertinentes ao assunto.

Já na plataforma Mercado de Resíduos o gerador encontrar empresas que tem interesse em adquirir o resíduo coletado através da logística reversa. A plataforma serve para integrar interessados em resíduos e, sobretudo, estruturar uma rede de contatos que garanta o oferecimento de soluções para compra, venda, tratamento e transporte de resíduos em escala nacional.

A VG Resíduos é um software que pode auxiliar a gestão de resíduos e no descarte correto dos mesmos, auxiliando a empresa crescer adotando práticas sustentáveis.

Assim sendo, conclui-se que a logística reversa é uma ferramenta para sustentabilidade, pois viabiliza o desenvolvimento econômico e social ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente. Através da logística reversa são desenvolvidos meios de inserir no ciclo produtivo os resíduos que seriam descartados. Além disso, reduz a quantidade de resíduos a serem descartados, contribuindo assim para a manutenção e aumento de vida dos aterros.

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Como a logística reversa de resíduos perigosos afasta danos ambientais?

A logística reversa de resíduos perigosos é uma forma das empresas conseguirem o retorno de produtos perigosos para que possam ser destinados de forma segura ou reinseridos em novos ciclos produtivos, afastando assim os danos ambientais que esses resíduos possam causar.

Foi somente com a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que determina o manejo de resíduos perigosos, que as empresas foram obrigadas a serem responsáveis pela logística reversa. Ou seja, terem a responsabilidade compartilhada sobre o manejo e retorno de resíduos perigosos.

Saiba como um sistema eficiente de logística reversa de resíduos perigosos afasta danos ambientais!

Logística reversa de resíduos perigosos

Logística reversa de resíduos perigosos é o processo de gerenciamento dos produtos perigosos após o fim do seu ciclo de vida. O objetivo é neutralizar seu impacto ambiental. Geralmente este processo é feito a partir da coleta dos produtos inutilizáveis por parte da empresa que os produziu.

No Brasil, a prática da logística reversa ainda não e obrigatória para todas as empresas. Contudo, algumas organizações possuem a obrigatoriedade de implementar o sistema para seus produtos, principalmente os que causam significativo impacto ambiental.

A logística reversa deve ser cumprida para fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes. Para cumprir a lei, são feitos acordos setoriais entre eles e o poder público para implantar um sistema de logística reversa.

De acordo com a lei 12.305/2010, a logística reversa de resíduos perigosos é obrigatória para empresas que trabalham com:

  • agrotóxicos, seus resíduos e embalagens;
  • pilhas e baterias;
  • óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
  • lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista.

Além de:

  • produtos eletroeletrônicos e seus componentes;
  • pneus;
  • produtos comercializados em embalagens plásticas, metálicas ou de vidro.

Afastando danos ambientais

A logística reversa de resíduos perigosos é uma ferramenta que viabiliza a coleta e a restituição dos resíduos ao setor empresarial. Esses resíduos são reaproveitados em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou são enviados para outra destinação final ambientalmente adequada.

A logística reversa demonstra ser uma aliada das organizações para eliminar os impactos negativos que os resíduos causam. Além disso, contribui para alcançar os objetivos do desenvolvimento sustentável. Haja vista, que através dela serão adotadas práticas que contribuem para a preservação ambiental.

A gestão inadequada dos resíduos perigosos pode contaminar o meio ambiente, trazendo impactos muitas vezes irreversíveis. Quando os resíduos perigosos não são destinados corretamente eles agem negativamente na saúde e no meio ambiente.

A logística reversa contribui para afastar esses danos, pois através do sistema é garantido que os resíduos perigosos estão bem alocados e geridos. Sendo assim, contribuirá para a preservação do meio ambiente, evitando os impactos socioambientais e à saúde pública.

Os resíduos perigosos eu não são restituídos através da logística reversa tem grande chances de serem descartados em qualquer lugar causando poluição do solo, do ar e do lençol freático.

Portanto, um sistema de logística reversa eficiente pode parecer complicado, burocrático e até cansativo. Mas é fundamental para garantir o máximo reaproveitamento de todos os resíduos perigosos, mesmo os que possuem pouca viabilidade técnica ou econômica para a reciclagem.

Ainda é possível considerar que a logística reversa de resíduos perigosos é uma ferramenta essencial para evitar prejuízos financeiros, como o pagamento de multas ou paralisação das atividades por não realizarem o descarte correto de seus resíduos. Além disso, preserva a imagem da organização, uma vez que o mercado consumidor exige a cada dia mais que as empresas adotem práticas sustentáveis.

Saiba quais estados já regulamenta a logística reversa

Os estados que já instituíram a prática da logística reversa como obrigatoriedade são Rio de Janeiro e São Paulo. Contudo, nem todos os produtos precisam passar pelo processo, assim como é exigido pela legislação federal, os itens que relevância ambiental é que se enquadram na obrigatoriedade deste tipo de processo.

No caso de São Paulo, ficam obrigados a apresentar o plano de logística reversa, os fabricantes de lubrificantes automotivos, baterias automotivas, pilhas e baterias portáteis, lâmpadas fluorescentes, pneus, agrotóxicos, tintas imobiliárias, óleos comestíveis, produtos alimentícios, bebidas, produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, produtos de limpeza, produtos eletroeletrônicos de uso domésticos e medicamentos domiciliares.

No Rio de Janeiro a obrigatoriedade se entende aos fabricantes de embalagem.

As empresas deverão elaborar e executar um plano de logística reversa. Durante uma fiscalização o plano será exigido, bem como as evidências de que suas diretrizes estão sendo cumpridas pela organização.

Como operacionalizar a logística reversa?

A operação do sistema de logística reversa de resíduos perigosos pode ser realizada por meio de um software de gestão de resíduo ou mesmo por uma empresa especializada neste tipo de serviço.

No software de gestão de resíduos da VG Resíduos a empresa pode implementar o sistema de forma individual. A plataforma traz funcionalidades específicas para o controle das áreas geradoras, dos processos, dos prestadores de serviços e dos documentos, tudo com metodologia baseada na Política Nacional de Resíduos e demais legislações pertinentes ao assunto.

Já na plataforma Mercado de Resíduos o gerador encontrar empresas que tem interesse em adquirir o resíduo coletado através da logística reversa. A plataforma serve para integrar interessados em resíduos e, sobretudo, estruturar uma rede de contatos que garanta o oferecimento de soluções para compra, venda, tratamento e transporte de resíduos em escala nacional.

A VG Resíduos é um software que pode auxiliar a gestão de resíduos e no descarte correto dos mesmos, auxiliando a empresa crescer adotando práticas sustentáveis.

Assim sendo, conclui-se que a logística reversa de resíduos perigosos é uma ferramenta para sustentabilidade, pois viabiliza o desenvolvimento econômico e social ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente. Através da logística reversa são desenvolvidos meios de inserir no ciclo produtivo os resíduos perigosos que seriam descartados, evitando assim os danos ambientais.

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Por que a Logística Reversa é uma ferramenta para sustentabilidade?

A logística reversa é uma ferramenta para sustentabilidade, pois é um instrumento de desenvolvimento econômico e social que viabiliza a coleta e a restituição dos resíduos ao setor empresarial. Esses resíduos são reaproveitados em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou são enviados para outra destinação final ambientalmente adequada.

A logística reversa demonstra ser uma aliada das organizações para eliminar os impactos negativos que os resíduos causam. Além disso, contribui para alcançar os objetivos do desenvolvimento sustentável. Haja vista, que através dela serão adotadas práticas que contribuem para a preservação ambiental. Saiba mais!

Como a logística reversa é uma ferramenta para sustentabilidade?

A logística reversa, desde a instituição da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS se destaca como um dos instrumentos mais determinantes para garantir o descarte correto e a reciclagem de resíduos.

Consistem em um processo que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas referentes ao retorno dos materiais após o consumo para as empresas fabricantes de tal produto.

Para o melhor entendimento de como a logística reversa é uma ferramenta para sustentabilidade, é necessário abordar sobre o que venha a ser desenvolvimento sustentável.

O conceito surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Essa comissão foi criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de desenvolver a economia ao mesmo tempo em que conserva o meio ambiente.

Desenvolvimento sustentável é definido como sendo:

“o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.”

Sendo assim, a logística reversa contribuiu para o desenvolvimento sustentável, pois integra as suas três dimensões: econômica, social e ambiental. As dimensões social e econômica tem relação, por exemplo, com a reciclagem, uma vez que muitas pessoas sobreviverem do reaproveitamento do resíduo, ou seja, a reciclagem é uma forma de criar oportunidades de trabalho para as pessoas e fonte de renda.

Na dimensão ambiental, a logística reversa minimiza e/ou elimina o descarte dos resíduos em locais inadequados que causam fortes impactos no ambiente. Além disso, o tratamento dos resíduos contribuirá positivamente para a sustentabilidade.

Lei ambiental sobre a obrigação da logística reversa

A lei ambiental sobre a obrigação da logística reversa vigora desde 2010, porém somente em 2017 foi regulamentada através do decreto nº 9177.

A lei 12.305/2010 regulamenta o manejo adequado dos resíduos e estipula outros dois instrumentos para viabilizar a logística reversa: o termo de compromisso e o acordo setorial.

O intuito da lei ambiental é instituir instrumentos para a gestão de resíduos, permitindo que o país enfrente os principais problemas ambientais, sociais e econômicos causados pelo manejo incorreto dos resíduos.

A PNRS determina que para a implantação do sistema de logística reversa tanto os fabricantes, quanto os importadores, distribuidores, comerciantes, cidadãos e prefeitura tenham a responsabilidade compartilhada no manejo dos resíduos e embalagens pós-consumo.

Em 2012, foi assinado um acordo de logística reversa com o setor de embalagens plásticas de óleos lubrificantes. Para implantar o sistema nos setores de lâmpadas e embalagens em geral, o governo assinou acordos em 2015.

Outros acordos setoriais para implantação da logística reversa nos setores das cadeias produtivas de embalagens e resíduos de medicamentos, produtos e componentes eletrônicos estão sendo estudados.

Em São Paulo, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) regulamentou que a partir de outubro de 2018 para as organizações obterem a licença ambiental terão a obrigatoriedade de implantaram o sistema de logística reversa. Com essa decisão fica determinada a responsabilidade da empresa apresentar um plano de coleta dos resíduos resultante de seus produtos ou embalagens e qual foi à destinação dada a esse resíduo.

Setores prioritários para implantar a logística reversa

Devem possuir um sistema de logística reversa os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:

Como operacionalizar a logística reversa?

A operação do sistema de logística reversa pode ser realizada por meio de um software de gestão de resíduo ou mesmo por uma empresa especializada neste tipo de serviço.

No software de gestão de resíduos da VG Resíduos a empresa pode implementar o sistema de forma individual. A plataforma traz funcionalidades específicas para o controle das áreas geradoras, dos processos, dos prestadores de serviços e dos documentos, tudo com metodologia baseada na Política Nacional de Resíduos e demais legislações pertinentes ao assunto.

Já na plataforma Mercado de Resíduos o gerador encontrar empresas que tem interesse em adquirir o resíduo coletado através da logística reversa. A plataforma serve para integrar interessados em resíduos e, sobretudo, estruturar uma rede de contatos que garanta o oferecimento de soluções para compra, venda, tratamento e transporte de resíduos em escala nacional.

A VG Resíduos é um software que pode auxiliar a gestão de resíduos e no descarte correto dos mesmos, auxiliando a empresa crescer adotando práticas sustentáveis.

Assim sendo, conclui-se que a logística reversa é uma ferramenta para sustentabilidade, pois viabiliza o desenvolvimento econômico e social ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente. Através da logística reversa são desenvolvidos meios de inserir no ciclo produtivo os resíduos que seriam descartados.

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Quais os tipos de logística reversa mais praticados no Brasil?

tipos de logística reversa mais praticados no Brasil

Os tipos de logística reversa mais praticados no Brasil pode ser o caminho para que a empresa lucre com o sistema, e se destaque no mercado. Confira os tipos mais praticados:

  • Logística reversa pós-consumo;
  • Logística reversa pós-vendas;
  • Reuso.

A logística reversa, desde a instituição da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS se destaca como um dos instrumentos mais determinantes para garantir o descarte correto e a reciclagem de resíduos. Neste sentido, conhecer os tipos de logística reversa mais praticados no Brasil é fundamental para que o gerador garanta um futuro mais sustentável para o planeta e para a própria empresa.

A logística reversa é um processo que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas referentes ao retorno dos materiais após o consumo para as empresas fabricantes de tal produto.

Instituir a logística reversa colabora para que o meio ambiente seja poupado, diminuindo a poluição e os problemas causados pelo descarte incorreto dos resíduos. Além de ser uma obrigação legal, conforme a lei 12.305/2010, demonstra ser um importante diferencial competitivo para a empresa. Confira!

Saiba como sua empresa pode lucrar com logística reversa de resíduos de vidros.

Tipos de logística reversa mais praticados no Brasil

tipos de logística reversa mais praticados no Brasil

A logística reversa é um instrumento que auxilia a aplicação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Empresas que possuem práticas sustentáveis em seus processos a considera como um instrumento de caráter econômico e social que permite a coleta de determinados resíduos para o setor empresarial. Possibilitando que esses materiais sejam reaproveitados no seu próprio ciclo produtivo ou outro.

Conhecer os tipos de logística reversa mais praticados no Brasil pode ser o caminho para que a empresa lucre com o sistema, crie um diferencial e se destaque no mercado. Confira os tipos:

Logística reversa pós-consumo

A logística pós-consumo é o sistema mais empregado pelas empresas. Este canal de distribuição da logística reversa consiste no retorno de produtos já consumidos ou vencidos para o fabricante.

É muito empregado no retorno de embalagem descartável, já que o sistema prioriza a reciclagem dos seus materiais.

Utilizando esse canal reverso as empresas garante que os resíduos sofreram a destinação correta. Evitando assim a poluição ambiental e os danos causados a saúde do homem. Além disso, a empresa economiza com a extração de recursos naturais.

Um bom exemplo de logística reversa pós-consumo é a de pneus. Os pneus inservíveis são coletados e enviados para serem reaproveitados em outros processos. Como na fabricação de asfalto.

Entenda como funciona a logística reversa pós-consumo de lâmpadas fluorescentes.

Logística reversa pós-venda

tipos de logística reversa mais praticados no Brasil

A logística reversa pós-venda está relacionado à devolução de produtos que não atenderam as expectativas dos clientes (como defeitos, pedido incorreto, arrependimento da compra, entre outros).

Para o canal reverso de pós-venda a empresa recupera o produto fazendo o seu recolhimento. O produto recolhido é reaproveitado em uma nova venda, por exemplo.

Reuso

Há um novo tipo de canal de logística reversa muito praticado no Brasil, no qual a empresa consegue lucrar com a venda do resíduo. Esse canal utiliza-se de leilões de resíduos.

Materiais descartados como livros, móveis, equipamentos eletrônicos, até mesmo carros são leiloados pelos fabricantes, evitando assim o descarte incorreto dos resíduos.

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A logística reversa é obrigatória?

tipos de logística reversa mais praticados no Brasil

Devem possuir um sistema de logística reversa os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:

Saiba sete bons motivos para incluir a logística reversa de resíduos.

Como implantar a logística reversa

A logística reversa cria obrigações e responsabilidades para que fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e consumidores reaproveitem, coletem e deem a destinação final adequada dos resíduos.

O sistema funciona da seguinte forma:

1) Consumidores levam os resíduos ao posto de coleta indicado pelo comerciante do produto;

2) O material coletado e encaminhado pelos comerciantes aos distribuidores ou importadores;

3) Os resíduos são entregues aos fabricantes;

4) Após serem entregues aos fabricantes, os resíduos são encaminhados a destinação mais apropriada. Podem ser enviados para reutilização, reciclagem, tratamento e descarte final.

A decisão de qual a melhor maneira de dar a destinação aos resíduos é definida de acordo com o tipo de resíduo e tecnologias disponíveis para o seu tratamento. Observando sempre o ciclo de vida do produto.

Leia: Soluções de logística reversa: qual a melhor para a minha empresa

Facilite a logística reversa com a VG Resíduos

tipos de logística reversa mais praticados no Brasil

A operação do sistema de logística reversa pode ser realizada por meio de um software de gestão de resíduo ou mesmo por uma empresa especializada neste tipo de serviço.

No software de gestão de resíduos da VG Resíduos a empresa pode implementar o sistema de forma individual. A plataforma traz funcionalidades específicas para o controle das áreas geradoras, dos processos, dos prestadores de serviços e dos documentos, tudo com metodologia baseada na Política Nacional de Resíduos e demais legislações pertinentes ao assunto.

Já na plataforma Mercado de Resíduos o gerador encontrar empresas especializadas neste tipo de serviço. A plataforma serve para integrar interessados em resíduos e, sobretudo, estruturar uma rede de contatos que garanta o oferecimento de soluções para compra, venda, tratamento e transporte de resíduos em escala nacional.

A logística reversa é importantíssima para a conservação ambiental. Trata-se de um instrumento que estimula a reflexão de distribuidores, importadores e fabricantes da importância da destinação correta de certos produtos. Os tipos de logística reversa mais praticados no Brasil tem a finalidade de reduzir o consumo de recursos naturais, diminuir a geração de resíduos e incentivar o consumo sustentável.  Além disso, tem impacto positivo aos negócios da empresa, tornando a marca conhecida como uma organização ambientalmente responsável.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Quais os principais tipos de logística reversa no Brasil?

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7 soluções inovadoras em logística reversa que você precisa saber

Soluções inovadoras em logística reversa

Soluções inovadoras em logística reversa é importante para que a organização escolha a melhor opção para o seu negócio. Os benefícios de implantar a logística reversa além de envolver questões socioambientais, podem reduzir custos dentro da empresa e atender melhor os consumidores. Além disso, é um importante diferencial competitivo.

Sempre quando falamos em logística reversa pensamos em mecanismos de desenvolvê-la dentro de uma empresa.  As empresas devem lidar com os seus resíduos desde que foi aprovada a Política Nacional de Resíduos Sólidos. E um dos caminhos para cumprir a lei de gestão de resíduos é através da logística reversa. Confira!

Leia: Reversa: quais Estados já regulamentaram e como instituir?

Conceituando Logística Reversa

Soluções inovadoras em logística reversa

Hoje os consumidores exigem mais que as empresas apliquem práticas sustentáveis em seus processos. Para tanto, implantar um sistema de logística reversa demonstra que a empresa se preocupa com a preservação ambiental. Através da logística reversa os resíduos serão destinados de forma ambientalmente correta.

A logística reversa para muitos ainda é um conceito que está em construção. No entanto, é um meio para implementar uma gestão de recuperação, reciclagem e reutilização.

A logística reversa cria obrigações e responsabilidades para que as empresas coletem e deem a destinação final adequada dos resíduos.

Na prática, a logística reversa funciona da seguinte forma:

1) Consumidores levam os resíduos ao posto de coleta indicado pela empresa;

2) Os resíduos coletados podem ser encaminhados para a industria ou comercializados;

3) Após serem entregues aos fabricantes, os matérias são encaminhados a destinação mais apropriada. Podem ser enviados para reutilização, reciclagem, tratamento e descarte final.

A decisão de quais as melhores soluções inovadoras em logística reversa é definida de acordo com o tipo de resíduo e tecnologias disponíveis para o seu tratamento. Observando sempre o ciclo de vida do produto.

A conscientização dos consumidores de como proceder com os resíduos é fator determinante para o sucesso da logística reversa. Além disso, é necessário informar a eles que a empresa realiza a logística reversa, pois todos os materiais que não servem mais ao consumo primário devem ser descartados da forma correta para evitar a contaminação ambiental.

Saiba qual relação entre responsabilidade compartilhada e logística reversa.

Soluções inovadoras em logística reversa

Soluções inovadoras em logística reversa

Existem algumas soluções inovadoras em logística reversa que podem ser usados por uma organização para cumprir a lei. A escolha da melhor solução é estratégica. A ideia é fomenta a cadeia de reciclagem, contribuindo, assim, para a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico da empresa. Confira!

1. Retorno de mercadorias

Este tipo de logística reversa consiste na devolução de mercadorias por parte do cliente. Essas mercadorias podem ser devolvidas devido a problemas de garantia, validade, prazo de arrependimento, entre outros. Assim, evita que essa mercadoria se torne um resíduos e seja descartado de forma inapropriada.

Soluções inovadoras em logística reversa

2. Retorno evasivo

Esse processo minimiza o descarte de resíduos e até o retorno dele para empresa. São feitos parcerias com outras empresas para reparo de mercadorias com problemas. Após reparo o produto retorna ao cliente ou pode ser revendido.

Também é uma solução que evita a quantidade de resíduos gerados e descartados.

3. Remanufatura

Soluções inovadoras em logística reversa

As partes reutilizáveis dos resíduos são enviadas para produção de novos produtos. A empresa pode desenvolver parcerias para que outras organizações coletem os resíduos e o recicle.

4. Remodelação

Alguns produtos podem se tornar obsoleto ou precisar substituir algumas partes. Para evitar que esses produtos sejam descartados são feitos recondicionamentos.

Muitos revendem essa mercadoria e a empresa as recondiciona. Posteriormente, esse produto recondicionado e vendido a interessados.

5. Embalagem

Essa solução em logística reversa inclui as embalagens duráveis, na qual é possível retorna para a empresa e essa a reutiliza. Um exemplo são as garrafas retornáveis de refrigerante.

Quando a indústria de bebida entrega ao distribuidor a mercadoria, ela já recolhe as garrafas que os clientes devolveram. Essa solução em logística reversa é boa tanto para empresa como para o consumidor, pois muitas das vezes a mercadoria sai mais barata. Uma vez que a organização economizara com embalagens novas.

6. Bens não vendidos

Essa solução consiste no retorno do produto não consumido e que esta parada nas gôndolas do parceiro de distribuição. Esse produto pode ser vendido a outro cliente. Desta forma, evita que um produto bom vire resíduos e seja descartado de forma incorreta.

7. Arrendamento

Essa solução inovadora em logística reversa permite que os clientes retornem produtos emprestados para seu fornecedor. Normalmente é feita com equipamentos.

Soluções inovadoras em logística reversa

Operação do sistema de logística reversa

Soluções inovadoras em logística reversa

A operação do sistema de logística reversa para nas empresas pode ser realizada por meio de um software de gestão de resíduo ou mesmo por uma empresa especializada neste tipo de serviço.

No software de gestão de resíduos da VG Resíduos a empresa pode implementar o sistema de forma individual. A plataforma traz funcionalidades específicas para o controle das áreas geradoras, dos processos, dos prestadores de serviços e dos documentos, tudo com metodologia baseada na Política Nacional de Resíduos e demais legislações pertinentes ao assunto.

Já na plataforma Mercado de Resíduos o gerador encontrar empresas especializadas neste tipo de serviço. A plataforma serve para integrar interessados em resíduos e, sobretudo, estruturar uma rede de contatos que garanta o oferecimento de soluções para compra, venda, tratamento e transporte de resíduos em escala nacional.

Sendo assim, um sistema de logística reversa nas empresas trata-se de um instrumento que estimula a reflexão tanto das organizações como também dos consumidores sobre a importância do descarte correto dos resíduos. O sistema tem a finalidade de reduzir o consumo de recursos naturais, diminuir a geração de resíduos e incentivar o consumo sustentável.  Além disso, tem impacto positivo aos negócios da empresa, tornando a marca conhecida como uma organização ambientalmente responsável. Portanto, a empresa deve buscar informações sobre soluções inovadoras em logística reversa para alavancar seu negócio.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Que resíduos de impacto ambiental são atingidos pela lei de Logística reversa?

Soluções inovadoras em logística reversa

 

Qual importância da logística reversa para a indústria automotiva?

Logística reversa para a indústria automotiva

É muito importante que empresas implementem programas de logística reversa para a industria automotiva dada a relevância do setor na economia do país e o impacto ambiental do descarte incorreto dos veículos velhos.  A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) estabeleceu a destinação final de resíduos sólidos. Entretanto, a lei não contempla a regulamentação para automóveis.

O Brasil ocupa a nona posição no mercado mundial de veículos automotivos. Além das questões socioambientais, a logística reversa para a indústria automotiva é uma atividade essencial para reduzir custos, viabilizar a automação, inovar e aperfeiçoar processos de produção. Confira!

Leia: Logística Reversa: quais Estados já regulamentaram e como instituir?

Situação da logística reversa para a indústria automotiva

Logística reversa para a indústria automotiva

De acordo com a revista Quatro Rodas apenas 1,5% da frota brasileira passam por processo de reciclagem, ou seja, a quantidade de carros velhos recuperados pela logística reversa para serem reaproveitados é muito pequena.

A dimensão que a falta de logística reversa para a indústria automotiva esta relacionada com a quantidade de veículos descartados que já não está mais em condições de uso. Países como Argentina, Japão e Estados Unidos recuperam e reciclam 95% dos carros que saem de circulação.

Muitos desses veículos ou são levados a desmanches, que muitas vezes atuam de forma inadequada, ou são simplesmente abandonados nas ruas das cidades ou apreendidos por órgãos de trânsito e entulhados em depósitos a céu aberto. Não é difícil sair pelas ruas no país e ver carros velhos abandonados.

Logística reversa para a indústria automotiva

Quando descartados de forma incorreta, esses veículos causam vários impactos ao meio ambiente e a saúde humana, como: a disseminação de doenças como dengue; contaminação das águas e solo por fluidos contaminados (combustível e óleos são exemplos); desperdício de materiais que poderiam ser reaproveitados, poupando assim o meio ambiente da extração de nova matéria prima.

Saiba quais são os impactos ambientais de uma má gestão de resíduos.

Conceito de logística reversa para a indústria automotiva

Logística reversa para a indústria automotiva

Hoje os consumidores exigem mais que as empresas apliquem práticas sustentáveis em seus processos. Em particular, a indústria automotiva está enfrentando uma crescente pressão para aplicar essas práticas dentro da sua gestão da cadeia produtiva.

Para tanto, implantar um sistema de logística reversa demonstra que a indústria automotiva se preocupa com a preservação ambiental. Através da logística reversa os veículos velhos serão destinados de forma ambientalmente correta.

Grande parte dos materiais utilizados na produção de veículos podem ser reaproveitados como:

  • aço: estes metais compõem 66% dos veículos e podem ser comercializados ou reaproveitados em seus processos;
  • plásticos: 9% dos materiais utilizados na fabricação de carros são plásticos e que podem ser reciclados;
  • alumínio: compõe 6% dos veículos. É um material que podem ser reciclado diversas vezes sem perder suas características. Além do mais, tem um alto valor agregado. ;
  • borracha: 4% dos materiais utilizados nos veículos são de borracha, incluindo os pneus. Esses materiais podem ser reciclados;
  • vidros: compõe 3% dos veículos;
  • zinco, cobre e chumbo: compõe 2%.

A logística reversa para a indústria automotiva é um conceito que está em construção ainda. No entanto, é um meio para implementar uma gestão de recuperação, reciclagem e reutilização.

Saiba como logística reversa de pneus evita descarte irregular no meio ambiente.

Como implantar a logística reversa?

Logística reversa para a indústria automotiva

A logística reversa cria obrigações e responsabilidades para que as empresas coletem e deem a destinação final adequada dos resíduos.

O sistema funciona da seguinte forma:

1) Consumidores levam os veículos velhos ao posto de coleta indicado pela industria automotiva, podendo ser desmanches;

2) O material coletado nos veículos podem ser encaminhados para a industria automotiva ou comercializados;

3) Após serem entregues aos fabricantes, os matérias são encaminhados a destinação mais apropriada. Podem ser enviados para reutilização, reciclagem, tratamento e descarte final.

A decisão de qual a melhor maneira de dar a destinação aos materiais é definida de acordo com o tipo de resíduo e tecnologias disponíveis para o seu tratamento. Observando sempre o ciclo de vida do produto.

A conscientização dos consumidores de como proceder com os veículos velhos é fator determinante para o sucesso da logística reversa para a industria automotiva. Além disso, é necessário informar a eles que a empresa realiza a logística reversa, pois todos os materiais que não servem mais ao consumo primário devem ser descartados da forma correta para evitar a contaminação ambiental.

Saiba as diretrizes para implementação do Sistema de Logística Reversa.

Operação do sistema de logística reversa

Logística reversa para a indústria automotiva

A operação do sistema de logística reversa para a industria automotiva pode ser realizada por meio de um software de gestão de resíduo ou mesmo por uma empresa especializada neste tipo de serviço.

No software de gestão de resíduos da VG Resíduos a empresa pode implementar o sistema de forma individual. A plataforma traz funcionalidades específicas para o controle das áreas geradoras, dos processos, dos prestadores de serviços e dos documentos, tudo com metodologia baseada na Política Nacional de Resíduos e demais legislações pertinentes ao assunto.

Logística reversa para a indústria automotiva

Já na plataforma Mercado de Resíduos o gerador encontrar empresas especializadas neste tipo de serviço. A plataforma serve para integrar interessados em resíduos e, sobretudo, estruturar uma rede de contatos que garanta o oferecimento de soluções para compra, venda, tratamento e transporte de resíduos em escala nacional.

A logística reversa para a industria automotiva trata-se de um instrumento que estimula a reflexão tanto das montadoras como também dos consumidores sobre a importância do descarte correto dos veículos velhos. O sistema tem a finalidade de reduzir o consumo de recursos naturais, diminuir a geração de resíduos e incentivar o consumo sustentável.  Além disso, tem impacto positivo aos negócios da empresa, tornando a marca conhecida como uma organização ambientalmente responsável. Portanto, a empresa deve buscar informações para implantação do sistema e não deixar de cumprir a lei.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: O que diz a lei ambiental sobre a obrigação da logística reversa?

Logística reversa para a indústria automotiva

 

Logística Reversa: quais Estados já regulamentaram e como instituir?

sistemas de logística reversa

Os sistemas de logística reversa estão revolucionando as cadeias produtivas ao redor do mundo. Antes, a maior parte dos materiais era simplesmente descartada ou enviada a lixões e aterros, mas agora, após a implementação de logística reversa, várias cadeias de produtos estão sendo novamente integradas ao ciclo produtivo, de forma sustentável e permanente.

Aqui no Brasil, já existe uma regulamentação para tratar do tema e dispor sobre a forma correta de se reinserir resíduos no ciclo produtivo.

Neste artigo, vamos verificar quais estados brasileiros á regulamentaram e tornaram obrigatória a logística reversa, vamos explicar também, como um programa deste tipo pode ser implementado em sua empresa.

Qual relação entre responsabilidade compartilhada e logística reversa?

O que é logística reversa?

A logística reversa é o movimento de retirar resíduos dos pontos finais de consumo, já ao fim de sua vida útil e reinseri-los na cadeia produtiva.

Até agora o ciclo comum dos produtos tem sido o descarte após sua inutilização, em geral, os destinos dos materiais são aterros ou até mesmo lixões. Este tipo de tratamento eleva o passivo ambiental da população como um todo.

Com a logística reversa, as empresas tentam imitar em algum grau, o trabalho realizado pela natureza, que promove a reutilização de 100% da matéria orgânica produzida pelos seres vivos.

Obviamente que a tecnologia não nos permite eliminar completamente os resíduos, mas estamos chegando cada vez mais perto da eficiência máxima em várias categorias de produtos.

A logística reversa atua na coleta dos materiais após o descarte e promove a reinserção destes na cadeia produtiva. Um bom exemplo são os pneus, estes materiais, após descartados são triturados, tem sua carga metálica removida e posteriormente podem servir como parte do processo de combustão nos fornos de indústrias de cimento.

Saiba mais: Inventário Conama 313: como elaborar facilmente para afastar sanções?

A logística reversa é obrigatória no Brasil?

sistemas de logística reversaAtualmente a logística reversa é obrigatória no Brasil apenas para alguns produtos considerados de alta relevância ambiental. Dentre eles estão:

  • Pilhas e baterias
  • Pneus
  • Embalagens de agrotóxicos e químicos
  • Lubrificantes
  • Produtos radioativos

No âmbito nacional, a legislação exige que os fabricantes retirem do mercado uma quantidade determinada de produtos para compensar sua produção. Para exemplificar, digamos que a proporção de pneus tratados deva ser de 0,8, isso significa que a cada 10 pneus produzidos, a fabrica se obriga a retirar 8 de circulação.

A quantidade varia de produto para produto, mas em geral, não há a necessidade de se retirar os produtos fabricados pela própria empresa. Até porque em algumas categorias tal obrigação seria impossível de ser executada. Desta forma, um fabricante de lubrificantes precisa coletar uma determinada quantidade de óleo, não importando a sua origem.

Existe uma expectativa de que a logística reversa obrigatória seja instituída sobre outros produtos em breve, mas não se sabe quando isso ocorrera.

Apesar da não obrigatoriedade, já são muitas as empresas que praticam a logística reversa sem nenhum tipo de dever legal para tal. Elas fazem isso porque em muitos casos tal prática é viável economicamente e vantajosa comercialmente.

Os estados brasileiros possuem a premissa de regulamentar a logística reversa, ou seja, de criar as leis antes mesmo de qualquer regulação a nível federal.

Existe também a possibilidade de se regulamentar asa leis já instituídas a nível federal, podendo inserir regras e novas obrigatoriedades. Alguns estados brasileiros já começaram a regulamentar a logística reversa.

sistemas de logística reversa

Quais estados já instituíram a logística reversa?

sistemas de logística reversa

Os estados que já instituíram a prática da logística reversa como obrigatoriedade para as empresas instalados são Rio de Janeiro e São Paulo. Contudo, nem todos os produtos precisam passar pelo processo, assim como é exigido pela legislação federal, os itens que relevância ambiental é que se enquadram na obrigatoriedade deste tipo de processo.

No caso de São Paulo, ficam obrigados a apresentar o plano de logística reversa, os fabricantes de lubrificantes de carros, baterias automotivas, pilhas e baterias portáteis, lâmpadas fluorescentes, pneus, agrotóxicos, tintas imobiliárias, óleos comestíveis, produtos alimentícios, bebidas, produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, produtos de limpeza, produtos eletroeletrônicos de uso domésticos e medicamentos domiciliares.

No Rio de Janeiro a obrigatoriedade se entende aos fabricantes de embalagem, visto que o estado de certa forma declarou guerra ao plástico. As empresas deverão elaborar e executar um plano de logística reversa.

Durante uma fiscalização o plano será exigido, bem como as evidências de que suas diretrizes estão sendo cumpridas pela organização.

Cinco dicas para instituir a logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Como implementar um sistema de logística reversa?

sistemas de logística reversa

O ideal é que se implemente sistemas de logística reversa através de empresas especializadas neste tipo de atividade. Softwares específicos também são bem-vindos, principalmente na hora de executar a destinação e gerar os comprovantes adequados.

A VG Resíduos é uma ferramenta que tem ajudado centenas de indústrias no Brasil a executarem seus planos de logística reversa. Ela auxilia na criação do plano, rotas de coleta e controla toda a entrada e saída de resíduos, bem como os indicadores que serão uteis no caso de uma fiscalização e também para fins de gestão interna da empresa.

Aliado ao VG Resíduos, há uma outra ferramenta, no caso o Mercado de Resíduos, que funciona como uma espécie de marketplace do lixo. No sistema, empresas podem fazer ofertas de compra e venda de resíduos e/ou serviços de tratamento destes materiais.

A plataforma gera leilões e liga os melhores tratadores aos geradores de resíduos. Desta forma, pode-se até mesmo ganhar dinheiro utilizando os resíduos da empresa.

sistemas de logística reversa

Praticar logística reversa custa caro?

sistemas de logística reversa

Até pouco tempo atrás a logística reversa era uma prática permitida apenas às grandes empresas, dado o grande investimento que era exigido. Contudo, nos últimos tempos, as tecnologias se tornaram mais acessíveis e os softwares específicos tem feito o trabalho que antes era custoso e volumoso.

Assim, pequenas e médias empresas podem ter programas de LR a custos baixíssimos.

Os sistemas de logística reversa vieram para ficar. Empresas que não se adequarem serão punidas, ou pelo mercado, ou pelo governo, que tem apertado cada vez mais o cerco da regulamentação e da fiscalização.

Por isso é importantíssimo que as empresas se adequem e entendam que é possível ser sustentável e ao mesmo tempo lucrativa.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: O que diz a lei ambiental sobre a obrigação da logística reversa?

sistemas de logística reversa

Cinco dicas para instituir a logística reversa de lâmpadas fluorescentes

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Dicas para implantar o sistema de logística reversa de lâmpadas fluorescentes colabora para que o meio ambiente seja poupado, diminuindo a poluição e os problemas causados pelo descarte incorreto das lâmpadas descartadas. Além disso, significa um importante diferencial competitivo para a empresa, além de ser uma obrigação legal conforme a lei 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos

A logística reversa de lâmpadas fluorescentes é um processo que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas referentes ao retorno das lâmpadas após o consumo. Conforme acordo setorial, ficam fora lâmpadas do tipo LED, incandescentes e halógenas e lâmpadas que não possuem mercúrio em sua composição. Confira!

Saiba a diferença entre coleta seletiva e logística reversa.

Logística reversa de lâmpadas fluorescentes

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

O processo de logística reversa de lâmpadas fluorescentes inclui o gerenciamento das seguintes etapas: coleta, armazenagem, manuseio e movimentação no gerador e na indústria de reciclagem.

Esse gerenciamento pode ser realizado e monitorado através de softwares de gestão de resíduos. Através do software de gerenciamento de resíduos da VG Resíduos a empresa otimiza o processo de logística reversa de lâmpadas fluorescentes e ganha tempo. Além disso, o software gera relatórios ambientais com facilidade e documentos de uso diário.

É possível implantar o sistema por meio de contratação de transportadoras, criação de centros de coletas de resíduos, parcerias com recicladoras, cooperativas e unidades gestoras de resíduos. Além de criação de um ponto de coleta para que o consumidor comum saiba onde deve levar as lâmpadas usadas para o descarte.

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Confira cinco dicas para instituir a logística reversa de lâmpadas fluorescentes:

1ª: Estabeleça uma política de devoluções e trocas

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Para que logística reversa de lâmpadas fluorescente funcione corretamente a empresa pode estabelecer uma política de devoluções e trocas. Com essa política a empresa facilitará a destinação ambiental correta do resíduo. E também, facilitará o entendimento de como os fornecedores, lojistas e etc. procederão para entregar as lâmpadas fluorescentes usadas.

É importante que nessa política sejam definidos o passo a passo para que a devolução e troca sejam seguidas corretamente. Sem o passo a passo definido, toda vez que for retornar as lâmpadas fluorescentes descartadas através da logística reversa podem surgir dúvidas correndo o risco de o procedimento ser realizado de forma aleatória.

Soluções de logística reversa: qual a melhor para a minha empresa?

2ª: Defina como realizar o manejo

A segunda dica esta diretamente relacionada à política de devolução e troca.

Na política devem estar definida dica de manejo a fim de evitar acidentes que possam causar à contaminação do meio ambiente e riscos a saúde do homem.

As lâmpadas fluorescentes devem ser colocadas, na posição vertical e dentro das embalagens originais quando possível. Caso não seja possível, deverá ser acondicionada utilizando materiais como: papelão, papel ou jornal e fitas autocolantes. Os materiais utilizados para embalar as lâmpadas usadas devem garantir a proteção contra choques mecânicos.

Após estarem embaladas as lâmpadas devem ser colocadas em recipiente portátil ou caixa para o transporte até as empresas de reciclagem licenciadas pelos órgãos ambientais.

Já as lâmpadas quebradas devem ser acondicionadas separadamente das demais lâmpadas. E, em herméticos, como tambores de aço devidamente vedados para evitar a contaminação pelas substâncias perigosas das lâmpadas.

Saiba como a coleta seletiva contribui para a logística reversa.

3ª: Envolva equipe

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

A política de troca e devolução ajuda a informar parceiros sobre como proceder para devolver as lâmpadas fluorescentes usadas. Porém, se a equipe da empresa não estiver envolvida o sistema de logística reversa de lâmpadas fluorescentes não funcionará.

É necessário que toda a equipe tenha recebido orientação quanto aos procedimentos para instituir a logística reversa de lâmpadas fluorescentes.

O ideal é que as equipes dos setores que lidam diretamente como o processo de logística reversa sejam devidamente orientadas, tais como: setor comercial; de atendimento ao cliente; de produção; e logístico.

Saiba por que minha empresa precisa do Sistema de Logística de Resíduos.

4ª: Crie um canal de atendimento

Para que a política de troca e devolução da logística reversa de lâmpadas fluorescentes funcione adequadamente a empresa deve também disponibilizar um canal de atendimento ao cliente.

Nesse canal serão disponibilizadas informações importantes para se realizar o processo de logística reversa. O atendimento pode ser realizado por um colaborador que explicará os passos em menos tempo.

Um dos maiores desafio da logística reversa das lâmpadas fluorescente é a conscientização da sociedade na questão da educação ambiental. Muitos não têm orientação para o coreto descarte das lâmpadas usadas. Na maioria das vezes, esses resíduos são destinados aos aterros. Por isso, é importante que a empresa tenha esse canal para orientação na correta destinação das lâmpadas fluorescentes usadas.

Saiba os desafios da logística reversa.

5ª: Tratamento das lâmpadas fluorescentes

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

As empresas geradoras devem procurar por outras organizações especializadas para realizar o descarte das lâmpadas. Essas tratadoras realizam o tratamento das lâmpadas através da reciclagem e neutralização dos seus riscos. Porém este serviço envolve um custo para a geradora. Ainda no Brasil, o custo para se reciclar lâmpadas fluorescentes é de responsabilidade do gerador de resíduos.

logística reversa de lâmpadas fluorescentes

Através da plataforma Mercado de Resíduos da VG Resíduos, é possível encontrar empresas especializadas e licenciadas para esse tipo de serviço. Além disso, a empresa consegue negociar o serviço e realizar uma busca em um mesmo canal de vários tratadores.

Diante disso, conclui-se que a logística reversa de lâmpadas fluorescentes deve ser vista como uma grande alternativa para o reaproveitamento dos resíduos em um novo ciclo de vida. A logística reversa impede o aumento da poluição e da extração continuadas de recursos naturais que, em sua grande maioria, já se encontram em extinção. Além de evitar danos à natureza e a saúde do homem.

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Mas quer se aprofundar um pouco mais a respeito? Leia outro artigo do nosso blog: Sete bons motivos para incluir a logística reversa de resíduos

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